sexta-feira, 25 de maio de 2018

Alcoa realiza ação ambiental durante o Abraça Juruti


Durante a jornada de prestação de serviços itinerantes do Projeto “Abraça Juruti: Segurança e Cidadania no Bicentenário”, realizado pelo Departamento Municipal de Trânsito de Juruti, a Alcoa fez a doação de 1.500 mudas de plantas frutíferas e ornamentais e sacos de adubo orgânico à comunidade.

As mudas foram trocadas por garrafas pet vazias para posterior reciclagem por cooperativa local. Para Rogerio Ribas, gerente de Relações Institucionais da Alcoa Juruti, deixar a cidade limpa, arborizada e ainda garantir matéria-prima para a reciclagem, são maneiras simples de exercer a cidadania e de respeitar o meio ambiente.

“A ação mostrou que é possível construir ações conjuntas entre diferentes órgãos, mesmo que minimamente, mas com resultados que atendam às necessidades da população, principalmente dos menos favorecidos”, declarou José Maria Melo, secretário municipal de Governo de Juruti.

Fonte: Divulgação/Alcoa
Compartilhar:

Ouro ilegal: Justiça mantém bloqueio de R$ 72 milhões em bens da Ourominas


Danos causados por garimpo na floresta. Foto: Helena Palmquist/Ascom/MPF-PA

A Justiça Federal negou o pedido feito pela empresa 
Ourominas Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários LTDA (Ourominas DTVM) para que fosse suspenso o bloqueio de bens a que ficou sujeita depois da descoberta de que sua subsidiária em Santarém comprou grandes quantidades de ouro de garimpos ilegais da região oeste do Pará. O bloqueio atinge R$ 72 milhões do patrimônio da empresa. 

O valor foi calculado com base no aproveitamento econômico apenas do posto de compra de ouro de Santarém. A empresa, ao pedir o levantamento do bloqueio, argumentou que o valor era desproporcional ao seu valor de mercado e que poderia acarretar na extinção da Ourominas DTVM. Mas não apresentou nenhum documento para comprovar tais alegações.

Em síntese, a Ourominas afirma que o bloqueio corresponde a quatro vezes o seu patrimônio líquido; pede que a Justiça envie ofício à Comissão de Valores Mobiliários para confirmar sua situação financeira; e diz que não tem responsabilidade pela conduta de seus representantes em Santarém.

A decisão judicial ressalta que, embora apresente tais alegações, a empresa não juntou qualquer documentação comprobatória que as confirmem, como extratos bancários, balancetes, demonstrativos contábeis. “Assim, indefiro o pedido, ressalvada a possibilidade de sua reapreciação, caso juntados documentos comprobatórios. No mais, incabível a este juízo diligenciar, junto à CVM ou qualquer outro órgão, informações sobre as informações financeiras da requerente”, diz a decisão.

A decisão faz a ressalva de que o bloqueio de bens atinge a Ourominas nacionalmente, mas a suspensão das atividades vale apenas para o posto de compra de ouro de Santarém, de responsabilidade de seus representantes locais. A empresa pode continuar operando em outros locais do país e através de outros representantes.

O bloqueio de bens da Ourominas foi fruto de investigação conjunta do MPF e da Polícia Federal. No início do mês, foram feitas buscas e apreensões em vários endereços em Santarém e Itaituba, como parte de uma operação para combater a venda de ouro extraído ilegalmente na região do Tapajós.

Em Santarém, os investigadores concluíram que, em dois anos, entre 2015 e 2017, o posto de coleta de ouro da Ourominas comprou mais de R$ 72 milhões em ouro ilegal. Em 2015, 100% do ouro comprado pelo posto era de origem clandestina. A Justiça Federal ordenou o bloqueio de bens de Raimundo Nonato da Silva, da Ourominas e da RN da Silva Representações, principais investigados nesse caso. Todas as transações comerciais e bancárias foram feitas com utilização do CNPJ da Ourominas nacional. Entre os crimes investigados, há usurpação de bens da União, falsidade ideológica, receptação qualificada e organização criminosa.

As investigações foram iniciadas após operações de combate a garimpos ilegais de ouro na zona de amortecimento da Terra Indígena Zo’é, uma região no entorno do território indígena onde são vedadas atividades de exploração madeireira ou garimpeira. As operações reuniram MPF, PF, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e Fundação Nacional do Índio (Funai). Os garimpeiros flagrados trabalhando nas áreas clandestinas revelaram em depoimentos à PF que vendiam o ouro extraído ilegalmente para a Ourominas em Santarém, que exigia apenas o CPF e o RG do vendedor, dispensando as exigências previstas em lei para atestar a origem do ouro.
Os investigadores constataram que a prática de comprar ouro sem documentação de origem correspondeu a 100% do ouro comprado pela Ourominas, no escritório de Santarém, em 2015. Para fazer frente ao volume de negociações, de acordo com depoimentos obtidos, eram feitos saques diários de R$ 500 mil.

A bacia do rio Tapajós está no topo do ranking de garimpo ilegal no Brasil. São centenas de garimpos ilegais, muitos dentro de áreas protegidas como Terras Indígenas e Unidades de Conservação. Nesses locais verificam-se condições de trabalho insalubres, exploração sexual, despejo de material tóxico (metais pesados) diretamente nos rios e igarapés, contaminando fauna, flora e comunidades humanas, com impactos sobre a organização social de povos indígenas e as condições ambientais.

As informações são do MPF
Compartilhar:

No Dia da Indústria, Estado reforça a atração de investimentos e de empregos


Rico em recursos naturais, o Pará apresenta o histórico de uma economia predominantemente extrativista e exportadora de matérias-primas. Mas o Governo do Estado vem estabelecendo bases para mudar este cenário, com vistas a alcançar a industrialização, por meio de projetos que articulam a verticalização (beneficiamento dos produtos in natura) em solo paraense. Além da posição de estado exportador, o Pará tem como meta alcançar o status de estado industrializador. Para tanto, o Programa Pará 2030, lançado em 2016, tem alinhado diversas ações de incentivos fiscais, produção, pesquisa e capacitação da mão de obra como estratégias para atrair grandes empresas e promover a geração de empregos. Segundo dados do Departamento Interestadual de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), no ano passado, foram geradas 1.276 vagas na indústria.

Na última semana, durante a 9ª edição da Feira do Empreendedor, o Governo do Estado formalizou um termo de compromisso para a instalação de um novo empreendimento no setor de piscicultura em Cachoeira do Arari, no arquipélago do Marajó. A região de menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Pará segue atraindo investimentos para o desenvolvimento social e geração de postos de trabalho.

Além do Marajó, o Estado tem incentivado cadeias produtivas nas diversas regiões do Pará. A indústria do açaí mostra sua força nas regiões Guamá e Tocantins, com empresas situadas nos municípios de Castanhal, Igarapé- Miri, Barcarena e Abaetetuba. Já a indústria de biodiversidade leva investimentos ao município de Santa Izabel do Pará. A cadeia florestal vem sendo incentivada nas regiões Rio Capim e Lago Tucuruí, representadas pelos municípios de Paragominas e Breu Branco. Já as indústrias de grãos e pecuária têm atraído investimentos para Santarém, na região do Baixo Amazonas. A cadeia do óleo de palma vem crescendo nos municípios de Garrafão do Norte e Tomé-Açu, ambos pertencentes à região Rio Capim, e também em Moju, na região Tocantins. A pecuária recebe, ainda, incentivos nas regiões Araguaia, Carajás e Tapajós, representadas pelos municípios de Rio Maria, Xinguara, São João do Araguaia e Novo Progresso.

