quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Opinião: Vacinas só a seu tempo, com prudência e bom-senso

Por: Dr. Gilvan Barbosa Gama*

No Estado de São Paulo, A gripe (H1N1) mostrou-se adiantada ao calendário de vacinação. Agora a Saúde pede a toque de caixa que se adiante a vacinação. O Estado, agora além dos sorotipos da dengue, da Chycungunia e da Zika, vai ter que encarar mais esta virose gripal que também tem mostrado sua letalidade.

Vacinas, guardadas raríssimas exceções, possuem características comuns agregadas às suas respostas imunológicas que fogem ao conhecimento do leigo em imunologia por desinformação consentida e direcionada por parte da Saúde Pública. Ao vacinado não é fornecida explicação básica nem detalhes sobre a composição da vacina de que fez uso ou ainda há de fazer.

A vacina apresenta duas situações distintas. Ou é eficaz 100%(coisa rara) ou é temerária (via de regra) podendo em algumas situações ser a galinha dos ovos de ouro para políticos e laboratórios internacionais. Dependendo muito mais do lucro de alguns vendidos que da necessidade sanitária da plebe ignara. Empurra-se no leigo cidadão tudo aquilo que meia dúzia de burocratas propinados e avalizados por laboratórios, acham ser saudável para os seus ganhos. O vil metal vem antes da ética, onde a saúde do cidadão é mero acidente de percurso.

Vacinas também, em países outros, andam de mãos dadas com toda sorte de propinas, comissões e tantos outros procedimentos não éticos a que o povo também não é informado nem tem conhecimento. Lá, vez por outra, alguma coisa escapa na mídia internacional. Normalmente o Continente Africano é a vítima expiatória. As grandes potencias fazem da África um tubo de ensaio para as suas experiências na saúde.

No Brasil, no caso da gripe A, estivemos diante de uma desesperada corrida vacinal para imunizar o país contra o vírus (H1N1). Segundo alguns especialistas, que afirmam conhecer a fundo a nova vacina, qualquer indivíduo pode dela fazer uso independente de qualquer patologia de que seja portador ao tempo da sua aplicação.

Em apenas duas situações a vacina não poderá ser usada. Grávidas portadoras do vírus da Zika pessoas alérgicas a ovo ou portadoras da síndrome de Guillan Barré. Acontece porém, que esta vacina recentíssima e milagrosa contra a gripe A, vem dividindo opiniões ate mesmo entre os profissionais da área. Agora, na urgência sanitária, vamos ver qual será o proceder.

Tudo isso para o desagrado do Governo e dos laboratórios fornecedores. Quanto a sua composição, a Saúde ainda não deu muitas explicações. O cidadão desconhece a substância que estão injetando no seu organismo. Há quanto tempo esta vacina vem sendo usada e testada para que haja uma determinante em relação à sua toxidade e os efeitos colaterais por ela provocada a curto, médio e longo prazo? Qual é o custo benefício dela, que a todos imuniza sem causar efeitos colaterais à saúde?


A par deste questionamento lógico e oportuno séria no mínimo ético, por parte do Governo, que ele viesse de público declarar o custo dessa vacina para o país. Se houve licitação, qual o jornal ou os jornais de grande circulação que publicaram o valor dessa transação?

O Governo tem a obrigação de prestar tais esclarecimentos, mas por tratar-se de Brasília, grana "underground" e também da Saúde dos pobres e idosos, todos tirarão o bum-bum da seringa, da vacina e da cobrança. E me provem o contrário!!

Em tempo>>> Nunca é demais lembrar, a quem interessar possa, que o Extrato de própolis das abelhas, embora não aceito pelos mercenários da Saúde, é o único fármaco natural capaz de fazer frente às febres emergentes e ressurgentes virais ou parasitárias para as quais a medicina tradicional desconhece imunoterapia eficaz para tratamento ambulatorial e CURA radical.É bom lembrar ainda que a própolis é anti-hemorrágica .

*É Apiterapeuta Holístico.
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