segunda-feira, 30 de abril de 2018

Primeira etapa da vacinação contra aftosa começa em 1º de maio



Começa no feriado de 1º de maio, a primeira etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa no Pará. Essa etapa abrange todo o território paraense, com exceção do arquipélago do Marajó e dos municípios de Faro e Terra Santa. A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) alerta ser muito importante o criador manter seu rebanho imunizando, conforme o calendário oficial de vacinação. A previsão é vacinar mais de 20 milhões de animais em 107.627 propriedades até o dia 31 de maio, fim do prazo.

Os produtores têm até o dia 15 de junho para declarar a vacinação no escritório da Adepará mais próximo de seu município. Para imunizar o rebanho, o pecuarista deve adquirir as vacinas em uma revendedora autorizada ou loja de produtos agropecuários devidamente cadastrada na Adepará. A vacina deve ser mantida entre 2 e 8 graus, tanto no armazenamento e transporte, quanto durante o processo de vacinação do gado.

Nesta etapa, todo rebanho, independentemente da idade, deve ser vacinado. “Na última campanha, em novembro do ano passado, realizamos a vacinação apenas do rebanho de 0 a 24 meses de idade, conforme o planejamento estratégico do Ministério da Agricultura (Mapa), para retirada da vacinação em todo o país até 2023. Nesta etapa, voltamos a vacinar os bovídeos de todas as idades, segundo o calendário de vacinação”, explica o gerente do Programa Estadual de Erradicação da Febre Aftosa, da Adepará, George Santos.

O rebanho do Pará é o quinto maior do Brasil, com mais de 20 milhões de cabeças e reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal como livre da febre aftosa com vacinação desde 2014. “A conscientização do produtor sobre importância das etapas de vacinação, juntamente ao trabalho do Governo do Estado, por meio da Adepará, possibilitaram a conquista de coberturas vacinais importantes. Estamos trabalhando para que em 2020 possamos chegar à zona livre da febre aftosa sem vacinação”, afirma o diretor geral da Adepará, Luiz Pinto.

Reconhecimento

No dia 20 de maio deste ano, o estado do Pará, juntamente com os estados do Amapá, Amazonas e Roraima, vai receber o reconhecimento internacional de área 100% livre da febre aftosa, durante a programação da 86ª Assembleia Geral da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), na cidade-sede do órgão, Paris, na França. O reconhecimento é referente aos oito municípios paraenses que possuem divisa com os estados do Amazonas e Amapá, áreas que eram consideradas de médio e alto risco para aftosa, respectivamente.

Ao receber tal reconhecimento, o Brasil finaliza o processo de erradicação da doença em território nacional, declarando todo o país como livre de Febre Aftosa com vacinação. Com a certificação internacional a ser conferida pela OIE, o gado paraense e dos demais Estados do norte brasileiro vão se igualar sanitariamente e economicamente ao restante do Brasil.

Livre

O Pará, assim como os outros estados brasileiros, começa a dar os primeiros passos para se tornar área livre da doença sem vacinação. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) já começou a executar o plano para retirada da vacina em todo o País, e até 2023 o Brasil deve conquistar o status de zona livre da aftosa sem vacinação.

Segundo o diretor geral da Adepará, o status de livre da aftosa sem vacinação vai otimizar os recursos, tanto para o produtor quanto para o governo do Estado. “Isso permitirá utilizarmos esse recurso, que antes era gasto com as etapas de vacinação, para investir em fiscalização e controle, em uma proporção muito maior. Isso possibilitará a abertura de mercados e oportunidades para o Estado. Além disso, o produtor também não vai ter mais gastos com vacinação, podendo utilizar esse recurso para gerar mais lucro para ele”, ressalta.

O Pará livre da febre aftosa sem vacinação vai garantir a abertura de mercados em todo o mundo, já que a população paraense consome apenas 30% da produção de carne bovina do Estado. Os outros 70% são destinados à exportação. Alguns países, como Japão, não importam carne de países que ainda vacinam. “A aquisição desse status representa ganho de mercado e fortalecimento da nossa vigilância sanitária. Agora, é discutir junto com o setor questões técnicas, de logística e até de exportação, para que o País saia mais fortalecido deste processo”, informa Luiz Pinto. (AP)
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Ex-prefeito de Santa Cruz (PA) é condenado por liderar matança de cachorros



Fotos são os maus-tratos aos animais: abusos patrocinados pela Prefeitura de Santa Cruz

Responsável por liderar uma verdadeira matança de cerca de 400 cachorros em Santa Cruz do Arari, cidade localizada na região do Marajó, o ex-prefeito municipal, Marcelo José Beltrão Pamplona, ​​foi condenado a 20 anos de cadeia e pagamento de multa por decisão do juiz Leonel Figueiredo Cavalcanti, titular da comarca de Cachoeira de Arari, onde são processadas e demandas de Santa Cruz. Os crimes, que tiveram repercussão mundial, ocorreram em maio de 2013 e ficaram conhecidos como “canicídio”.

Uma sentença judicial, datada de 24 de abril, é um motivo de denúncia criminal no Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) ainda em 2013 , logo após a conclusão de uma investigação sobre a prática criminosa de maus-tratos a animais cometa no município de Santa Cruz do Arari a mando do então prefeito Marcelo Pamplona. O procurador de justiça Nelson Medrado e a promotora titular de Santa Cruz do Arari, Jeanne Farias de Oliveira, foram os autores da denúncia. Eles tiveram o apoio da prmotora de justiça Fabia Fournier.

Além do ex-prefeito Marcelo Pamplona, ​​outras pessoas foram condenadas pela Justiça no trabalho nos crimes: Luiz Carlos Beltrão Pamplona, ​​Waldir dos Santos Sacramento, José Adriano dos Santos Trindade (vulgo Bidê), Josenildo dos Santos Trindade (vulgo Nicão), Odileno Barbosa de Souza e Alex Pereira Costa.

Marcelo Pamplona e os demais foram condenados por crimes ambientais continuados, já praticados com repetidos atos de abuso e maus-tratos a animais. O ex-prefeito ainda foi apenado por tentativa de obstrução como investigações, com agressões e intimidação de testemunhas.

RELEMBRE O CASO
Segundo um criminoso de denúncia apresentado pelo MPPA, em maio de 2013 o então prefeito de Santa Cruz do Arari, Marcelo Pamplona, ​​ordenou e incentivou financeiramente que funcionários da Prefeitura e de moradores locais capturassem e, com cabos, imobilizassem cachorros e levassem a as empresas pertencentes à prefeitura, da que foram lançados no Rio Mocoões, que são as afiliadas, ou deixam a região da comunidade sem fins lucrativos.

Fotos e vídeos exibidos durante as investigações mostram claramente os animais que estão sendo arrastados e arrastados pelas ruas, ocasionando fraturas, perda de tamanho de seus filmes e sangramentos, sendo levados a fazer de barcos e tomando estacas com pedaços de papel. A medida cachorros foi morrendo dentro das embarcações, eram corridas na beira do lago.

Testemunhas dos maus-tratos relataram à audiência anúncios na rádio local de Santa. Cruz do Arari de compra dos cachorros, segundo o qual é paga uma quantia de R $ 10,00 pelo cão e fêmea e R $ 5,00 pelo cão macho. A Prefeitura Federal dos Países Baixos é levada a zona rural do município e é alvo de adoção. De acordo com uma defesa do prefeito, uma medida de impressão pode ser uma superpopulação de cachorros na zona urbana da cidade.

As duas testemunhas, sofreu agressões e hoje subsistem sob proteção policial, relatou que dois dos seus pares foram cobertos por uma permissão por homens para o serviço da prefeitura. O depoimentos para o ex-prefeito Marcelo Pamplona, ​​ou o ginásio de esportes da cidade e os estados empenhados, foram retratados por Luiz Carlos Beltrão Pamplona ou Waldir dos Santos Sacramento.

PERSONALIDADES REPROVÁVEIS
Após análise da denúncia do MPPA e como advogados dos acusados, o juiz Leonel Figueiredo Cavalcanti caracterizou todos os processos de detenção de personalidades reprováveis, por serem pessoas pessoas frias, calculistas e insensíveis ao sofrimento de indefesos animais diante da supremacia da espécie humana.

Além de sentenciar Marcelo Pamplona a 20 anos de prisão, o juiz Leonel Figueiredo Cavalcante condenou o ex-prefeito a pagar multa de R $ 1,7 milhão.

Veja como as penas e as multas são aplicadas aos demais na matança dos cachorros.

- Luiz Carlos Beltrão Pamplona: condenado a 2 anos, 4 meses e 6 dias de prisão e pagamento de multa no valor de R $ 1,4 milhão. Irmão do ex-prefeito municipal, era secretário de Transporte de Santa Cruz do Arari à época do ocorrido e admitiu a participação nos fatos.

- Odilheiro Barbosa de Souza: funcionário da Prefeitura, ele confirmou que transportou 80 cães que sofreram maus tratos na embarcação pertencente à Prefeitura. Foi condenado a 1 ano e 10 meses de detenção e multa no valor de R $ 3,1 mil.

- Waldir dos Santos Sacramento: também funcionário da Prefeitura, era responsável por anotar um produto de cachorros capturados. Foi condenado a 1 ano e 10 meses de pagamento por multa de R $ 1,2 mil.

- Alex Pereira da Costa: dono de uma embarcação que transportou os seus descendentes para a comunidade do Francês, foi condenado a 1 ano e 10 meses de detenção e multou no valor de R $ 3,1 mil.

- José Adriano dos Santos Trindade: conhecido como Bidê, ele era um dos garotos para a captura dos animais. Foi condenado a 2 anos e 1 mês de detenção e multa de R $ 3,1 mil.

- Josenildo dos Santos Trindade: também conhecido como Nicão, irmão de Bidê, era um dos recursos para a captura de animais. Foi condenado a 2 anos e 1 mês de detenção e multa de R $ 3,1 mil.