Segundo o secretário adjunto da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Alex Moreira, o programa Pará 2030 tem sido a mola mestra para a retomada da confiabilidade de investidores nacionais e internacionais. “As ações do Estado de apoio à produção, licenciamento ambiental confiável, incentivos fiscais, regularização fundiária e tantas outras, têm trazido de volta a confiabilidade dos investidores ao Pará. Mas o compromisso do Estado é fechar parcerias com empresas interessadas em investir de forma sustentável e com contratação da mão de obra local. A política de incentivos fiscais está alinhada aos parâmetros de sustentabilidade”, explicou.

Desde 2016, a indústria de transformação vem crescendo no Pará, principalmente as cadeias incentivadas pelo Pará 2030. “A pecuária, a indústria do óleo de palma, usado desde a indústria alimentícia até a fabricação do biodiesel; a indústria da pesca e aquicultura e a indústria do açaí, com a fabricação de tudo o que é derivado da polpa, vêm tendo registro positivo de geração de empregos e movimentação de valores. Atualmente, mais de 14 empresas da indústria do açaí são incentivadas pelo Governo do Estado”, afirmou Alex Moreira.

A empresa Xingu Fruit, de beneficiamento e comercialização de polpas de açaí, foi criada há um ano com auxílio dos incentivos do Estado. Localizada no município de Castanhal, genuinamente paraense, já emprega 70 funcionários. De acordo com o sócio-administrador Uberlândio Santos, serão contratadas mais 90 pessoas a partir de agosto, quando começa a safra do açaí. “Sou a terceira geração da família que trabalha com açaí e, no ano passado, consegui abrir a empresa Xingu Fruit. Meus familiares e eu somos muito gratos pelo incentivo que recebemos do Estado. Ele foi de suma importância para que o empreendimento obtivesse êxito. Tivemos condições de fazer investimentos e estamos em pé de competitividade com outras empresas do mesmo ramo. Nossa empresa tem contribuído com a renda do município de Castanhal e nós seguimos crescendo, atendendo demandas do mercado nacional e internacional”, destacou.

Atração de investimentos

O Governo do Estado mantém uma política de incentivos fiscais que oferece tratamento tributário diferenciado para indústrias em geral, indústria do pescado, pecuária e agroindústria, para implantação e modernização, ampliação ou diversificação de empreendimentos existentes. Para José Conrado, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), os incentivos fiscais são a matéria preponderante para o desenvolvimento, principalmente para os estados localizados na região norte do país, que ainda estão em fase de crescimento, de agregar valor aos seus produtos e com tecnologia em fase inicial. “Ter êxito nessa busca pela produtividade e competitividade no mercado nacional e internacional vai depender muito da política de incentivos fiscais do Governo do Estado. Se não tiver uma política firme, forte e com segurança jurídica, esses passos serão dados com menos velocidade", salientou.

José Conrado ressaltou ainda que o Pará 2030 tem co-relação com o Planejamento Estratégico da Fiepa. “A federação vem acompanhamento as perspectivas de novos investimentos, direcionando os recursos e privilegiando as indústrias paraenses. Portanto, esse Programa deve também servir de apoio para nortear as empresas que chegam e as que já estão atuando no Pará”, acrescentou.

A Sedeme e a Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec) são a porta de entrada do investidor no Pará. Atuam na promoção de oportunidades e na prospecção de empresas ao trabalharem fortemente no aprimoramento do ambiente de negócios, para apoiar investidores e indústrias que pretendem se implantar ou expandir seus investimentos no estado. Isso é possível através da disponibilização de informações estratégicas, como na identificação de áreas; incentivos fiscais e de financiamento; articulação e facilitação junto aos órgãos federais, estaduais e municipais, entidades e parceiros relevantes; além do acompanhamento do investimento durante todas as etapas do processo de instalação.

Para facilitar o processo de registro e legalização das empresas instaladas no Pará, o Governo do Estado implantou o sistema Integrador Pará, contemplado na Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios – Redesim. Essa Rede propõe ações e normas para simplificar e integrar o processo de registro e legalização de empresas. Na área de licenciamento ambiental, o Pará conta com o Simples Ambiental, gerido pela Secretaria de Estado para o Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) em parceria com as secretarias municipais de Meio Ambiente, para realizar a regularização ambiental. É um novo modelo de gestão ambiental, que institui o regime simplificado de licenciamento ambiental e está pautado em uma política de transparência e monitoramento num ambiente eletrônico onde o usuário tem acesso aos licenciamentos.

Com o objetivo de garantir mão de obra qualificada para preenchimento de vagas nas novas empresas instaladas no Estado, também são oferecidos cursos gratuitos por meio do Programa Pará Profissional, da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica (Sectet). Ele está voltado ao estabelecimento de uma política consistente e eficaz de formação em todas as regiões paraenses, nas diversas modalidades, nos níveis de formação inicial e continuada, qualificação e certificação de habilidades profissionalizantes, técnico, tecnológico superior e de pós-graduação. A grade de cursos é baseada nas necessidades de mercado. As demais ações de incentivo aos interessados em investir no Pará estão detalhadas no Manual do Investidor, disponível para download no site www.para2030.com.br.

Com informações da Ascom/Sedeme
Compartilhar:

Grupo vai integrar soluções para os desafios da gestão de resíduos no Pará

 

O manejo sustentável do lixo ainda é um dos maiores desafios ambientais no mundo. Segundo último levantamento do “Panorama de Resíduos Sólidos”, da Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública, há sobrecarga nos sistemas de destinação final no Brasil, que recebem aproximadamente 71,34 milhões/toneladas ao ano, das quais 12,4 milhões ainda são depositadas em lixões. De acordo com dados da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (SEDOP), cada habitante gera cerca de 800 gramas de lixo ao dia, totalizando 1.500 toneladas diariamente na Região Metropolitana de Belém.

Para discutir os desafios e proposições para a gestão de resíduos sólidos, a Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA) realizou nesta quinta-feira (24) um encontro de trabalho com gestores industriais, empresários, representantes da gestão pública, de universidades e do terceiro setor.

Ingrid Mendes, diretora de Política Setorial da SEDOP, apresentou o planejamento de gestão de resíduos sólidos no estado do Pará, ressaltando que o cenário ainda é desafiador. No Pará existem apenas oito aterros sanitários devido ao alto valor de investimento para a implantação da engenharia e tecnologia necessárias. “Falta maior preparo técnico para a gestão dos resíduos sólidos nos municípios paraenses. Um dos grandes desafios é a gestão financeira dos aterros municipais, que têm alto custo. Buscamos parceria com a ONU Habitat e o banco CAFE, da América Latina, que prevê o aporte de 18 milhões de dólares em oito municípios paraenses para a implantação de três aterros sanitários, sendo um regional e dois municipais, dentro do modelo de consórcio entre municípios, que envolve gestão de uma autarquia”, relatou.

A gestora comentou também que há um distanciamento do catador que é o primeiro elo da cadeia da coleta seletiva com as empresas recicladoras. “Se esse primeiro elo não for atingido, não tem como esperar grandes resultados no fim do processo. É preciso que tanto o poder público quanto a iniciativa privada enxerguem os catadores como agentes ambientais e desenvolvam ações para aproximação desse público”, ressaltou.

