quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Instituto Alcoa beneficia instituições de Juruti com Projeto Cambará

Ao longo de oito meses, vinte organizações da sociedade civil de Juruti foram beneficiadas com o aprimoramento da gestão por meio do Projeto Cambará, uma parceria entre o Instituto Alcoa e a organização não governamental FICAS. As instituições receberam capacitação para fortalecer seu papel e atuação na comunidade, aprendendo desde a pesquisa para construção de projetos até a mobilização de recursos. As atividades encerraram no dia 01 de outubro.

A proposta metodológica do Projeto Cambará foi comparada a um processo de cultivo, no qual era preciso adubar, semear, plantar, cuidar, para que os frutos pudessem ser colhidos e as sementes novamente plantadas. O nome das estações remeteu ao ciclo 1ª Estação – Muito prazer: este é meu jardim (Desenvolvimento de projetos sociais); 2ª Estação – Semeando a terra (Gestão financeira); 3ª Estação – As borboletas estão chegando (Avaliação de resultados) e 4ª Estação – Há flores por todos os lados (Mobilização de recursos).

“O Instituto Alcoa acredita que projetos como este tem um poder imenso de transformação. Quando apoiamos a formação das organizações, temos a certeza de que elas sairão fortalecidas e preparadas para aprimorar sua gestão e o desenvolvimento de projetos. Nosso maior objetivo é contribuir para que nossos parceiros se tornem os protagonistas de suas histórias”, reforça Camila Meirelles, Vice-Presidente do Instituto Alcoa.

“As instituições estão mais fortalecidas, pensando em ações conjuntas e dispostas a avançar”, destaca Franklin Felix, coordenador político-estratégico do FICAS. “Para o grupo de Juruti, as trocas foram muito importantes entre aquelas instituições que passavam por desafios, com aquelas que conseguiram superá-los. Isso serviu como experiência para elas: a relação dialógica e a valorização do saber do outro. Além disso, as instituições vem demonstrando que já conseguem desenvolver projetos, observando as reais necessidades do sujeito de ação e da comunidade”, completa.

“De um modo geral, tudo o que aprendemos no curso foi fundamental, tanto para mim, quanto para a entidade. Não tínhamos noção de como elaborar um projeto. Para isso, sempre procurávamos outros profissionais e hoje já temos o conhecimento”, declara Renato de Melo, tesoureiro da Colônia de Pescadores Z-42. Para Anne Dias, analista de Relações Comunitárias da Alcoa, conhecer as necessidades das instituições contribuiu para a seleção das organizações e de seus representantes para o Projeto. “As instituições que chegaram ao final do curso saíram fortalecidas com os aprendizados. Agora, cabe a elas aprimorarem cada vez mais seu conhecimento aplicando na prática o que aprenderam”, conclui. 

Fonte: Temple Comunicação
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