Uma sentença ainda determinada que os condenados pertencia a uma função pública, eleita ou concursada, tendo em vista que os crimes praticados não eram nenhum exercício de função pública e nenhum interior da administração pública, inclusive com o uso de bens públicos. (MPE)
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Prefeito Nélio Aguiar recebe e parabeniza cineasta santareno Emanoel Loureiro


O prefeito de Santarém Nélio Aguiar recebeu na tarde desta segunda-feira, 30, em seu gabinete o cineasta santareno Emanoel Loureiro, produtor do curta-metragem "Covato - Desenterre seus segredos". A produção que vai participar de vários festivais nacionais e até internacionais já foi lançada na sexta-feira, 27, no Cristo Rei - Centro de Artesanato do Tapajós e no sábado, 28, exibida no Terminal Fluvial Turístico (TFT).

O gestor santareno parabenizou Loureiro e lembrou que seu trabalho carrega o nome e parte da cultura de Santarém.

"Parabenizo pelo excelente trabalho e ao mesmo tempo agradeço por está divulgando a história e o nome de Santarém pelo Brasil e pelo mundo. Vamos está na torcida para que traga essa merecida premiação", disse o prefeito Nélio Aguiar, acrescentando que o filme recebe apoio da Prefeitura Municipal por meio das Secretarias de Cultura e de Turismo.

Covato é um gênero dramático que se inspira em fatos reais que aconteceram em Santarém na década de 70. A produção conta a história de um coveiro que foi preso por cometer crimes vilipendiosos em cadáveres.

O diretor fala das dificuldades de se fazer um filme de época nos dias atuais. "Tive grandes dificuldades na filmagem desse curta, devido a vários fatores. Mas o maior mesmo, foi ser um filme de época, onde carros antigos, roupas, acessórios e objetos de cena tinham que retratar com fidelidade os anos 70", lembra Loureiro.

"Covato - Desenterre seus segredos"

Em 1977, o coveiro Antonio das Chagas é flagrado fazendo algo repugnante no cemitério da cidade de Santarém. Seu passado e presente são marcados por segredos inconfessáveis e sua prisão traz à tona antigos costumes do sistema penal brasileiro. Inspirado em fatos reais.

Acontecimentos reais acontecidos em Santarém e região são abordados no curta-metragem ficcional com duração de 15 minutos, com tensão e humor negro. Uma produção independente e solitária do realizador Emanoel Franklin Loureiro, que demorou quatros anos para ser concluída.

Por se tratar de um enredo de época, situado na década de 70, com locações por vezes muito distantes, todo o processo acabou sendo difícil e lento. Com ajuda de efeitos visuais de computador, a atmosfera antiga e alguns problemas técnicos de filmagem, conseguiram ser transpostos. Ressaltamos que todos os artistas envolvidos na produção são locais. (PMS)
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Banco da Amazônia lança novo edital de pesquisa 2018


O Banco da Amazônia está publicando uma segunda-feira, dia 30, o seu novo. Traz como novidade neste ano o incentivo à pesquisa de instituições públicas e privadas na área de dados grandes e análise de dados, bioprodução e bioeconomia, nanotecnologia e produtos inteligentes, dentro da linha de dados Indústria Avançada. As outras linhas incentivadas são: Agricultura e agronegócio; Restauração de ecossistemas ou vinculados ao Programa Brasileiro de Agricultura de Baixo Carbono; e Desenvolvimento de cidades sustentável.

As candidaturas estão voltadas para a inovação, a busca pela superação de escassez de informações científicas e, também, para os interesses de negócios do Banco e do desenvolvimento regional. De acordo com o presidente do Banco da Amazônia, Valdecir Tose, com a iniciativa pretende-se ampliar o conhecimento sobre a Amazônia e sobre o uso sustentável da biodiversidade da região. “As empresas poderão contribuir para o desenvolvimento de novas economias tecnológicas e econômicas, de forma a alavancar os mercados regionais, e estimular a implementação de agroindústrias e agrupamentos de produtos na área de mercado-mercado”.

Essa é uma segunda vez que o Banco lança edital de pesquisa. O último foi publicado em 2015 e contemplou 18 projetos dos nove Estados que compõem uma Amazônia Legal. Neste ano, foram incluídas 218 propostas, sendo 5% do estado do Acre, Amazonas (11%), Amapá (5%), Maranhão (3%), Mato Grosso (14%), Pará (38%), Rondônia (11%). %), Roraima (3%) e Tocantins (10%). O grupo de pesquisa que mais se destacou foi o de Recursos Naturais e Meio Ambiente com 32% do Pleito, seguido da Agricultura com 26%.

De 1999 até o ano de 2017, o Banco da Amazônia financiou 389 projetos de pesquisa, com recursos na ordem de R $ 28,6 milhões. O apoio do Banco para o desenvolvimento da região na fronteira com a expansão do poder aquisitivo é de 1,5% das liberações para o fim do Fundo de Investimento da Amazônia (FINAM). ). Em 2004, o Banco iniciou uma campanha de recursos próprios na área, culminando com o lançamento, em 2015, do Edital de Seleção Pública de Pesquisa Científica e Tecnológica, que agora conquistou segunda-feira. No total, uma Instituição contabiliza 389 projetos apoiados, com parcerias com mais de 40 instituições da Amazônia Legal.

Um deles é doutorado em Salomão, do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), em Belém do Pará. Responsável por um dos 18 projetos contemplados no Edital de Pesquisa 2015 do Banco da Amazônia, o pesquisador foi selecionado com o projeto “Desenvolvimento e Disponibilização de Livre Acesso a Software para Restauração de Áreas Degradadas de Reserva Legal (ARL) e de Preservação Permanente (APP ) na Amazônia ”, em novembro passado.

Realizado em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) e a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), o projeto de Rafael Salomão permitiu a criação de um software que torna-se possível a seleção de espécies arbóreas para a restauração de áreas degradadas na região. “Na COP-21, Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, o Brasil comprometeu a retomar os 12,5 milhões de hectares, sendo 4 milhões apenas sem bioma Amazônia, tendo sido este confirmado na COP-23. Com o mesmo exercício que pode ser selecionado como espécies madeireiras e não-madeireiras, mais livre esse processo de restauração. E a contribuição do Banco da Amazônia foi muito oportuna para a au- ture this design and development software ”, enfatiza Rafael Salomão.

O Banco da Amazônia tem feito o mesmo com os editais publicados na segunda-feira e já disponível no site institucional do Banco. A iniciativa pretende dar maior visibilidade e processo de sociedade. O edital de renda é o tipo de investimento financeiro, obedecendo ao seguinte cronograma: de 30 de abril a 31 de maio de 2018 ocorre o período de divulgação e inscrição de propostas, de 1º de junho a 5 de julho acontece como análise das propostas inscritas, e até 16 de julho a divulgação das propostas selecionadas. A recepção de proposta para o Edital 2018 será individual, contando um artigo de avaliação por um pesquisador ou grupo de pesquisadoras públicas ou privadas de ensino superior e / ou pesquisa. Confira os detalhes no site institucional do Banco é www.bancoamazonia.com.br.

Fonte: Ascom/Banco da Amazônia
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Oeste paraense registra queda na criminalidade nesse primeiro trimestre


Dados divulgados pelo Comando de Policiamento Regional 1 (CPR 1) mostram que no primeiro trimestre deste ano houve redução de 39% em relação ao mesmo período do ano passado, em relação as ocorrências de roubo, homicídios e latrocínios registradas nos 13 municípios da área de abrangência. A principal redução se deu em relação aos homicídios. Foram registrados, em 2018, 548 casos, contra 864 registros no mesmo período de 2017. A diminuição dos delitos passa por diversos fatores, entre os principais, a otimização do policiamento ostensivo em áreas de risco, o reforço estrutural, como o emprego de novas viaturas e, também, a efetivação do 35º BPM, em Santarém.

O relatório do Comando mostra que os três primeiros meses do ano têm casos graves de roubo: 36 (2017) e 28 (2018). O que representa uma redução de 22%. O latrocínio, que é o segundo, o código penal, a presença do roubo de todos os tempos, o mesmo ocorreu em outros casos, com menos de um ano de 2017.

De acordo com o comandante da CPR 1, coronel Heldson Tomaso, A deterioração dos índices de criminalidade na região Oeste é o aumento das ações ostensivas, a forte atuação do Programa de Resistência às Drogas e a Violência e o combate ao tráfico de drogas. "O que começou a fazer, a partir de 2018, foi modificar o planejamento para o emprego de policiamento ostensivo em todas as unidades do CPR". A primeira é a questão dos projetos sociais e, principalmente, a linguagem de ação nas comunidades, através da mensagem em relação à resistência às drogas e à violência. estamos fazendo um mapeamento muito interessante na questão do tráfico de drogas, não só em Santarém, mas em várias cidades, com novas perspectivas de entorpecentes. Chegue ao terceiro ponto, uma adaptação do policiamento ostensivo em locais de risco, com uma ajuda do georreferenciamento e da atuação do Niop (Núcleo Integrado). de Operações) é um trabalho intenso, que conta com a colaboração de toda a nossa política.

Reforço

A progressão para o controle ostensivo ganhou reforço com a efetivação, em janeiro deste ano, do 35º Batalhão de Polícia Militar (35º BPM). Até então, apenas o 3º BPM era responsável por fazer o policiamento nos municípios de Santarém, Belterra e Mojuí dos Campos, com uma situação de aproximadamente 330 mil pessoas. "Depois da instalação do 35º BPM, diminuiu a área de atuação da Polícia, com o controle e a fiscalização sobre uma área menor. Com isso, notou-se a redução dos números de roubos e homicídios, principalmente em Santarém", ressalta do coronel Tomaso

Localizado na PA-370 (Rodovia Santarém-Curuá-Una), o 35º BPM é responsável por atender uma área leste de Santarém, além dos municípios de Mojuí dos Campos e Belterra.