Aterro sanitário - O diretor regional da UVS Guamá, Ângelo Castro, apresentou a atuação da Unidade de Valorização Sustentável (UVS) Guamá, que opera o aterro sanitário que atende a Região Metropolitana de Belém. A unidade recebe e trata mensalmente 40,5 mil toneladas de resíduos sólidos dos municípios de Belém, Ananindeua e Marituba. “Enfrentamos muitos desafios operacionais no início do empreendimento, mas estamos envidando todos os esforços com o objetivo de garantir que a UVS Guamá seja um centro de excelência no tratamento de resíduos sólidos, segundo os mais altos padrões operacionais”, ressaltou.

O executivo afirmou que desde a implantação do aterro sanitário, a empresa investiu cerca de R$ 30 milhões em modernos equipamentos e na reestruturação do modelo de operação da unidade. Em relação ao tratamento de chorume, além de tratar externamente, a empresa vem aumentando a capacidade interna do seu tratamento com a instalação de novos módulos de osmose reversa, tecnologia de ponta capaz de tratar os efluentes do aterro e gradativamente reduzir o chorume estocado nas lagoas do empreendimento. Hoje a UVS Guamá conta com três plantas de tratamento de chorume em operação. Em paralelo, está fazendo testes de uma planta piloto de MBR, sistema físico-químico biológico visando acelerar a redução do volume de chorume armazenado em lagoas e o tratamento de todo o chorume a ser gerado no aterro.

Visando a mitigação do odor, a UVS Guamá cobriu as lagoas com mantas sintéticas e instalou sistema de aspersores minimizando a sua dispersão na região. Paralelamente a essas iniciativas, a empresa contratou serviço especializado para medição do alcance de odores gerados, identificando as áreas de abrangência e horários de maior ocorrência, permitindo ajustes operacionais. Este projeto inclui a atuação de pessoas da comunidade que informam o tipo, intensidade, localização e horário da incidência de odor.

Para Castro, a UVS Guamá é um empreendimento estratégico para a região metropolitana de Belém. “Reiteramos o compromisso de fazer parte da solução no que diz respeito ao tratamento dos resíduos, conforme as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos. De nossa parte, permanece o compromisso de sermos incansáveis até recuperarmos a confiança que o Pará depositou na empresa”, garante o diretor regional da UVS Guamá.

O tema “Desafios do Gerenciamento de Resíduos Sólidos” foi apresentado por Derick Martins, Presidente do Conselho Temático de Meio Ambiente da Fiepa, que destacou como um dos desafios a redução dos pontos críticos de descarte que, só em Belém, segundo a Prefeitura Municipal, somam 600 espaços de descarte irregular. Apontou como solução a implantação de estações de coletas seletivas e de resíduos para destinação final. Falou também da necessidade de estruturar um arranjo produtivo efetivo para implantar a coleta seletiva e um programa de logística reversa. “Precisamos eliminar os pontos de descartes irregulares, criar pontos de entregas voluntárias nos bairros, fortalecer a realização de campanhas educacionais, regulamentar as responsabilidades do grande gerador, criar mecanismos de compensação voluntária para a logística reversa”, destacou.

O vice-prefeito e Secretário de Meio Ambiente de Marituba, João Batista da Silva Santos, falou sobre as dificuldades que o município enfrentou com a questão do odor, gerado na fase inicial do aterro sanitário, mas disse que houve uma melhora. “Percebemos que a empresa responsável pelo aterro sanitário tem feito esforços para que o empreendimento funcione plenamente. E nossos técnicos fazem o acompanhamento contínuo do empreendimento”, afirmou.

O gestor aproveitou para falar de ações ambientais que estão sendo desenvolvidas no município como o projeto Bairro Limpo, que segue as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos Lei nº 12.305/2010, que institui a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto abrangendo os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, os consumidores e os titulares dos serviços de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos. A iniciativa piloto está sendo realizada nos conjuntos Nova Marituba, Jardim Imperial, Jardim dos Pardais, Parque das Palmeiras, Beija Flor e Agrovila São Pedro.

Para José Maria Mendonça, vice-presidente do Sistema Fiepa, presidente do Centro das Indústrias do Pará (CIP) e do Conselho Temático de Infraestrutura da FIEPA (COINFRA/FIEPA), a reunião de trabalho foi bastante positiva e é o primeiro passo de muitas ações, que, a partir de agora, serão desenvolvidas de maneira integrada por representantes dos setores públicos, privados e do terceiro setor, que vão somar suas experiências positivas para aprimorar a gestão dos resíduos sólidos no Pará. “Não vamos parar. A questão dos resíduos sólidos precisa ser discutida e os gestores municipais devem se preparar para enfrentar esse desafio. Acreditamos que a experiência pioneira do aterro sanitário da UVS Guamá e as do Governo do Estado, em modelo de consórcio de aterros, são os primeiros passos neste caminho. A Fiepa será o fórum para todas essas discussões, inclusive teremos uma comissão de acompanhamento de todas as ações e projetos que foram apresentados hoje no encontro”, garantiu.

Fonte: Temple Comunicação
Compartilhar:

Polícia Civil inscreve para Processo Seletivo Simplificado para cargos de Assistente Administrativo

Encerram-se, nesta sexta-feira (25), as inscrições para o Processo Seletivo Simplificado para contratar 62 pessoas para cargo de Assistente Administrativo. O contratação é temporária e as vagas são para Belém, região metropolitana da capital, Juruti e Santarém. A remuneração salarial é de R$ 1.065,11.

Para se inscrever, os interessados devem acessar o site www.sipros.pa.gov.br e procurar, no site, o item "Processo Seletivo PC/PA". A inscrição é de graça. Para outras informações sobre as vagas oferecidas, veja o edital, que está divulgado no site.

A contratação temporária tem como fundamento a Lei Complementar nº 07, de 25/09/1991, alterada pela Lei Complementar nº 077, de 28/12/2011, Decreto nº 1.230, de 26/02/2015, Lei nº 5.810, de 24/01/1994, no que couber; Decreto Estadual nº 1.741, de 19/04/2017, e de acordo com as disposições do edital.

Informações aqui:
http://www.policiacivil.pa.gov.br/pol%C3%ADcia-civil-inscreve-para-processo-seletivo-simplificado-para-cargos-de-assistente-administrativo


Fonte: Ag. Pará
Compartilhar:

Promotoria da Mulher expede recomendação para facilitar trâmite de medidas protetivas

Os promotores de Justiça de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, Sandro Garcia de Castro, Franklin Lobato Prado e José Maria Gomes dos Santos expediram Recomendação aos delegados de Polícia Civil para que sejam adotados alguns procedimentos a fim de facilitar o trâmite das medidas protetivas de urgência, resguardando assim a integridade das vítimas.

A recomendação prevê a adoção de medidas necessárias para garantir o devido processo legal e instruir de forma adequada as medidas protetivas de urgência em trâmite.

A Lei Maria da Penha sofreu alteração recente, através da Lei nº 13.641/2018, publicada no dia 4 de abril de 2018, que inseriu o art. 24-A, que trata da criminalização do descumprimento de medida protetiva, culminando pena de detenção de três meses a dois anos.

“Constam da recomendação medidas necessárias para que o Ministério Público tenha elementos hábeis e suficientes para oferecimento da ação penal correspondente, bem como também garantir a proteção da vítima de violência doméstica e familiar quanto a qualquer forma de discriminação ou constrangimento e evitar a sua revitimização, quando da colheita do seu depoimento”, disseram os promotores de Justiça.

