terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Confirmada morte de macaco por febre amarela no Pará

Deu positivo, o resultado para febre amarela no exame realizado em um macaco encontrado morto na zona rural do município de Rurópolis, no oeste do Pará, informou, por meio de nota, divulgada na manhã desta terça-feira (21), o Instituto Evandro Chagas.

O Instituto Evandro Chagas, porém, não confirmou nenhum caso registrado em humanos e informou que já notificou à 9ª regional-Santarém/SESPA, bem como o Ministério da Saúde sobre o caso.

Confira a nota do IVC:

O Instituto Evandro Chagas informa que o exame do primata não humano (macaco) encontrado na zona rural do município de Rurópolis, no Oeste do Pará, apresentou resultado positivo para Febre Amarela mediante realização de teste de biologia molecular (RT-PCR em tempo real). O Instituto Evandro Chagas já notificou à 9ª regional-Santarém/SESPA, bem como o Ministério da Saúde.

Mortes no Pará

Segundo levantamento técnico do Grupo de Trabalho de Zoonoses, da Diretoria de Vigilância em Saúde da Sespa, entre 2010 e 2015 foram confirmados cinco casos de febre amarela no Pará, sendo que dois evoluíram para óbito. Somente no ano passado, 71.195 pessoas foram vacinadas no Pará contra a doença.

Nenhum dos que morreram, todos homens e com 18 anos em média, estava com o calendário de vacina em dia.

Os registros de mortes aconteceram nos municípios de Breves, em 2010, e em Tailândia, em 2011. Registros de casos sem mortes ocorreram em Acará (2013), Monte Alegre (2014) e em Afuá (2015).


Sobre a febre amarela

A Febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, imunoprevenível, cujo agente etiológico é transmitido por vetores artrópodes. O vírus da febre amarela é um arbovírus do gênero Flavivirus, da família Flaviviridae. O vírus é transmitido pela picada dos mosquitos transmissores infectados e não há transmissão direta de pessoa a pessoa. A vacina é a principal ferramenta de prevenção e controle da doença.


O vírus da FA apresenta dois ciclos epidemiológicos de transmissão distintos, silvestre e urbano. Do ponto de vista etiológico, clínico, imunológico e fisiopatológico, a doença é a mesma nos dois ciclos. No ciclo silvestre da febre amarela, os primatas não humanos (macacos) são os principais hospedeiros e amplificadores do vírus, e os vetores são mosquitos com hábitos estritamente silvestres, sendo os gêneros Haemagogus e Sabethes os mais importantes na América Latina.

Nesse ciclo, o homem participa como um hospedeiro acidental ao adentrar áreas de mata. No ciclo urbano, o homem é o único hospedeiro com importância epidemiológica e a transmissão ocorre a partir de vetores urbanos (Aedes aegypti) infectados.
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