Frota

Municípios que fazem parte da área de atuação do CPR 1 receberam no último dia 24, novas viaturas para ajudar no combate a criminalidade. Como 22 novas viaturas (15 para Santarém; 3 para Monte Alegre; 2 para Oriximiná; 1 para Juruti e 1 para Óbidos) foram entregues em Santarém, pelo comandante-geral da PM, coronel Hilton Benigno, que divulgou uma declaração completa da frota estado do Pará.
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domingo, 29 de abril de 2018

As espécies recém-descobertas no Pico da Neblina - e que já correm risco de serem 'estranguladas'



A cena de um urso polar angustiado, ilhado num iceberg cada vez menor - imagem símbolo do impacto do aquecimento global -, poderá se reproduzir com cenário e vítimas diferentes no ponto mais alto do Brasil: o Pico da Neblina, no Amazonas.

Se a temperatura subir na região, explica o zoólogo Ivan Prates, a vegetação densa das áreas baixas amazônicas pode começar a subir a montanha, forçando animais adaptados ao clima frio a buscar refúgio nas áreas mais altas, até que sobre apenas o topo do pico.

Sufocadas pelo aumento da temperatura e pelo avanço de uma floresta onde não são capazes de sobreviver, espécies de sapos e lagartos que só existem na região - e que surgiram milhões de anos antes dos primeiros humanos - podem desaparecer.

"Organismos de montanha são especialmente vulneráveis às mudanças climáticas, porque não têm para onde correr quando aquele ambiente é diminuído. O resultado é a extinção completa", afirma o zoólogo, que faz pós-doutorado no Museu de História Natural do Instituto Smithsonian, em Washington.

Lagarto Céu Noturno, uma das espécies descobertas na expedição ao Pico da Neblina

A BBC Brasil acompanhou uma expedição científica ao Pico da Neblina em novembro passado, quando nove novas espécies foram descobertas por uma equipe composta por Prates e outros 11 biólogos da Universidade de São Paulo (USP). Cinco dessas espécies só existem em ambientes montanhosos.

Ele conta que um dos principais objetivos da expedição era entender como animais sem qualquer parentesco com espécies que habitam as áreas baixas de floresta foram parar na montanha. A resposta ajudará a explicar como a Amazônia se tornou o ambiente mais biodiverso do globo e como poderá ser afetada pelas alterações climáticas.
Enigmas científicos

Com 2.994 metros de altitude, o Pico da Neblina é um tepui, tipo de formação montanhosa mais antigo do planeta, originado no período Pré-cambriano, entre 4,6 bilhões e 542 milhões de anos atrás. É uma formação característica do Escudo das Guianas, que engloba o sul da Venezuela, a Guiana e o extremo norte do Brasil.

A erosão ocorrida ao longo de milhões de anos fez com que os tepuis se tornassem montes isolados e abruptos, com ecossistemas únicos.

Pico da Neblina é um tepui, uma das formações mais antigas da Terra
Algumas das novas espécies encontradas no Pico da Neblina só têm parentesco com animais que vivem em outros tepuis, separados por milhares de quilômetros. Foi o caso de dois lagartos, apelidados pelos pesquisadores de Marrom Gigante e de Céu Noturno - este, por causa dos vários pontos brancos pelo corpo que lembram estrelas.

Segundo Prates, as descobertas reforçam a teoria de que, no passado, os tepuis eram conectados.

Outro lagarto achado pelos cientistas, do grupo Anolis, só tem parentesco com espécies que existem em áreas ainda mais distantes: nos Andes e numa região serrana de Mata Atlântica no Espírito Santo. O lagarto não habita as matas baixas em torno do pico, uma indicação de que não é capaz de suportar climas quentes.

Como explicar que um lagarto do tamanho de um dedo indicador, que não se desloca mais do que algumas dezenas ou centenas de metros ao longo da vida, conseguiu povoar regiões montanhosas tão distantes entre si?

Como uma espécie extremamente adaptada a climas frios de altitude conseguiu atravessar amplas áreas hoje ocupadas pela Caatinga e por florestas baixas e úmidas?

Lagarto apelidado de Marrom Gigante, da família Riolama

"É um grande mistério", diz Prates. "Esses lagartos são uma janela para um passado completamente e desconhecido da América do Sul."

Uma das possibilidades é que, no passado, a Amazônia era mais fria e formada por uma vegetação diferente, que serviu como um corredor entre as montanhas e se estendia inclusive pelo território hoje ocupado pela Caatinga.

"Mas essa é uma hipótese frágil, pois não temos evidência de que essa mata fria realmente existiu", afirma o zoólogo.

Sapo que caminha como lagarto também foi achado no Pico da Neblina

Outra teoria, considerada mais plausível por Prates, é que as montanhas sul-americanas já tenham sido conectadas por um gigante platô. Ao longo de milhões de anos, a formação foi sendo erodida até que só sobraram as áreas mais altas.

"Os animais ficaram isolados no topo dessas montanhas e então começaram a se diferenciar. Os montes que vemos hoje são só os sobreviventes, as relíquias de um platô muito mais alto no passado."

Prates e os outros biólogos que foram ao Pico da Neblina testarão essa hipótese por meio de exames de DNA dos animais coletados. As análises permitirão descobrir quando as espécies aparentadas se diferenciaram. Os dados serão então cruzados com informações geológicas.

Sapo apelidado de Gorducho Cinzento, uma das espécies recém-descobertas por pesquisadores

Do passado à previsão do futuro

O zoólogo diz que os estudos também ajudarão a responder como a Amazônia se tornou tão rica em espécies e como o bioma poderá ser afetado pelas alterações climáticas.

"Se você aprende como os organismos responderam a mudanças ambientas no passado, começa a fazer inferências sobre como responderão a mudanças no futuro."

"Podemos ter uma ideia da velocidade de adaptação dos animais a ambientes novos e sua capacidade de ocupar outros espaços", afirma.

Sapo apelidado de Olhudo Vermelho foi encontrado no topo do pico

No caso do Pico da Neblina, há indícios de que o processo responsável pela configuração de seu ecossistema atual poderá se inverter.

"Assim como há evidências de que os ambientes alpinos (mais frios) desceram a montanha no passado, agora há a possibilidade oposta: de que o ambiente de baixada invada a montanha", explica Prates.

"Se houver um aumento da temperatura de modo que a mata da baixada invada os ambientes alpinos, o que está previsto para acontecer em várias regiões do globo, haverá uma substituição de boa parte da fauna desses ambientes."

"Os bichos no topo da montanha serão estrangulados", alerta. (BBC/Brasil)
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Os 52 políticos investigados na Lava Jato que perderão foro privilegiado se não se reelegerem



Cinquenta e dois políticos com foro privilegiado que estão sendo investigados ou foram denunciados na operação Lava Jato correm o risco de ter seus casos enviados à primeira instância caso não consigam se reeleger em outubro.

A BBC Brasil listou os políticos que estão na mira da força-tarefa mas que, por terem foro privilegiado, respondem em cortes superiores, onde o andamento dos processos costuma ser mais lento. Boa parte do grupo deverá tentar a reeleição, o que garantiria a manutenção do foro privilegiado.

A lista inclui o presidente Michel Temer, três governadores, 12 senadores e 36 deputados federais.

Não estão na lista políticos citados em delações da Lava Jato, mas que tiveram os processos arquivados ou desvinculados da operação, nos casos em que a Justiça avaliou que as denúncias não tinham relação com o desvio de recursos da Petrobras.

Caso os políticos não se reelejam e percam o foro, seus casos podem ser enviados a juízos de primeira instância, entre as quais a 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba, onde atua o juiz Sérgio Moro, responsável por grande parte das condenações na Lava Jato.

Os casos de personagens sem foro privilegiado estão indo a julgamento mais rápido – políticos como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ) já tiveram, inclusive, suas condenações confirmadas em segunda instância.

Eles poderão recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao próprio STF, mas, de acordo com o atual entendimento dos ministros do Supremo, a confirmação da sentença na segunda instância já é suficiente para que o condenado seja preso. Foi por isso que Lula, por exemplo, acabou preso neste mês.

Por enquanto, nenhum caso da Lava Jato foi julgado pelo STF, que tem uma longa fila de processos para julgar. Defensores do foro afirmam, porém, que ser ter o caso analisado diretamente pela mais alta corte do país acaba não sendo necessariamente um privilégio, já que, uma vez condenado, o réu só pode recorrer dentro da própria corte.


Entre o STJ e o STF

O presidente da República, o vice-presidente, deputados federais, senadores e ministros só podem ser julgados pela última instância, o STF, e não por cortes inferiores enquanto estiverem nos cargos. Governadores respondem na segunda corte mais alta, o STJ.

A lista elaborada pela BBC Brasil não contempla quatro governadores envolvidos na operação que já perderam o foro ao renunciar para concorrer a outros cargos em outubro: Geraldo Alckmin (PSDB-SP), Beto Richa (PSDB-PR), Marconi Perillo (PSDB-GO) e Raimundo Colombo (PSD-SC). Todos negam ilegalidades.

No caso do ex-governador paulista, seu caso foi retirado do escopo da Lava Jato e enviado para o Tribunal Regional Eleitoral do Estado, enquanto os demais aguardam uma definição. Condenações por crimes eleitorais costumam gerar penas menores que as da Justiça convencional.

Prefeitos, governadores e presidente da República que queiram concorrer a cargos diferentes dos que ocupam devem renunciar até seis meses antes da eleição. É o caso de Alckmin, que pretende se candidatar à Presidência, e de Richa, Perillo e Colombo, que devem concorrer ao Senado.



A legislação também requer que renunciem até seis meses da eleição candidatos que sejam servidores ou tenham cargos de confiança em órgãos públicos, como ministros e secretários.

Três ministros do governo Michel Temer investigados na Lava Jato não renunciaram a tempo de se candidatar em outubro e só não perderão o foro privilegiado caso continuem em cargos de confiança no próximo governo: Eliseu Padilha (MDB-RS), da Casa Civil, Gilberto Kassab (PSD-SP), da Ciência e Comunicações, e Moreira Franco (MDB -RJ), da Secretaria-Geral da Presidência.