Entre os procedimentos recomendados aos delegados está o fornecimento do endereço completo da vítima e agressor, com referências como proximidade de mercearia, bar, borracharia, igreja, escola, características da casa, como a cor, se é de altos ou baixos, entre outras, para facilitar a diligência dos Oficiais de Justiça. Essas informações podem ser colhidas no momento do depoimento. Também devem ser especificados os endereços do local de trabalho de ambos e o máximo possível de contatos telefônicos.

A unidade policial que registrar o Boletim de Ocorrência deve informar também a profissão das partes e seu meio de vida, com valor aproximado da renda, para que os dados estatísticos sejam atualizados.

É recomendado ainda pelo Ministério Público, entre outros itens, que seja providenciada capacitação para os servidores, para que forneçam tratamento com urbanidade, estando os agentes aptos a prestarem o atendimento à ofendida, sem causar-lhe qualquer constrangimento ou processo de revitimização.

A Promotoria de Justiça de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher tem atribuições nos processos e procedimentos cíveis e criminais, inclusive nas causas relacionadas a crimes do Tribunal do Júri, quando a conduta criminosa visa especificamente à mulher, prevalecendo-se da condição hipossuficiente da vítima.

Fonte: Ascom/MPE
Compartilhar:

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Setor Elétrico é tema de Workshop em Altamira

A ideia é mostrar de forma esclarecedora para as autoridades os procedimentos adotados pela concessionária de energia no município e região

As ações realizadas pela Celpa serão apresentadas para os representantes do Poder Judiciário e do PROCON que atuam no Município de Altamira, nesta sexta-feira, 25, durante workshop que acontecerá no auditório do Amazon Xingu Hotel, localizado na avenida Djalma Batista.

O evento coordenado pelo setor jurídico da concessionária está sendo desenvolvido em todo o Estado com o objetivo de esclarecer às autoridades as matérias específicas do setor elétrico, como regularização de fraudes, faturamento e cobrança. Este workshop já aconteceu nos Municípios de Itaituba, Parauapebas, Marabá, Castanhal e Belém.

De acordo com o advogado do setor jurídico da concessionária, Carlos Eduardo, a expectativa é que em Altamira a proposta tenha a mesma aceitação: “O nosso objetivo é instruir as autoridades vinculadas ao Judiciário, como juízes, promotores, defensores públicos e também o Procon, que são pessoas que convivem com as nossas demandas, além de mostrar o trabalho que a Celpa desenvolve e como a empresa atua para atender os cerca de 35 mil clientes aqui do Município de Altamira e região”, declarou.

A partir destas informações, a proposta é que haja um menor “abismo” entre o que a Celpa realiza de fato e o que o consumidor entende. “É necessário haver esse alinhamento porque o setor elétrico é um só e o combate às perdas, por exemplo, impacta na vida de todos, principalmente na tarifa de energia. O workshop é uma forma de fazer com que as autoridades tenham conhecimento real do nosso trabalho e que possam propagá-lo aos cidadãos aqui de Altamira e de toda região do Xingu”, finalizou Carlos Eduardo.

Fonte: Ascom/Celpa
Compartilhar:

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Invasão da Sead por sindicalistas pode provocar atraso no pagamento dos servidores:

Com a invasão abrupta de um grupo de sindicalistas ligados ao Sintepp ao prédio da Secretaria de Estado de Administração (Sead), servidores da secretaria tiveram de interromper suas atividades na manhã desta quarta-feira (23). Com isso, o trabalho de processamento da folha de pagamento do Estado está sendo prejudicado, colocando em risco o pagamento em dia dos salários de mais de 107 mil servidores do Estado.

De acordo com a secretária Alice Viana, a ação do Sintepp nas dependências internas do prédio ocorre "num dos momentos mais delicados do trabalho desenvolvido pela Sead, que é o processamento da folha de pagamento do mês”. Segundo a titular da pasta, neste período, cerca de setenta servidores da Sead se dedicam integralmente à folha de pagamento, mantendo contato com 52 órgãos e entidades ligados diretamente ou indiretamente ao Governo do Estado. O trabalho é minucioso e requer o máximo de concentração "e a invasão nos tirou completamente essa concentração e a tranquilidade para trabalhar, com os servidores assustados", completou Alice Viana.

Ainda segundo a secretária, em sete anos e meio de governo, o pagamento dos salários nunca atrasou, "mas esse é um risco que corremos agora, já que o trabalho operacional está interrompido", disse. A secretária pretende divulgar um balanço, ao final do dia, para anunciar se o pagamento será mantido, com início nesta sexta-feira, 25 de maio.

Invasão – A chegada abrupta do grupo de sindicalistas do Sintepp até à Sead ocorreu sem qualquer aviso prévio ou solicitação de agendamento de reunião. A Sead já informou aos sindicalistas que somente irá se reunir se for solicitada e agendada reunião para a próxima semana, com respeito aos demais servidores do Estado que atuam na Sead para que o trabalho de processamento da folha de pagamento seja realizado e concluído conforme o previsto. (Ag. Pará)
Compartilhar:

MinC realizará oficina de capacitação para o Prêmio Culturas Populares 2018 em Santarém


Com o lançamento nacional da 6ª edição do "Prêmio Culturas Populares" pelo Ministério da Cultura (MinC), a representação regional norte da pasta em parceria com a Prefeitura de Santarém, por meio da Secretaria Municipal de Cultura (Semc) realizará oficina de capacitação na cidade de Santarém, na próxima sexta-feira (25), às 16h, no Theatro Municipal Victória. Tem como público-alvo mestres e fazedores de cultura da região do Baixo Amazonas. Para participar das oficinas não é necessário inscrever-se e a entrada é franca.

A oficina terá como facilitador o representante da região norte do Ministério, Rodrigo Vianna Rodrigues, da capital paraense.

Segundo o secretário municipal de cultura, Luis Alberto Figueira, conhecido como "Pixica", a oficina irá incentivar a cultura da região. "Felizes pela parceria de trazer à Pérola do Tapajós esta capacitação do Ministério da Cultura, oportunizando aos fomentadores da cultural local e regional o reforço as normativas desta edição do Prêmio. Desde já desejamos êxito no treinamento. Isso é democratizar a cultura", destacou.

O Prêmio Culturas Populares, lançado em 27 de abril, é a maior premiação destinada para a cultura popular realizada pelo MinC, em termos de valores e números de premiados. Para a edição de 2018, serão investidos R$ 10 milhões em 500 iniciativas que fortaleçam e contribuam para dar visibilidade a atividades culturais de todo o Brasil.

Nesta edição, segundo informações do MinC, cada um dos vencedores receberá R$ 20 mil, o dobro de 2017. Serão 200 prêmios para iniciativas de mestres e mestras (pessoa física); 180 para iniciativas de grupos sem Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ); 70 para pessoas jurídicas sem fins lucrativos; 30 para pessoas jurídicas com ações comprovadas em acessibilidade cultural e 20 para herdeiros de mestres e mestras já falecidos (in memoriam).

As inscrições para 6ª edição do "Prêmio Culturas Populares" encerram dia 13 de junho, pela internet ou via postal. Todas as informações e o edital podem ser acessados pelo hotsite do prêmio. Acesse o Link: http://culturaspopulares.cultura.gov.br.



Serviço: Oficina de Capacitação do Prêmio de Culturas Populares 2018
Local: Theatro Municipal Victória, Travessa Senador Lemos, 60, Centro
Data: 25/05/18 (sexta-feira)

Fonte: Ascom/PMS
Compartilhar:

Termina hoje prazo para pagar taxa de inscrição do Enem

Os candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) têm até hoje (23) para pagar a taxa de inscrição de R$ 82. O pagamento deve ser feito por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança), que é gerada ao fim da inscrição.

A guia pode ser paga em qualquer agência bancária, casa lotérica ou agência dos Correios, respeitados os horários de compensação bancária.

A inscrição só será confirmada após o processamento do pagamento. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a inscrição cujo pagamento não tenha sido feito até esta quarta-feira não será confirmada. É responsabilidade exclusiva do participante acompanhar a situação de sua inscrição e a divulgação do local de prova no endereço http://enem.inep.gov.br/participante.

O prazo de inscrição terminou às 23h59 de sexta-feira (18). O último balanço divulgado pelo Inep foi na manhã desse dia, quando o número de inscritos tinha chegado a 6 milhões. No ano passado, 6,7 milhões de pessoas se inscreveram para participar do Enem.

Ao todo, 3.361.468 pessoas foram beneficiadas com a gratuidade por se enquadrarem em um dos quatro perfis que davam direito à isenção.

As provas do Enem serão aplicadas em dois domingos, nos dias 4 e 11 de novembro. Os resultados serão divulgados em janeiro.

Além de avaliar o desempenho dos estudantes de escolas públicas e particulares do ensino médio, o Enem é uma ferramenta que ajuda na seleção de candidatos a ingressar no ensino superior e a ter acesso a programas do governo federal como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). (ABr)
Compartilhar:

Petrobras reduz preço da gasolina e do diesel pelo 2º dia consecutivo

A Petrobras anunciou hoje (23), pelo segundo dia consecutivo, redução nos preços da gasolina e do diesel em suas refinarias. A partir de amanhã (24), o preço da gasolina cairá 0,62% e custará R$ 2,0306 o litro. O preço do diesel terá redução de 1,15% e passará a custar R$ 2,3083, de acordo com a estatal.

Em dois dias, as quedas acumuladas chegam a 2,69% para a gasolina e a 2,67% para o diesel. Apesar disso, a gasolina acumula altas de 12,95%, em maio, e de 16,76% em um mês. O diesel soma aumentos de 9,34%, em maio, e de 15,16% em um mês.

O alto valor do preço do combustível é o principal motivo para a manifestação nacional dos caminhoneiros, que começou no final da noite de domingo (20).
Compartilhar:

Terminal Hidroviário completa quatro anos e cria um novo patamar nas viagens pelos rios


O francês Jean Claude Vallet conta que costuma viajar por diversos países da América do Sul e afirma não ter visto nenhum terminal hidroviário tão moderno e bem equipado quanto o de Belém


Jucilene Oliveira, de 47 anos, natural do Amapá, conta que faz a viagem Belém-Macapá de barco há pelo menos 25 anos e conhece muito bem a mudança. (Foto: Sidney Oliveira I Agência Pará)

Quem utiliza o Terminal Hidroviário do Porto de Belém “Luiz Rebelo Neto”, seja para chegar ou sair da capital paraense por meio dos rios, há quatro anos sente uma grande diferença ao comparar o local com os demais portos existentes na cidade. Inaugurado em 2015 pelo Governo do Estado, o espaço trouxe conforto, segurança e infraestrutura adequada para atender a população. Desde sua inauguração, no dia 23 de maio de 2014, até agora, mais de 2,2 milhões de pessoas já passaram por ele.

Construído em uma área de 5 mil m², localizado próximo a diversos pontos turísticos, shoppings e do centro comercial de Belém, o terminal conta com uma ampla área de embarque e desembarque, flutuantes cobertos (para evitar que os passageiros peguem chuva), aparelho de raio-x (para identificar itens perigosos e proibidos em bagagens), climatização em todos os ambientes, três lanchonetes, banca de revista, acessibilidade para portadores de necessidades especiais, banheiros com chuveiro, guarda volume, guichês para compra de passagens, wi-fi gratuito para acesso à internet e lojas.

Para garantir a segurança das pessoas e dos viajantes, o Juizado da Infância e da Juventude está presente no local, além do Pro Paz e da Polícia Militar Turística. “Com a modernização desse espaço nós elevamos o padrão de atendimento, ficou diferente de tudo o que as pessoas conheciam. Hoje, por exemplo, nenhuma criança embarca ou desembarca sem que os responsáveis apresentem os seus documentos e das crianças; também não embarcam pessoas com armas, entre outras coisas. Toda essa melhoria ajudou também a mudar um pouco a cultura da população nesse tipo de viagem”, ponderou Rafael Monteiro, gerente do terminal.

Jucilene Oliveira, de 47 anos, natural do Amapá, conta que faz a viagem Belém-Macapá de barco há pelo menos 25 anos e conhece muito bem a mudança. “Tudo aqui melhorou muito: receptividade, conforto, locais de espera, segurança, organização, tudo mesmo. É um local maravilhoso, bonito, com uma estrutura ampla e tudo mudou. Quem passou pelo antes e o depois, assim como eu, sabe do que estou falando. Foi um dinheiro muito bem investido, obra 100% aprovada! Belém e sua população merecem isso”, enfatizou.

A obra e a estrutura atual do terminal surpreendem até mesmo estrangeiros. O francês Jean Claude Vallet conta que costuma viajar por diversos países da América do Sul e afirma não ter visto nenhum terminal hidroviário tão moderno e bem equipado quanto o de Belém. “Sempre que viajo por hidroviárias só encontro locais sujos, com muitos urubus; mas aqui é muito limpo, parece até a Europa. Também achei o local bastante seguro, diferente dos outros locais pelo Brasil e América do Sul”, disse o turista.

Números

Somente no mês de abril o terminal realizou 426 viagens, sendo 215 embarques e 211 desembarques, com total de 42.908 passageiros, divididos em 20.960 embarques e 21.948 desembarques, média de 1.430 passageiros por dia, aumento de aproximadamente 16% em relação a abril de 2017.

De 2014, ano da inauguração, até agora, o terminal só registrou números crescentes de viajantes. No primeiro ano, dos meses de maio até dezembro, 296 mil pessoas passaram por ele. Número que em 2015 subiu para 534 mil (de janeiro a dezembro), alcançando 536 mil no mesmo período de 2016 e atingiu 588 mil em 2017. “Nossa expectativa é que para 2018 esse número suba ainda mais, um aumento médio entre 20 a 25%, o que já foi detectado nos primeiros quatro meses de 2018”, prospectou Rafael Monteiro.

Atualmente, estão em operação no terminal, nove empresas, que fazem viagens para 19 municípios, incluindo Belém, sendo 14 dentro do Pará e cinco de outros estados, sendo no Pará: Almeirim, Belém, Breves, Cachoeira do Arari, Camará, Gurupá, Juruti, Monte Alegre, Óbidos, Prainha, Salvaterra, Santa Cruz do Arari, Santarém e Soure. Já fora do estado os destinos são Santana (AP), Macapá (AP), Itacoatiara (AM), Manaus (AM) e Parintins (AM).

Os meses com mais viajantes, segundo o gerente do terminal, são julho (com média de três mil passageiros diários), janeiro e dezembro. “Já existe um planejamento para ampliar o terminal para a área do Galpão 10 da Companhia Docas do Pará (CDP), construindo mais uma área de embarque e desembarque que seria específica para as viagens interestaduais. Hoje já praticamente atingimos nossa capacidade total”, finalizou Rafael Monteiro.