Confira a lista dos políticos envolvidos na operação que podem perder o foro privilegiado se não se elegerem em outubro:

Presidente

Michel Temer (MDB-SP)

Governadores - 3

Renan Filho (MDB-AL)

Robinson Faria (PSD-RN)

Fernando Pimentel (PT-MG)

Senadores - 12

Aécio Neves (PSDB-MG)

Ciro Nogueira (PP-PI)

Edison Lobão (MDB-MA)

Eunício Oliveira (MDB-CE)

Garibaldi Alves Filho (MDB-RN)

Gleisi Hoffmann (PT-PR)

Humberto Costa (PT-PE)

Ivo Cassol (PP-RO)

José Agripino Maia (DEM-RN)

Renan Calheiros (MDB-AL)

Romero Jucá (MDB-RR)

Valdir Raupp (MDB-RO)

Deputados federais - 36

Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)*

Alfredo Nascimento (PR-AM)

Anibal Ferreira Gomes (MDB-CE)

Andres Sanchez (PT-SP)

Arlindo Chinaglia (PT-SP)

Arthur Maia (PPS-BA)

Beto Mansur (PRB-SP)

Cacá Leão (PP-BA)

Carlos Zarattini (PT-SP)

Celso Russomanno (PRB-SP)

Dimas Fabiano Toledo (PP-MG)

Fábio Faria (PSD-RN)

Felipe Maia (DEM-RN)

Heráclito Fortes (PSB-PI)

Jandira Feghali (PCdoB-RJ)

José Carlos Aleluia (DEM-BA)

José Mentor (PT-SP)

José Otávio Germano (PP-RS)

Lúcio Vieira Lima (MDB-BA)

Luiz Fernando Faria (PP-MG)

Luiz Sergio (PT-RJ)

Marco Maia (PT-RS)

Maria do Rosário (PT-RS)

Mário Negromonte Jr. (PP-BA)*

Milton Monti (PR-SP)

Missionário José Olímpio (DEM-SP)

Ônyx Lorenzoni (DEM-RS)

Roberto Balestra (PP-GO)*

Rodrigo Garcia (DEM-SP)

Rodrigo Maia (DEM-RJ)

Sandes Júnior (PP-GO)

Vander Loubet (PT-MS)

Vicentinho (PT-SP)

Yeda Crusius (PSDB-RS)

Waldir Maranhão (PSDB-MA)*

Walter Alves (MDB-RN)

*A Procuradoria Geral da República (PGR) pediu o arquivamento das investigações sobre os deputados, mas o pleito ainda não foi analisado pelo STF.

Fonte: BBC Brasil
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Operação Sáfara 3 vai ocupar áreas com reforço de 800 militares


A partir desta segunda-feira, 30, áreas de grande incidência criminal da capital paraense, nas demais cidades da Região Metropolitana de Belém (RMB) e do interior do Estado serão ocupadas por centenas de homens e mulheres da Polícia Militar, com o início da Operação Sáfara 3. Além disso, a PM adotará a chamada jornada extraordinária na capital e em toda RMB, com a finalidade de colocar mais policiais nas ruas. Serão cerca de 800 policiais adicionados à rotina de policiamento.

A estratégia da Sáfara 3 visa prevenir e conter, sobretudo, os números de registros de homicídios e, para isso, serão direcionados esforços para retirar de circulação drogas. A Operação será desenvolvida na área metropolitana, no âmbito das 1ª e 2ª Regiões Integradas de Segurança Pública (Risps) e contará com o envolvimento de militares dos Comandos de Policiamentos da Capital (CPC) 1, 2 e Região Metropolitana (CPRM).

Pelos índices comparativos do Comando de Policiamento da Capital (CPC) 1, no período de janeiro e abril de 2017, na área do 1º BPM, que envolve bairros como Pedreira, Sacramenta e Telégrafo, foram registrados 80 homicídios, enquanto que no mesmo período deste ano, contabilizou-se 72 casos, números que demonstram uma diminuição de 10%. Enquanto isso, no mesmo período, mas na área do 24º BPM, que reúne bairros como Jurunas, Cremação, Condor, Terra Firme e Canudos, os índices de homicídios cresceram 21% no mesmo quadrimestre: de 71 para 86.

A ofensiva da PM vai basear equipes de batalhões e companhias, de unidades especializadas e especiais, como o Comando de Missões Especiais (CME), da Companhia de Operações Especiais (COE), do Comando de Policiamento Especializado (CPE), com atuação integrada com a Polícia Civil e demais forças estaduais, órgãos municipais e até agências federais, sob a coordenação do Comando Geral da PM e a tutela da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).

Comando


A Operação Sáfara 3 terá à frente o coronel PM Sandro Queiroz, que deixará o Comando de Missões Especiais (CME) da PM e passa a chefiar, oficialmente, a partir do dia 1º de maio, o Departamento Geral de Operações (DGO), comandado há mais de um ano pelo coronel Marco Antônio Rocha, que deve exercer nova função na estrutura da corporação.

De forma integrada ao trabalho já desenvolvido pelas operações de rotina das quais participam Polícia Civil, Grupamento Aéreo da Segup, Guarda Municipal, Detran e demais agências de segurança, as ocupações miram áreas de bairros como Águas Lindas, Terra Firme e Tapanã, mas não somente.

Pelos dados da Segup, em dezembro de 2017, a Secretaria Adjunta de Inteligência e Análise Criminal (Siac) registrou dois homicídios no Icuí, bairro da cidade de Ananindeua considerado “área vermelha”. No mesmo mês, ainda no ano passado, os bairros Almir Gabriel e Decouville, centro e Nova Marituba registraram oito homicídios no município de Marituba.

Sem oferecer detalhes da operação, a fim de resguardar a estratégia das ações operacionais, o novo comandante explica a forma de atuar. “Vamos atuar antenados nas áreas mais problemáticas, que apresentam índices de criminalidade acentuado. Temos previsão de ocupação total de algumas áreas”, adianta Queiroz. “Essas operações miram o vetor maior da dinâmica da criminalidade, que é o tráfico de drogas e, por conseguinte, pretendem quebrar a atuação dos grupos criminosos que brigam por território e geram mortes como consequência”, completou o coronel. (AP)
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4 milhões de contribuintes inda não declararam o Imposto de Renda


A um dia do fim do prazo, cerca de 4 milhões de contribuintes ainda não entregaram a declaração de Imposto de Renda.

De acordo com a Receita Federal, até as 16h deste domingo (29), 24.895.403 contribuintes enviaram suas declarações. A expectativa do Fisco é que até o fim do prazo, às 23h59 desta segunda (30), 28,8 milhões enviem o documento.

Os contribuintes que perderem o prazo estarão sujeitos ao pagamento de multa de, pelo menos, R$ 165,74. O valor máximo a ser cobrado para quem não declara é de 20% do imposto devido.

Quem deve declarar?

Deve declarar o IR neste ano quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2017. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado.

Também deve declarar:


Contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado;
Quem obteve, em qualquer mês de 2017, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
Quem teve, em 2017, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural;
Quem tinha, até 31 de dezembro de 2017, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;
Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês do ano passado e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro de 2017.

Quem optar pela declaração simplificada abre mão de todas as deduções admitidas na legislação tributária, como aquelas por gastos com edudação e saúde, mas tem direito a uma dedução de 20% do valor dos rendimentos tributáveis, limitada a R$ 16.754,34, mesmo valor do ano passado.

Como declarar?


Segundo o Fisco, a declaração pode ser elaborada de três formas:

computador, por meio do Programa Gerador da Declaração (PGD) IRPF2018, disponível no site da Receita Federal do Brasil na internet;
dispositivos móveis, tais como tablets e smartphones, por meio do serviço “Meu Imposto de Renda”, acessado pelo aplicativo “Meu Imposto de Renda”, disponível também a partir desta quinta-feira no Google play, para o sistema operacional Android, ou na App Store, para o sistema operacional iOS;
computador, mediante acesso ao serviço “Meu Imposto de Renda”, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC), com o uso de certificado digital, e que pode ser feito pelo contribuinte ou seu representante com procuração eletrônica.

Para a transmissão da declaração não é necessário instalar o programa de transmissão Receitanet, uma vez que essa funcionalidade está integrada ao programa do IR deste ano, informou o Fisco. Entretanto, continua sendo possível a utilização do Receitanet para a transmissão.

Não é mais permitida a entrega do IR via disquete nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal. A entrega do documento via formulário foi extinta em 2010. (G1)


VEJA OS LIMITES DE DEDUÇÕES NO IMPOSTO DE RENDA 2018
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STF decide nesta semana sobre fim do foro privilegiado a parlamentares

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar na quarta-feira (2) o julgamento sobre a restrição ao foro por prorrogativa de função, conhecido como foro privilegiado, para deputados e senadores. Até o momento, há maioria de oito votos a favor do entendimento de que os parlamentares só podem responder a um processo na Corte se as infrações penais ocorreram em razão da função e cometidas durante o mandato. Caso contrário, os processos deverão ser remetidos para a primeira instância da Justiça.

O julgamento começou no dia 31 de maio de 2017 e foi interrompido por dois pedidos de vista dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, que será o próximo a votar. O relator, Luís Roberto Barroso, votou a favor da restrição ao foro e foi acompanhado pelos ministros Marco Aurélio, Rosa Weber, Cármen Lúcia, Edson Fachin, Luiz Fux e Celso de Mello. Faltam os votos de Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.



De acordo com o voto de Barroso, o foro por prerrogativa dos deputados, previsto no Artigo 53 da Constituição, deve ser aplicado somente aos crimes cometidos durante o exercício do cargo e relacionados às funções desempenhadas. O voto do ministro também prevê que o processo continuará na Corte se o parlamentar renunciar ou para assumir um cargo no governo após ser intimado para apresentar alegações finais.