O Terminal Hidroviário do Porto de Belém “Luiz Rebelo Neto” fica na Avenida Marechal Hermes, próximo à Visconde de Souza Franco, às margens da Baía do Guajará, e funciona de segunda a sábado, de 5h às 20h, e aos domingos de 6h às 20h. Mais informações nos telefones (91) 9 8895-6563.

Fonte: Agência Pará
Compartilhar:

Universidade promove lançamento do filme-documentário 'Ex-pajé' em Santarém (PA)


Duas sessões ocorrerão nesta quarta-feira, às 15h e às 18h30min no auditório Wilson Fonseca da Ufopa – Unidade Rondon, com entrada franca

O Grupo de Consciência Indígena – GCI e a Universidade Federal do oeste do Pará (Ufopa), por meio e o Programa de Antropologia e Arqueologia (PAA), em parceria com o Projeto Iurupari – Grupo de Teatro, o Cerimonial da Ufopa e a Pró-Reitoria da Cultura, Comunidade e Extensão (Procce), promovem o lançamento do filme-documentário “EX-PAJÉ (EX-SHAMAN)” do diretor Luiz Bolognesi, em formato de Cine Debate nesta quarta, 30 de maio, em duas sessões, uma as 15h e outra as 18h30min, no Auditório Wilson Fonseca da Unidade Rondon da Ufopa, Campus de Santarém, seguidas de roda de conversas. As seções são abertas e gratuitas aos interessados em prestigiar o filme e participar da roda de debates. A inscrição poderá será feita com 30 minutos de antecedência, no dia e local, dos horários previstos, pois haverá certificação de 4 horas aos participantes.

Este evento se inclui nas comemorações pelos 20 anos do falecimento do Pajé Laurelino da Cruz (povo Munduruku, a aldeia Takaura), que foi fundamental para a resistencia e reorganização dos povos do baixo rio Tapajós.

“Em 1 hora e 21 minutos o documentário Ex-pajé, dirigido por Luiz Bolognesi, consegue fazer uma espécie de história dos pajés frente ao cristianismo e à colonização. E faz isso muito bem, sem cansar o espectador, com uma bela fotografia e enredo que prende a atenção”, diz o professor doutor Florêncio Almeida Vaz, em crítica ao filme.

Ataques a templos religiosos, contra o candomblé, linchamento de mulheres acusadas de bruxaria, e agressões a pajés, homens e mulheres, tem sido crescente nos últimos anos deste Brasil que retrocede às trevas da Idade Média. “uma nova Inquisição”, como declarou Bolognesi em entrevista recente.

Roda de conversa

A exibição e lançamento do Filme-Documentário “Ex-Pajé” promoverá uma prazerosa roda de conversa, entre lideranças indígenas, previamente convidadas pela organização do evento, com os espectadores em geral, para aguçar ainda mais a temática exibida. Dentre os convidados teremos a presença de Paulinho Borari, Roque Waiwai, Fábiana Almeida Borari, Edicley Munduruku (neto do Pajé Laurelino de Takuara), e dos Professores Florêncio Vaz, Miguel Aparício e Helena Schiel.

Sinopse 

Um poderoso pajé passa a questionar sua fé depois do primeiro contato com brancos que julgam sua religião como demoníaca. No entanto, a missão evangelizadora comandada por pastor intolerante é posta em cheque quando a morte passa a rondar a aldeia e a sensibilidade do índio em relação aos espíritos da floresta mostra-se indispensável.

Mais sobre o filme

Pajé, entre os nossos povos, é a palavra usada para se referir a uma pessoa especial que vê além do que alcança a visão dos demais. Pajé é alguém reconhecido por ter poderes sobrenaturais para curar, por meio dos encantados e de benzições e remédios feitos com produtos da floresta. Nas sessões de cura os pajés cantam, tocam maracá, fumam cigarro tauarí, defumam os doentes, ingerem alguma bebida e, eventualmente, fazem sucção para retirar do corpo do enfermo o objeto causador da doença. Os pajés aprendem a curar através, principalmente, de sonhos e de inspirações. Não aprendem em livros ou escolas. Os pajés são pessoas humildes, discretas, falam mansamente, moram em casas simples e vestem-se da mesma forma que os demais moradores. Pajés não oferecem seus serviços, no sentido de fazer propaganda. Os outros é que os procuram e divulgam a sua fama. E os serviços não são cobrados, pois essa é uma exigência da ética de quem recebeu o "dom" de ser pajé. Só é pajé quem recebe o dom. E o dom vem de nascença, ainda que sua manifestação possa vir aos poucos, na adolescência ou até na fase adulta.

Há dois caminhos para quem nasce com o dom: passar por processo de iniciação para se preparar para atuar como pajé ou neutralizar o dom. Quem tem o dom, mas não quer atuar como pajé, precisa se tratar, para depois não sofrer pela ação dos espíritos. Normalmente, aquelas pessoas que não querem desenvolver o seu dom de pajé têm receio do preconceito e vergonha da condenação que recai sobre os pajés. Pois durante séculos o cristianismo pregou que os pajés são ligados ao diabo ou à feitiçaria. O que não é verdade. (GCI)

Serviço:

FILME: “EX-PAJÉ (EX-SHAMAN)”
DATA: 30 de maio de 2018, quarta-feira.

HORÁRIO – DUAS SESSÕES: 15h e 18h30min

Local: Auditório Wilson Fonseca, Unidade Rondon do Campus de Santarém da Ufopa.

LOTAÇÃO: 120 pessoas

INSCRIÇÕES: 30 minutos antes no dia, local e horários

ENDEREÇO: Av. Marechal Rondon, s/n, Caranazal, Santarém-Pará

PÚBLICO ALVO: Comunidade em Geral

DIRETOR e ESCRITOR: Luiz Bolognesi

ANO DE LANÇAMENTO: 2018

DURAÇÃO: 81 min

PRODUÇÃO: Buruti Filmes e Gullane

PAÍS DE PRODUÇÃO: Brasil

ELENCO: Perpera Suruí, Kabena Cinta Larga, Agamenon Suruí, Kennedy Suruí (Caciquinho), Ubiratan Suruí (Bira), Mopidmore Suruí (Rone), Arildo Gapamé Surui

FOTOGRAFIA: Pedro. J. Márquez

MONTAGEM: Ricardo Farias

SOM DIRETO: Rodrigo Macedo

MIXAGEM: Armando Torres JR., ABC e Caio Guerin

ASSISTENTE DE FOTOGRAFIA: Alessandro Valese (Alemão)

COLORISTA: Luisa Cavanagh

ASSISTENTE DE DIREÇão: Carolina Fernandes

COORDENAÇÃO DE PÓS PRODUÇÃO: Patrícia Nelly

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO: Flávia Tonalezi

COORDENAÇÃO INTERNACIONAL: Manuela Mandler

COORDENAÇÃO DE LANÇAMENTO: Dannielle Alarcón

COORDENAÇÃO FINANCEIRA: Andréa Marcondes

PRODUÇÃO EXECUTIVA: Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi

PRODUZIDO POR: Caio Gullane, Fabiano Gullane, Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi

DISTRIBUIÇÃO NACIONAL: Gullane

Fonte: Divulgação I Grupo Iurupari
Compartilhar:

Diálogos entre IJUS, Poder Público e Alcoa definem Seminário sobre o Desenvolvimento de Juruti


Fomentar o desenvolvimento econômico em Juruti, potencializando vocações locais. Em torno deste objetivo único, Instituto Juruti Sustentável (IJUS), Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (SEDEME), Coordenação de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção do Centro Regional de Governo do Baixo Amazonas (CRGBA), Prefeitura de Juruti e Alcoa, iniciaram a construção da proposta de realização de um seminário para discutir como alavancar o desenvolvimento do município de Juruti.

Estiveram reunidos na última semana (15), na sede do IJUS, o Prefeito de Juruti, Henrique Costa, e seus secretários municipais; Gustavo Hamoy, Coordenador de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção do CRGBA; Marjorie Neves, Coordenadora de Desenvolvimento Socioambiental na Mineração da SEDEME; e Rogério Ribas, Gerente Institucional da Alcoa Juruti; e Diretoria do IJUS.

“O Seminário será realmente positivo, pois visa contribuir com a visão do Programa Pará 2030 a fim de estimular a construção de um Plano de Desenvolvimento Juruti 2030, a partir do forte engajamento dos atores locais. O engajamento torna-se fundamental para a elaboração de planos e projetos que já existem e até mesmo o estabelecimento de novas metas”, declara Marjorie Neves, Coordenadora de Desenvolvimento Socioambiental da SEDEME. “Percebi o envolvimento e vontade muito positiva de todos os presentes incluindo os gestores municipais, a Alcoa, o IJUS, e as instituições que estão dentro desse processo de fortalecimento do município”, reforçou.

“Demos um encaminhamento prático para a construção de um plano de desenvolvimento municipal. E com o Seminário daremos um passo muito importante para traçar metas e trazer resultados para Juruti”, comentou o prefeito Henrique Costa.

Já nessas próximas semanas o grupo de trabalho entre representantes das organizações presentes irá estudar e visualizar o “Juruti 2030”. Serão estudados os potenciais econômicos do município, por exemplo, a cadeia produtiva da madeira e as questões da exploração ilegal ainda muito presente na região. Também estão entre as prioridades a cadeia da pesca, o comércio e a produção rural. A proposta é apresentar dados sobre essas cadeias durante o Seminário e proporcionar reflexões sobre a promoção do desenvolvimento de Juruti.

“Iremos ajudar com reflexões e diálogos para construir um plano efetivo e prático de desenvolvimento local baseado no esforço integrado entre governos, empresas e organizações civis. O modelo de atuação do IJUS é este, de aliança e diálogo entre várias partes, e esse elo potencializa nossa capacidade de forma real”, afirma Gilza Amaral, diretora do IJUS.

“O Seminário será um grande evento pra discutirmos sobre a vocação na área econômica e desenvolvimento para Juruti e entorno. É uma das atribuições do CRGBA contribuir, articular para que as secretarias do Governo do Estado cheguem de forma mais firme em todos os municípios da região”, afirma Gustavo Hamoy.

Todo o setor econômico de Juruti, da grande empresa aos pequenos e médios negócios, produtores rurais, pescadores e profissionais liberais que atuam diretamente em Juruti, além de associações, organizações e grupos operando atividade econômica local são o público alvo no seminário.

Fonte: Divulgação I IJUS
Compartilhar:

Encontro regional vai discutir fortalecimento da atuação do MPPA



Resolutividade na atuação do Ministério Público, desafios para garantir direitos sociais diante de desastres ambientais e boas práticas na gestão de promotorias de justiça. Estes são alguns temas que serão abordados durante o 2º Encontro Regional do Ministério Público do Estado do Pará, evento que começa na noite desta quarta-feira (23), em Santarém. São esperados cerca de 120 participantes, entre procuradores e promotores de justiça e servidores da instituição lotados nas regiões oeste e sudoeste do Pará.

Durante três dias, os participantes farão uma imersão em discussões sobre vários temas de interesse institucional. Estão previstas palestras, oficinas e debates com membros do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) e convidados de outras unidades do Ministério Público. Ao final, os resultados serão consolidados e apresentados pelos grupos temáticos para utilização por diversas unidades da instituição. A proposta do evento é estimular membros e servidores a aprimorarem sua atuação institucional por meio da capacitação e compartilhamento de boas práticas.

O evento, direcionado a membros e servidores do MPPA, será realizado até sexta-feira (25) na Promotoria de Justiça de Santarém. O procurador-geral de justiça do Pará, Gilberto Martins, vai presidir a solenidade de abertura do evento, que começa às 18h. Estão previstas as presenças dos conselheiros Silvio Roberto de Amorim e Lauro Nogueira, ambos do Conselho Nacional do Ministério Público, que farão pronunciamentos sobre capacitação de membros e servidores e outros temas relativos à atuação funcional.

Estão confirmadas palestras de promotores de justiça do Pará, São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Maranhão, além de uma exposição sobre a atuação integrada do Ministério Público na Operação Lava Jato, que será realizada pela procuradora da república Fabiana Schneider.

O encerramento do evento está previsto para a noite de sexta-feira, com uma palestra do procurador-geral Gilberto Martins, que falará sobre os objetivos institucionais e gestão do Ministério Público.

Confira aqui a programação completa do evento.

Sobre o encontro regionalO Ciclo de Encontros Regionais do Ministério Público do Pará é uma iniciativa da Procuradoria-Geral de Justiça do MPPA visando manter um canal de comunicação capaz de incentivar o fomento à atividade de membros e servidores, promovendo, assim, um ambiente institucional aberto à discussão de alternativas e boas práticas dentro da instituição.

O objetivo do evento é aperfeiçoar conhecimentos teóricos e práticos de membros e servidores, que se encontram em diversas localidades com dificuldade de atendimento e resolução de problemas em comum, para fortalecer ações do MPPA em temas institucionais relevantes, direitos fundamentais e de grande retorno na defesa da sociedade e, assim, construir um Ministério Público cada vez mais eficiente valorizando a força de trabalho e otimizando os resultados em benefício da sociedade.

Esta é a segunda edição do evento. A primeira, realizada em novembro de 2017, ocorreu em Marabá.

Fonte: Ascom/MPE
Compartilhar:

terça-feira, 22 de maio de 2018

IJUS, Instituto Alcoa e Imazon se unem para viabilizar estudo sobre potencial uso do Índice de Progresso Social em Juruti


No último dia 14 foi realizado, no hospital 9 de Abril em Juruti, o lançamento da parceria que avalia a potencial adoção do IPS - Índice de Progresso Social como sistema de medição dos indicadores para acompanhar o desenvolvimento do município e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas como sistema de metas a serem atingidas até 2030. O estudo será viabilizado por investimentos do Instituto Juruti Sustentável (IJUS) e Instituto Alcoa, com execução pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). Estavam presentes no lançamento autoridades locais, regionais e representantes de organizações civis de Juruti.

Um total de R$150 mil está sendo destinado para implementar o estudo de viabilidade. Metade do valor pelo IJUS e outra metade pelo Instituto Alcoa.

O desejo de atualizar indicadores locais se fortaleceu a partir do 1º Encontro Regional de Ações para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia, promovido pelo IJUS em novembro/2017, quando representantes de várias instituições e cidadãos de Juruti realizaram uma reflexão sobre os rumos do desenvolvimento de Juruti e o Imazon esteve presente demonstrando sua experiência na aplicação do IPS Amazônia, outras localidades do país e do mundo.

Desde a semana passada, consultores do Imazon realizam uma série de "escutas e diálogos" com poder público, representantes de associações e organizações civis do município, explicando o projeto IPS Juruti.