De acordo com professor da FGV Direito Rio Ivar Hartmann, coordenador do projeto Supremo em Números, a restrição ao foro privilegiado pode permitir que os julgamentos de questões penais que, obrigatoriamente, devem ser julgados pelos colegiados da Corte, sejam mais céleres, diante da menor quantidade de ações. Segundo o professor, devido ao acúmulo de processos, a maioria das decisões do STF são tomadas individualmente pelos ministros.

"Na parte que decide colegiadamente há um gargalo muito sério, nas turmas e no plenário,como essas ações de inquérito com foro que são decididas colegiadamente, tirá-las afetaria positivamente o colegiado”, disse Hartmann à Agência Brasil.

Gargalo

Conforme o estudo Supremo em Números, o tempo de tramitação de uma ação penal em 2016 foi de 1.377 dias, tempo maior que o registrado em 2002, quando o processo era julgado em aproximadamente em 65 dias.

Entre 2012 e 2016, das 384 decisões tomadas em ações penais, a declinação de competência, quando o parlamentar deixa o cargo e perde o foro no STF, representou 60% dos despachos, enquanto as absolvições chegaram a 20%. Condenações ficam em apenas 1%.

O promotor de Justiça e professor de Direito Penal do Complexo de Ensino Renato Saraiva (CERS) Rogério Sanches Cunha explica que o foro por prerrogativa de função foi criado para punir crimes funcionais, mas, ao longo do tempo, deixou passou a ser um privilégio. “Nós banalizamos o foro. Temos mais de 50 mil pessoas com foro por prerrogativa de função", disse o professor.

Sobre as consequências da decisão da Corte, Sanches avalia que as investigações que estão em andamento no STF e que devem seguir para a primeira instância não serão iniciadas novamente e retomadas do ponto em que foram suspensas. Para o professor, os processos devem sofrer algum atraso, mas serão decididos bem mais rápido em relação aos que tramitam no STF. “Num primeiro momento, vai gerar atraso para os casos em andamento, mas será muito menor que o STF”, afirmou.

Lava Jato

Mesmo com a finalização do julgamento, a situação processual dos deputados e senadores investigados na Operação Lava Jato pelo STF deve ficar indefinida e as dúvidas serão solucionadas somente com a análise de cada caso. Os ministros terão que decidir se parlamentares vão responder, na própria Corte ou na primeira instância, às acusações por terem recebido recursos ilegais de empreiteiras para financiar suas campanhas.

Na avaliação do professor Hartmann, existem argumentos jurídicos relevantes a favor e contra a manutenção do foro para crimes cometidos para financiar campanhas. "Interpretar o caso de crime envolvendo financiamento de campanha é um caso onde eu consigo ver argumentações para os dois lados. Há argumentos no sentido de que não é em função [do mandato] ou até não é durante o mandato. Por outro lado, vejo argumentos possíveis no sentido de que a pessoa está usando as prerrogativas cargo para cometer esse crime", avalia.

O caso concreto que está sendo julgado pelo STF envolve a restrição de foro do atual prefeito de Cabo Frio (RJ), Marcos da Rocha Mendes. Ele chegou a ser empossado como suplente do deputado cassado Eduardo Cunha, mas renunciou ao mandato parlamentar para assumir o cargo no município. O prefeito respondia a uma ação penal no STF por suposta compra de votos, mas, em função da posse no Executivo municipal, o processo foi remetido para a Justiça. Na última terça-feira (24), Mendes teve o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). (ABr)
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quarta-feira, 25 de abril de 2018

Concurso do Banpará chega à marca de 94 mil inscritos

O concurso público do Banco do Estado do Pará (Banpará) encerrou no dia 16 as inscrições e chegou à marca de 94.214 inscritos para as 119 vagas ofertadas. O cargo de Técnico Bancário segue como o mais concorrido, com 91.329 candidatos inscritos nos Polos Belém, Marabá, Santarém e Castanhal. Os candidatos poderão imprimir seus cartões de inscrição a partir das 17h desta quinta-feira, 26, no site: www.portalfadesp.org.br, que deverá ser apresentado no dia da prova junto com o documento oficial com foto. A prova objetiva será realizada no dia 6 de Maio para todos os cargos. (Ag. Pará)
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Selo de música Alter do Som chega para atuar com artistas do Tapajós

Primeira iniciativa da gravadora independente é o lançamento de um EP do Grupo Kuatá de Carimbó dia 27/04 seguido de turnê em São Paulo na segunda quinzena de maio




Será na próxima sexta-feira (27), o pré-lançamento do selo Alter do Som, do Grupo de Pau e Corda Kuatá de Carimbó, integrante do Movimento de Carimbó do Oeste do Pará. Com três músicas gravadas no Festival de Carimbó em 2017, o primeiro EP do Kuatá vai ao ar no dia 27 deste mês, inaugurando o canal do selo na Tratore e principais plataformas digitais como Spotify, Deezer e LastFM.

Ainda como parte deste pré-lançamento, o grupo vai a São Paulo para um show em um dos mais importantes espaços de cultura popular brasileira da cidade, o Teatro Brincante dia 25/05 - com participação especial da cantora amapaense Patrícia Bastos e do paraense Manoel Cordeiro - e apresentações na je TREME mon amour no Mundo Pensante (26/05) e no Samba do Sol (27/05). Outros shows ainda estão sendo fechados.

Criado em 2010, na Vila de Alter do Chão (PA), coração da Amazônia, o Kuatá faz um carimbó tradicional e tem como referência os Mestres Verequete, Lucindo, Chico Braga, Chico Malta e Grupo Espanta-Cão. Nesses oito anos de atuação, tocaram com nomes consagrados da música amazônica como Dona Onete, Silvan Galvão, Patrícia Bastos, Trio Manari e Gaby Amarantos, entre outros.

O Kuatá e o selo Alter do Som também levarão para o público paulistano a possibilidade de conhecer e adquirir alguns produtos que fazem referência à cultura regional ligada ao carimbó como a cuia, o banho de cheiro, a mangaratiba (bebida feita com mangarataia, uma espécie de gengibre, limão e mel) e roupas típicas.

Liderada por Hermes Caldeira (banjo/voz) a formação do Kuatá que chega a São Paulo conta com Diogo Borges (banjo/voz/maracas), Sérgio Corrêa (sax), Rudá Nóbrega (curimbó/maracas/reco-reco), Edelson Borari (curimbó/maracas), Erik Erlan (curimbó/caixa) e Luiz Manoel (maracas). Os dançarinos Sandra e Hinho Moreno também fazem parte da trupe.

Para o segundo semestre, Borô, fundador do Espaço Cultural Alter do Chão e um dos organizadores do Festival das Águas, planeja o lançamento oficial do Selo Alter do Som com álbum completo do Kuatá e do Movimento de Carimbó do Oeste do Pará, além do relançamento do álbum do saxofonista Duka. “Venho atuando com os grupos locais no Espaço há mais de sete anos e nesse tempo percebi que existe uma demanda em outros lugares do País pela música regional aqui do Tapajós, especialmente o Carimbó. Decidi então ampliar a minha atuação e viabilizar desde a gravação, passando pela distribuição e comunicação desses artistas. Contando com parceiros para cada etapa, mas fazendo a curadoria e cuidando da qualidade do começo ao fim. Essa será a missão do Selo Alter do Som”, diz Borô.

Fonte: 
f e r v o - comunicação, conteúdo & relacionamento
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Celpa chama atenção de motoristas para evitar acidentes com postes

O número de acidentes de trânsito com quebra de postes de energia, conhecidos como abalroamento, tem sido preocupante

Só este ano, na região oeste do Pará, mais de 53 postes tiveram que ser trocados, após acidentes de carro em vias públicas. O número ultrapassou o do ano passado, quando foram registrados 48 casos.

Situação que além de colocar em risco a vida de motoristas e passageiros, também causa danos à rede de distribuição e à população, porque muitas vezes ocorre interrupção de energia elétrica.

Os abalroamentos acontecem principalmente por conta do excesso de velocidade e motoristas dirigindo sob efeito de álcool e uso de celular.

Para o executivo de manutenção, Clécio Tabaranã, esse tipo de situação gera transtornos à população e desperdícios de investimento. “Os recursos utilizados para repor os postes e seus componentes, poderiam estar sendo empregados na ampliação das ações de melhoria da qualidade de energia fornecida para os clientes”, ressalta.

Quando há quebra de poste e rompimento de fiação, o custo mínimo de material e serviço é superior a R$ 3 mil. O valor total dos reparos e os danos aos clientes devem ser pagos pelo motorista, que quando localizados são acionados judicialmente.

Para evitar maiores transtornos a Celpa desenvolve ações educativas e constrói defensas, que tem o objetivo de amortecer o impacto da colisão dos veículos em acidentes, preservando a vida de motoristas e passageiros, é outra medida adotada pela concessionária, no município.

É importante reforçar que, as pessoas não se aproximem de fios e cabos partidos ou caídos e que não toquem em pessoas ou objetos que estejam em contato com a rede elétrica. Em caso de ocorrências dessa natureza, a concessionária orienta que a população entre em contato pela Central de Atendimento 0800 091 0196, disponível 24 horas por dia. Além disso, disponibiliza os serviços por meio do site celpa.com.br, ou pelo aplicativo, que pode ser baixado gratuitamente para dispositivos móveis como smatphones e tablets.
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segunda-feira, 23 de abril de 2018

Inep aprova 87% dos pedidos de isenção da taxa de inscrição do Enem

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) aprovou 3.318.149 pedidos de isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018, o que representa 87% do total de solicitações. As mais de 500 mil pessoas que tiveram a solicitação de isenção reprovada poderão apresentar recursos até o próximo domingo (29).

A maioria dos pedidos de isenção aprovados foi para estudantes que cursaram todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada e tem renda familiar menor do que um salário mínimo e meio por pessoa. Esse grupo somou mais de 2 milhões de pedidos aprovados.

Os candidatos cursando a última série do ensino médio em escola da rede pública somaram 956 mil isenções e candidatos em situação de vulnerabilidade econômica representaram 269 mil aprovações de isenção. Outros 3,2 mil conseguiram isenção por terem feito o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) no ano passado.

Para ver o resultado do pedido de isenção e entrar com recurso é preciso acessar a página do participante e informar o CPF e a senha cadastrada. O resultado do recurso será divulgado em 5 de maio. Quem teve a isenção aprovada já está liberado do pagamento da taxa, mas deve fazer a inscrição normalmente entre 7 e 18 de maio.

Justificativa de ausência

A partir desta edição, os candidatos que tiveram a isenção no ano passado e não compareceram aos dois dias de prova precisam justificar a ausência para conseguir a gratuidade novamente. Das 208.588 pessoas que acessaram o sistema para justificar ausência no Enem 2017, apenas 8.486 apresentaram alguma documentação.

As demais 200.102 pessoas afirmaram não ter documentos comprobatórios. Das 8.486 justificativas com documentos, 4.141 foram reprovadas pelo Inep. (ABr)
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Acidentes com quedas levaram 161 trabalhadores à morte em 2017

No ano passado, das 349.579 comunicações de acidentes de trabalho (CATs) feitas pelas empresas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), 37.057 se referiam a quedas – 10,6% dos registros.

As ocorrências chamam a atenção pela gravidade. Entre os acidentes fatais de trabalho no último ano, as quedas representaram 14,49% do total. Das 1.111 mortes em ambiente de trabalho registradas no ano passado, 161 foram causadas por quedas.

Os dados revelam que os locais onde mais acontecem acidentes por queda são a construção civil, o transporte de carga, o comércio e hospitais. Esses acidentes geralmente têm relação com escadas, andaimes e estruturas e veículos motorizados. No ano passado, 56 trabalhadores morreram após caírem de andaimes e plataformas e 34 de veículos, como caçambas de caminhões.

Somados os números de acidentes e óbitos causados por quedas entre serventes de obras e pedreiros, trabalhadores da construção civil, foram 1.796 acidentes e 24 mortes em 2017.

De acordo com o Ministério do Trabalho, há regulamentação definida para evitar esse tipo de acidente – que geralmente acontece quando as normas de segurança são desrespeitadas. A norma 35 trata do trabalho em altura e a norma 18 estabelece regras para trabalho na indústria da construção civil.

Os motoristas de caminhão sofreram 1.782 quedas e foram registradas 16 mortes em 2017. De acordo com especialistas do Ministério do Trabalho, as quedas mais graves entre esses profissionais ocorrem durante a manipulação da carga e na subida e descida da carroceria. Isso poderia ser evitado com a instalação de cabos de aço, conhecidos como “linha de vida” ou outros pontos seguros de ancoragem para o uso de cinto de segurança contra quedas. (ABr)
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Parcelamento de dívidas de micro e pequenas empresas é regulamentado

O Comitê Gestor do Simples Nacional publicou hoje (23), no Diário Oficial da União, a regulamentação do Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. A adesão ao programa poderá ser feita até o dia 9 de julho de 2018, de acordo com os procedimentos que serão estabelecidos pela Receita Federal, PGFN, Estados e Municípios.

No último dia 3, o Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Michel Temer ao projeto que institui o refinanciamento dos débitos de micro e pequenos empresários, o chamado Refis das Micro e Pequenas Empresas. Com a rejeição do ato presidencial, os empresários podem alongar as dívidas com a Receita Federal. Apesar de ter vetado integralmente o projeto de lei, o presidente Temer já havia se manifestado, há algumas semanas, favoravelmente à derrubada do próprio veto, posição que foi confirmada em plenário pelo líder do governo no Congresso, deputado André Moura (PSC-SE).
Os débitos apurados no Simples Nacional até a competência de novembro de 2017 poderão ser parcelados em até 180 parcelas mensais.

As cinco primeiras parcelas vencerão a partir do mês de adesão, correspondendo a 1% da dívida consolidada, corrigidas pela taxa básica de juros, a Selic.

Caso o contribuinte não pague integralmente os valores correspondentes a 5% da dívida consolidada (com as devidas atualizações), o parcelamento será cancelado.

O saldo restante (95%) poderá ser liquidado integralmente, em parcela única, com redução de 90% dos juros de mora, 70% das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios; parcelado em até 145 mensais e sucessivas, com redução de 80% dos juros de mora, 50% das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios; ou parcelado em até 175 mensais e sucessivas, com redução de 50% dos juros de mora, 25% das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios.

A escolha da modalidade ocorrerá no momento da adesão e será irretratável, informou a Receita Federal.

O valor da parcela mínima será de R$ 50,00 para o microempreendedor individual - MEI e de R$ 300,00 para as demais microempresas e empresas de pequeno porte. As parcelas serão corrigidas pela Selic.

A Receita lembra que a adesão ao programa suspende eventual termo de exclusão do Simples Nacional, inclusive Ato Declaratório Executivo, que estiver no prazo de regularização de débitos tributários, que é de 30 dias a partir da ciência do respectivo termo.

Os pedidos serão direcionados à RFB, exceto com relação aos débitos inscritos em Dívida Ativa da União, os quais serão parcelados junto à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional; de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) encaminhados para inscrição em dívida ativa dos Estados ou Municípios, em virtude de convênio com a PGFN, que serão parcelados pelos estados e municípios.

A Receita ressaçta ainda que o pedido de parcelamento implicará desistência compulsória e definitiva de parcelamento anterior (até a competência de novembrode 2017), sem restabelecimento dos parcelamentos rescindidos caso o novo parcelamento venha a ser cancelado ou rescindido.

O MEI deve entregar a Declaração Anual do Simples Nacional – DASN-SIMEI para os períodos objeto do parcelamento. (ABr)
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domingo, 22 de abril de 2018

Pavimentação e pontes em concreto garantem mobilidade e segurança nas estradas



Mais de R$ 500 milhões por ano estão sendo investidos na malha viária do Estado do Pará. O objetivo principal, além de melhorar as condições de mobilidade, é trazer mais comodidade e segurança aos moradores dos municípios por onde as rodovias passam, e a motoristas e passageiros. A Secretaria de Estado de Transportes (Setran) criou três projetos para investir o montante de verba direcionada à malha viária: Manutenção Integral, Asfalto na Estrada e Pontes Concretas.

O titular da Setran, Kléber Menezes, informa que, ao longo do governo Simão Jatene, construção e reconstrução de pontes têm sido prioridade. “Com o passar dos anos, a característica da malha viária do Estado mudou. Hoje, o número de carretas que trafegam por elas aumentou muito, assim como o peso da carga, o que vem inviabilizando o uso de pontes de madeira, algo muito presente no Pará. O que vinha ocorrendo era a quebra dessas pontes e, consequentemente, o bloqueio de estradas, causando enormes prejuízos à população, aos trabalhadores e a todo o sistema que precisa das estradas. Por isso, optamos por dar prioridade às pontes”, explica o secretário.

Existem 712 pontes no Pará, totalizando 25.773 metros. A maioria interliga trechos de estradas. Dessas pontes, 247 já são em concreto, 88 foram erguidas com material misto e 37 estão em obras. “Até o final de 2017 concluímos 75% das obras em pontes. Atualmente, temos 78 pontes em construção, um investimento de R$ 129 milhões, para que até o final deste ano o Estado tenha 90% das pontes em concreto. A ideia é que, em 2019, sejam atingidos os 100%”, frisa Kléber Menezes.

Só na região do Baixo Tocantins os investimentos, em quatro anos de Governo Simão Jatene, somam R$ 500 milhões. "São cerca de R$ 125 milhões por ano. Nos últimos três, já entregamos a primeira ponte de Igarapé-Miri, na PA-151, contemplando a recuperação integral com acostamento nos 33 quilômetros da rodovia, no trecho que vai da rotatória da Alça Viária até Moju; reconstruímos a ponte Moju-Cidade, abalada em função de acidente com uma embarcação, e recuperamos integralmente a PA-151 na rotatória do Arapari até a cidade de Barcarena, entre outras grandes obras", destaca.

O secretário também cita algumas obras em andamento que deverão ser entregues até o final deste ano. "Estamos avançando com a recuperação da PA-483, do trevo do Peteca até a Vila do Conde; a pavimentação da PA-252, resultado de um investimento de R$ 80 milhões, e a construção de sete pontes em concreto que ligam Igarapé-Miri à Vila Maiauatá, trabalho que deverá ser concluído até agosto deste ano. Inclusive, já temos a autorização do governador para o revestimento asfáltico nesses 18 quilômetros, orçado em R$ 30 milhões", acrescenta.

Pavimentação - Outra frente de trabalho da Setran é o projeto “Asfalto na Estrada”, que leva pavimentação a localidades do interior, priorizando trechos urbanos das estradas. “Infelizmente, não temos recursos para dar conta de asfaltar toda a malha viária, por isso asfaltamos e construímos acostamentos nos trechos urbanos dos municípios. Assim é possível atender a população, diminuir a poeira nos períodos de verão e eliminar os alagamentos e a lama no período mais chuvoso, dando mais conforto e segurança a todos”, diz Kléber Menezes.

Essa frente de trabalho chegará à Rodovia PA-449, que liga os municípios de Conceição do Araguaia e Floresta do Araguaia. “Essa estrada possui 115 km, o que precisaria de R$ 250 milhões para que fosse completamente asfaltada, ou seja, metade do que tenho por ano para gastar em todo o Estado. Isso demonstra o quanto precisamos fazer escolhas, por isso escolhemos os trechos urbanos, levando conforto e segurança às pessoas que, em sua maioria, se concentram nesses trechos, contribuindo para deixar as cidades mais limpas”, complementa o titular da Setran.

Malha viária – O Pará possui 125 rodovias, com somam 7.352,52 km, dos quais 3.403,28 km são pavimentados; 3.715,78 km não têm pavimentação e 233,75 km estão em obras. Segundo o secretário, “para pavimentar todas as vias seriam necessários investimentos multimilionários. Mas o Estado vem trabalhando para que até o final deste ano mais da metade estejam totalmente asfaltadas”.

O projeto “Manutenção Integral” visa manter as estradas e rodovias com boa trafegabilidade, realizando serviços de recuperação asfáltica ou aterramento, construção e conserto de bueiros e pontes.

“Temos contratos com empresas de pavimentação, terraplenagem e que fazem as pontes. Contratos sobre demanda, para que seja possível a pronta resposta na recuperação de trechos de estradas, bueiros e pontes”, informa Kléber Menezes.

Um exemplo da celeridade no atendimento a essas demandas é a obra de recuperação de 15 metros da PA-256, próximo à entrada do município de Paragominas, destruídos no último dia 12 pela enxurrada que atingiu a cidade. A tubulação que escoava as águas do Rio Capim também foi danificada.

Obras em outras regiões - Na região de Itaituba, no sudoeste paraense, a Setran continua trabalhando na Transgarimpeira, em parceria com a Prefeitura Municipal, fazendo a manutenção do revestimento primário e compactação, limpeza lateral, regularização da plataforma, com abertura de valetas e correção de grade ao longo dos 190,3 km da via, no trecho entre Moraes de Almeida (BR-163, a Santarém-Cuiabá) e o Crepurizão.

Segundo José Merabeth, engenheiro responsável pela Chefia do 3º Núcleo Regional, duas pontes ao longo da estrada também estão sendo reformadas e 12 construídas. “O investimento estadual supera R$ 2 milhões, e já temos, aproximadamente, 66% das obras finalizadas”, garante.

Na jurisdição do 6º Núcleo Regional, sediado em Conceição do Araguaia, o chefe Jorge Rodrigues acompanha as obras de conservação preventiva no sul do Pará. “Estamos tapando os buracos provocados pelas chuvas na PA-279, entre Xinguara e Ourilândia do Norte, e realizando a terraplenagem no trecho de Tucumã a São Félix do Xingu, na mesma rodovia”, informa Jorge Rodrigues, acrescentando que está sendo reconstruído o meio-fio da rodovia PA-287, à altura do município de Redenção.

Fonte: Agência Pará
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Morte de professor da rede pública durante abordagem policial é investigada


A Corregedoria da Polícia Militar e a Polícia Civil investigam a morte do professor Wilson Pires, assassinado na última sexta-feira (20), em São Miguel do Guamá, nordeste do Estado. Segundo as primeiras informações, ele teria sido perseguido por policiais militares em motos, que estariam a procura de assaltantes em um veículo semelhante ao da vítima. A PM informou que os três militares envolvidos na ação foram afastados das funções e responderão em liberdade.
A Polícia Militar disse que as investigações estão sendo feitas e que nenhuma informação será descartada até que as circunstâncias do fato sejam esclarecidas. O corpo da vítima foi velado em Belém e enterrado na manhã deste domingo (22), em um cemitério de Marituba.

De acordo com o Sindicato das Trabalhadoras e Trabalhadores em Educação do Pará (Sintepp), Wilson era professor no município de Paragominas. Ele voltava para Belém após cumprir uma semana de trabalhos no município, na noite de sexta, e começou a ser perseguido quando atravessava a cidade de São Miguel do Guamá.

Rigor nas investigações

O Sintepp lamentou, em nota, a "brutal morte" do docente, prestou solidariedade aos familiares e amigos e disse que vai cobrar o andamento das investigações. "Exigimos a apuração rigorosa e a responsabilização e punição do Governador Simão Jatene e de todos os agentes públicos envolvidos pelo assassinato do Wilson Pires, pois entre as informações precedentes se fez referência de que as motos utilizadas pela PM não possuem equipamentos luminosos, que inclusive são obrigatórios; o que pode ter influenciado na não identificação dos policiais por Wilson, uma vez que era noite", diz a nota. (G1)
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Autorizado o concurso público da Polícia Federal com 500 vagas


O Ministério da Segurança Pública publicou no Diário Oficial da União, que a Polícia Federal (PF) está autorizada a realizar um novo concurso público. Na portaria 8.380, é informado que serão abertas 500 vagas para nível superior para os cargos de delegado de polícia federal (150), perito criminal federal (60), escrivão de polícia federal (80), papiloscopista policial federal (30) e agente de polícia federal (180). De acordo com a PF, o processo de contratação da organizadora do concurso público já está em andamento. O edital deve ser aberto em até seis meses, a contar da data de publicação da autorização.

Ainda de acordo com a portaria, a Diretoria de Gestão de Pessoal da PF informou que o número de vagas abertas nos cargos policiais do órgão excede a 5%; o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão também informou a existência de disponibilidade orçamentária para despesas com o provimento de 500 cargos, a fim de viabilizar a realização de concurso público da Polícia Federal.

Segundo a PF, esta é a primeira vez que o concurso para o órgão é autorizado pelo diretor-geral da Polícia Federal. Esta alteração está prevista no Decreto 6944/2009 que estabelece, entre outros, a prerrogativa do Diretor-Geral da PF para autorizar a realização de concursos público e decidir sobre o provimento de cargos, bem como expedir os atos complementares necessários para este fim.
O último concurso da PF foi lançado em 2012 e ofereceu 1.200 vagas, sendo 350 para escrivão, 150 para delegados, 100 para papiloscopista, 100 para perito e 500 para agente. A banca organizadora deste concurso foi o realizado pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB).

Anúncio do ministroA autorização foi divulgada dois dias após o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmar que os concursos da PF e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) seriam lançados ainda neste primeiro semestre de 2018. O anúncio foi feito durante o lançamento do livro “Reflexões sobre Justiça e Educação”, na biblioteca do Supremo Tribunal Federal, na quarta-feira (18/4).


Polícia Rodoviária FederalAlém do concurso da PF, também está previsto para esse primeiro semestre a autorização para o concurso para a Polícia Rodoviária Federal (PRF) que ainda aguarda autorização oficial do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. O Correio Braziliense entrou em contato com a PRF, para saber sobre o andamento da autorização e do edital do concurso, mas a assessoria não respondeu até o momento de publicação desta matéria. (CB)
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Campanha de vacinação começa nesta segunda-feira


Idosos, crianças após seis meses e menores de 5 anos, grávidas, professores e trabalhadores da área da saúde estão entre os públicos prioritários para vacinação contra a gripe, que começa nesta segunda-feira (23). A 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza, promovida pelo Ministério da Saúde (MS), disponibiliza as vacinas nas Unidades Básicas de Saúde, mantidas pelas prefeituras, até 1º de junho.

A especialista Tanise Maia destaca a importância da imunização para doenças como a gripe, não apenas para idosos, mas para todos os grupos prioritários. “No entanto, os idosos estão em situação mais vulnerável, devido ao sistema imunológico estar mais debilitado”, ressalta.

A vacina evita complicações causadas pelo vírus Influenza, como pneumonia. “Essa doença é muito comum em idosos acamados. A pneumonia acomete 2,5% de idosos por ano no País. Mas ela pode ser prevenida de forma muito simples: com vacina de combate à gripe”, informa a médica, para quem a desinformação é o problema mais comum na faixa etária a partir dos 60 anos. “Muitos idosos desconhecem ou se recusam a tomar as vacinas. Por isso, prevenir ainda é a melhor atitude. Nós indicamos a imunização”, reitera Tanise Maia.

Atualização - Infectologista do Hospital Jean Bitar, Luciene Sambrano Primo alerta para necessidade de atenção especial com os idosos. ”É um dos públicos-alvo que menos procura a imunização”, garante a médica, informando que dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) estimam que até 2020 o número de idosos será maior que o de crianças abaixo de 5 anos.

“Portanto, é necessário atentar para a prevenção dos idosos a cada ano, porque o processo de renovação dos vírus é periódico, e se faz necessária a atualização dessas vacinas”, explica Luciene Sambrano Primo. Segundo ela, as vacinas mais importantes são as que imunizam contra hepatite B, gripe, febre amarela e pneumocócica.

A equipe multiprofissional do HJB realizou de janeiro a março deste ano 6.598 atendimentos ambulatoriais, sendo 334 em geriatria e 300 em pneumologia.

Durante o período de vacinação contra o vírus Influenza, os funcionários, usuários e acompanhantes receberão no “Jean Bitar” orientações sobre a importância da imunização. (G1)
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Estado vai oferecer mais de 5.700 vagas em 22 concursos públicos



O Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Administração (Sead), vem trabalhando para realizar 22 concursos públicos ainda neste ano. São 5.765 vagas ofertadas, em cargos da administração direta e indireta. “Com esses 22 concursos, nós cumprimos todos os termos de ajustamento de conduta com o Ministério Público Estadual, e esses novos profissionais já vão estar aptos a ingressar nos quadros da administração a partir de janeiro de 2019”, informa a secretária de Estado de Administração, Alice Viana.

O concurso com maior número de vagas ofertadas (2.112) é o da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), específico para professores, que está sendo realizado pela empresa Consulplan, vencedora da licitação. O edital foi aberto no último dia 20 de março, e as inscrições começaram no dia 26 de março e prosseguem até 2 de maio. Outro concurso em andamento é para preenchimento de cargos na Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe), com 469 vagas. A primeira etapa do concurso foi iniciada em 11 de março.

Em elaboração - O Diário Oficial do Estado (DOE) publicou, no início de abril, o termo de homologação dos concursos para as secretarias de Estado de Administração (Sead), Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster) e de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), com editais que devem ser divulgados em breve.

Os valores dos contratos são de R$ 150.696,00 para a Sead; R$ 23.814,00 para a Seaster e R$ 861.642,00 para a Semas. Esses três órgãos devem ofertar 344 vagas para cargos de nível médio e superior, com remuneração que varia de R$ 1.037,00 a R$ 2.727,54. De acordo com o DOE, os concursos da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) e Hospital Ophir Loyola (HOL) serão realizados pelo Instituto AOCP.

O Hospital Ophir Loyola e a Sespa devem oferecer, juntos, 552 vagas de nível médio e superior, sendo 130 para a Sespa e 422 para o Ophir Loyola, com salários que vão de R$ 1.004,98 a R$ 3.247,70.

Secom – Também no início de abril foi publicado no Diário Oficial do Estado o nome da banca organizadora do primeiro concurso público para a Secretaria de Estado de Comunicação (Secom). A vencedora da licitação é a Assessoria em Organização de Concursos Públicos (AOCP).

A data de publicação do edital ainda não está definida. O concurso, que será realizado a partir de julho, ofertará 5 vagas para o cargo de jornalista, uma para relações públicas e uma para publicitário. Para concorrer, os interessados devem ter diploma de formação superior nas áreas específicas. A remuneração fica em torno de R$ 2.931,32. O processo será por meio de prova objetiva, teste discursivo e avaliação de títulos. As provas serão realizadas em Belém. A expectativa é de 750 inscritos para cada vaga.

“Com a realização desses concursos, o Estado assegura a renovação de sua força de trabalho, mantendo o quadro de servidores permanentes e dando mais qualidade à execução das políticas públicas. O contrato de um servidor temporário é de um ano, prorrogável por mais um. Então, sempre temos que fazer processos seletivos para substituir os que estão vencendo os dois anos. É importante esse provimento por servidores efetivos porque assegura essa continuidade da prestação de serviços da forma constitucionalmente prevista”, afirma Alice Viana.

Concursos em andamento


Seduc (docente) – nível superior: 2.112 vagas. Total: 2.112 vagas.

Susipe (agente prisional) – nível médio: 500 vagas. Total: 500 vagas.

Demais cargos – nível superior: 202 vagas / nível médio: 267 vagas. Total: 469 vagas.

Editais em elaboração
Fundação Hemopa – nível superior: 40 vagas / nível médio: 46. Total: 86 vagas.

Fundação Santa Casa – nível superior: 160 vagas / nível médio: 132 vagas. Total: 292 vagas.

Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna – nível superior: 88 vagas / nível médio: 22. Total: 110 vagas.

Igeprev – nível superior: 74 vagas. Total: 74 vagas.

Arcon – nível superior: 4 vagas / nível médio: 30. Total: 34 vagas.

Adepará – nível superior: 13 vagas / nível médio: 37. Total: 50 vagas.

Sead - nível superior: 44 vagas / nível médio: 06 vagas. Total: 50 vagas.

Seaster – nível superior: 5 vagas / nível médio: 4 vagas: Total: 09 vagas.

Hospital Ophir Loyola - nível superior: 422 vagas / nível médio: 204 vagas: Total: 626 vagas.

Sespa - nível superior: 130 vagas / nível médio: 17 vagas: Total: 147 vagas.

Secom - nível superior: 7 vagas: Total: 7 vagas.

Uepa (administrativo) - nível superior: 180 vagas / nível médio (administrativo): 71 vagas: Total: 251 vagas.

Uepa (docente) - nível superior: 300 vagas. Total: 300 vagas.

Fundação Carlos Gomes - nível superior: 90 vagas. Total: 90 vagas.

Semas - nível superior: 253 vagas / nível médio: 32 vagas: Total: 285 vagas.

Concursos em licitação

Detran - nível médio: 100 vagas: Total: 100 vagas.

Fasepa - nível superior: 47 vagas / nível médio: 22 vagas: Total: 69 vagas.

CPC Renato Chaves - nível superior: 88 vagas / nível médio: 10 vagas: Total: 98 vagas.

Polícia Civil - nível superior: 11 vagas. Total: 11 vagas.
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Caça de pato selvagem tem ameaçado vida de ribeirinhos


Com tiros, invasores ainda não identificados tem amedrontado moradores da região de Urucurituba durante as madrugadas. Segundo relatos de comunitários, são efetuados muitos de disparos

Os registros da caça ao pato-do-mato ou silvestre cientificamente chamado de cairina moschata, começaram este ano na região. A perseguição à ave de grande valor comercial é proibida assim como alimentar a espécie.

Apesar de proibidas, as caças tem se intensificado nos últimos meses, durante a madrugada. Além do barulho que incomoda o descanso dos moradores, há o risco de baleamento na região.

Segundo a pesquisadora da Sapopema, Wandicleia Lopes, os moradores estão organizados na tentativa de identificar quem são os caçadores para denunciar aos órgãos competentes, porque "isso prejudica o equilíbrio do ecossistema e coloca em risco a vida dos pescadores" - destaca.


Na última reunião realizada na comunidade Piracauera de Cima - Região do Urucurituba, entre os comunitários Semma, Instituto de Pesquisa da Amazônia/Baixo Amazonas (Ipam/BAM), Colônia de Pescadores de Pescadores Z-20, Sapopema e Ufopa, os moradores pediram apoio à secretaria Municipal de Meio Ambiente para fiscalizar a comunidade que sofre constantes invasores - que não se restringem a caça aos patos, mas também a pesca predatória.

Outra preocupação tem sido quando a criação de bufalos na região, que danifica o anigais e lagos da região.

Sobre a espécie
O pato selvagem ou pato-do-mato, tem aproximadamente 85 centímetros de comprimento e chega a 1,20 metro de envergadura. O macho pesa uma média de dois quilos e a fêmea, um quilo. O corpo é praticamente todo preto. Só é possível ver a cor branca com as asas abertas e o vermelho aparece ao redor dos olhos. O pato selvagem não gosta de ninguém por perto.

Essa espécie que vive hoje sob a proteção da lei já foi domesticada segundo relatos de padres jesuítas por índios brasileiros que criavam patos selvagens.

Fonte: Ascom/Sapopema/Samela Bonfim
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terça-feira, 17 de abril de 2018

Celpa beneficiou mais de 16 mil famílias das zonas rurais do Pará em 2017


Por meio do Luz para Todos, a concessionária levou energia a lugares distantes e possibilitou desenvolvimento socioeconômico de milhares de famílias

“Não era nada fácil. A gente usava lamparina e quando acabava o gás era preciso ir lá em Santarém e as vezes era ruim de ônibus, só tinha pau de arara. Os nossos alimentos estragavam porque não tinha geladeira. Era uma vida muito difícil, não gosto nem de lembrar”. Até o ano passado essa era a situação do agricultor Valdeci Nascimento da Costa, que mora na comunidade do Perema, distante 10 quilômetros de Santarém. Atualmente, o trabalhador rural vive uma realidade muito diferente, pois é um dos clientes da Celpa que foi beneficiado pelo Programa Luz para Todos, que leva energia elétrica às zonas rurais dos municípios paraenses.

Com a possibilidade de comprar equipamentos que o ajudam na agricultura e dão mais qualidade de vida aos seus familiares, como é o caso da geladeira e da TV, Valdeci faz parte das mais de 16 mil famílias de zonas rurais que receberam energia elétrica de qualidade em suas casas em 2017. Esse total colocou a Celpa em segundo lugar no ranking anual elaborado pelo Ministério de Minas e Energia, que elenca as concessionárias do Brasil que mais realizaram ligações do Luz para Todos no ano passado. A região com mais atendimentos no Pará foi o entorno da Usina de Belo Monte, com mais de cinco mil ligações.

No Pará, desde a sua criação em 2003, o Programa, por meio da Celpa, já superou a impressionante marca das 417 mil ligações, beneficiando diretamente mais de 2 milhões de pessoas. Esse total de ligações representa cerca de 16% dos clientes da concessionária. E diante da importância de levar a luz para as comunidades rurais, ribeirinhas, pequenos agricultores e indígenas, a empresa lança mão de um robusto investimento. Desde 2012, ano em que a distribuidora passou a ser gerida pela Equatorial Energia, já foram investidos mais de R$ 800 milhões no programa, o que possibilitou mais de 83 mil famílias atendidas.

O presidente da Celpa, Nonato Castro, destaca a importância que a empresa dá ao Programa. “Desde 2014, nós estamos sempre entre as duas primeiras colocações do ranking do Ministério. E isso ressalta o quanto é importante a gente estar contribuindo para o desenvolvimento econômico e social das áreas beneficiadas. A chegada da energia fomenta a integração de programas sociais e ações de atendimento de serviços básicos como educação, saúde, abastecimento de água, e ainda as políticas de incentivo à agricultura familiar, aos pequenos produtores e comerciantes locais”, avalia Nonato.

Hoje, a única serventia da lamparina de Valdeci é a lembrança de uma época difícil e de poucas possibilidades e sonhos. “Antes até para ver notícias no jornal e ficar sabendo das coisas que acontecem no mundo a gente tinha que andar vários quilômetros, agora tenho acesso a tudo isso aqui de dentro da minha casa. E eu agradeço a Celpa e a todos os envolvidos por trazerem energia para a minha casa e para as famílias que moram aqui na comunidade”, comemora o agricultor.

PROJEÇÕES – Em 2018, a Celpa planeja dobrar o número de famílias beneficiadas pelo Luz para Todos no Pará, em relação ao ano passado. Ao todo, a empresa deve realizar mais de 34 mil novas ligações e a grande novidade será a conclusão do atendimento através de sistemas individuais de geração de energia solar na Reserva Extrativista Verde Para Sempre (RESEX), localizada em Porto de Moz, no oeste do Pará.

Por meio da iniciativa, que já vem ocorrendo desde no ano passado na RESEX, devem ser atendidas mais de duas mil famílias com os chamados sistemas fotovoltaicos (energia solar). Escolas municipais, postos de saúde e centros comunitários instalados no interior da reserva estarão entre os beneficiados. As ilhas do entorno de Tucuruí, no sudeste do Pará também terão atendimento do Luz para Todos através de energia solar.

COMO TER ACESSO AO PROGRAMA - Os moradores de áreas rurais que ainda não possuem energia elétrica, podem fazer o pedido da ligação diretamente à Celpa. Para o cadastro, que é gratuito, deve ser apresentado o documento de identificação e o endereço da propriedade a receber a ligação. A partir daí os pedidos serão encaminhados ao Ministério de Minas de Energia, para que as obras sejam realizadas de acordo com os critérios de prioridades definidos pelo Programa.

Fonte: Ascom/Celpa
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