“Os indicadores são fundamentais para embasar políticas públicas pautadas nos problemas e nas potencialidades que o município tem. Esta é uma parceria primordial do IJUS, Instituto Alcoa e Imazon”, comentou Aubélia Tavares, diretora Social em exercício do IJUS.

“O IPS é uma ferramenta que permite fazer um Raio-X do município, desde o nível das comunidades até a sua sede, comparando índices diversos, como segurança, nutrição, habitação, educação, saúde e comunicação, por exemplo. É um índice que dá uma leitura geral. E a sociedade local pode priorizar os problemas do município. É um instrumento de gestão que hoje está sendo aplicado em diferentes partes do mundo”, falou Beto Veríssimo, diretor do Imazon.

Para a construção do IPS Juruti, a participação da sociedade local será muito importante, validando e certificando a ferramenta para ajudar a identificar problemas e pontos fortes do município e, assim, buscar uma melhora na qualidade de vida da população.

O IPS mede o grau de satisfação e o real bem-estar social das pessoas independentemente do desenvolvimento econômico. O índice utiliza três parâmetros do processo social divididos em:

1. Necessidades Humanas Básicas – Nutrição e cuidados médicos básicos; Água e saneamento; Moradia; Segurança pessoal.

2. Fundamentos para o Bem-estar – Acesso ao conhecimento básico; Acesso à informação e comunicação; Saúde e bem-estar; Sustentabilidade dos ecossistemas.

3. Oportunidades – Direitos individuais; Liberdade individual e de escolha; Tolerância e inclusão; Acesso à educação superior.

“As informações trazidas pelo IPS são muito importantes para que o governo, a partir de cada secretaria, possa enxergar onde estão as situações mais críticas e avanços, e a partir daí fazer seu plano de ação. Inclusive fazendo melhorar o Índice de Progresso Social do nosso município”, declarou Zé Maria Melo, secretário de Governo de Juruti.

A metodologia de avaliação da viabilidade da utilização do IPS em Juruti é dividida em três fases. A primeira está sendo finalizada agora, onde foram realizadas conversas com representantes da sociedade. Na segunda etapa, os consultores irão analisar todo o material colhido em Juruti e, em meados de julho, apresentarão uma proposta final verificando a viabilidade da aplicação do IPS em Juruti. Sendo aplicável, o Imazon formulará proposta para a realização da terceira etapa que consiste no levantamento de informações para a elaboração o IPS Juruti — esta terceira etapa deve ocorrer no próximo ano.

“Esta é uma iniciativa de parceria extremamente importante entre IJUS, Instituto Alcoa e Imazon. A ideia e de que no ano que vem consigamos ter os indicadores rodando numa base comparativa com outros municípios, isso nos possibilita saber onde precisamos colocar mais investimentos para o município de Juruti”, comenta Rogério Ribas, gerente Institucional da Alcoa Juruti.

Fonte: Divulgação I IJUS
Compartilhar:

Usuários da operadora TIM de Santarém devem ficar alerta para mudança de chip


Santarém e mais 56 municípios do Pará contam a rede de quarta geração da TIM. Para usufruir da nova tecnologia, que oferece uma velocidade cinco vezes mais rápida de navegação, os clientes destas localidades contempladas (conforme tabela) precisam, além de possuir um smartphone compatível, fazerem a troca dos chips 2G/3G pelo 4G.

De acordo com o diretor de vendas consumer da TIM Centro-Norte, Fábio Reis, ainda existe uma grande fatia da base de clientes nessas regiões que não estão usufruindo da nova tecnologia por desconhecimento desse detalhe. “Queremos alertar esses clientes, que muitas vezes possuem um aparelho compatível, mas não trocaram o seu chip antigo, sobre a importância de adquirir o chip 4G para que possam usufruir dos benefícios da nova tecnologia, como uma melhor experiência de uso da internet”, disse Fábio.

A previsão é que até o fim deste ano a conexão 4G esteja presente em mais 71 cidades da região Norte. No triênio que começa este ano e vai até 2020, a TIM irá investir quase R$12 bilhões no país em infraestrutura de rede, para a fase de complementação da cobertura 4G no Brasil, explorando principalmente a nova faixa de 700MHz.

Vantagens do 4G

Com mais velocidade na navegação é possível enviar e fazer download de fotos, filmes, músicas e vídeos em menos tempo. A tecnologia também permite realizar videoconferência e vídeo chamadas com menos interferência. Para utilizar a rede é necessário possuir um smartphone que navegue na rede 4G e um chip de quarta geração. Caso o cliente verifique que o seu chip ainda é 3G, ele pode se dirigir a qualquer loja da TIM mais próxima, adquirir um novo produto e experimentar as suas vantagens.

UF
MUNICÍPIO
DDD
PA
Santarém
93
PA
Belém
91
PA
Marabá
94
PA
Castanhal
91
PA
Marituba
91
PA
Igarapé-Açu
91
PA
Ananindeua
91
PA
Benevides
91
PA
Capanema
91
PA
Abaetetuba
91
PA
Bragança
91
PA
Bonito
91
PA
Goianésia do Pará
94
PA
Marapanim
91
PA
Salinópolis
91
PA
Salvaterra
91
PA
Santa Maria do Pará
91
PA
Cametá
91
PA
Mãe do Rio
91
PA
Parauapebas
94
PA
Altamira
93
PA
Aurora do Pará
91
PA
Santa Izabel do Pará
91
PA
Eldorado dos Carajás
94
PA
Curionópolis
94
PA
Canaã dos Carajás
94
PA
São João do Araguaia
94
PA
Nova Timboteua
91
PA
São João de Pirabas
91
PA
Magalhães Barata
91
PA
Vigia
91
PA
São Miguel do Guamá
91
PA
Irituia
91
PA
Capitão Poço
91
PA
Ourém
91
PA
Augusto Corrêa
91
PA
Novo Progresso
93
PA
Chaves
91
PA
Almeirim
93
PA
Placas
93
PA
Santa Cruz do Arari
91
PA
Soure
91
PA
Barcarena
91
PA
Colares
91
PA
Moju
91
PA
Itupiranga
94
PA
Tucuruí
94
PA
Gurupá
91
PA
Novo Repartimento
94
PA
Igarapé-Miri
91
PA
Tucumã
94
PA
Tailândia
91
PA
Breu Branco
94
PA
Santana do Araguaia
94
PA
Ulianópolis
91
PA
Baião
91
PA
Portel
91

*Tabela dos municípios que contam com a tecnologia 4G no Estado do Pará.

Fonte: Divulgação/TIM
Compartilhar:

PONTO FINAL

DESTAQUE:

Alcoa tem projetos de neutralização de emissões no Brasil inseridos no prêmio Global ReLeaf 2019

Quatro projetos de neutralização das emissões de CO2 desenvolvidos pela Alcoa no Brasil estão entre os dez escolhidos para o prêmio Globa...

Amazônia Protege

Publicidade:

Publicidade:

Quem somos

O Blog Quarto Poder está no ar desde: 23/02/2007

O Quarto Poder é um blog jornalístico voltado para divulgação de notícias de interesse público.

Artigos e crônicas assinados são de responsabilidade de seus autores e nem sempre refletem a opinião do Blog.

Jornalistas Responsável:

Renata Rosa

Fale com a gente:

Contatos: (93) 98128-1723 - 99131-2444

E-mails: m_santos1706@hotmail.com / m_santos170676@hotmail.com

FALE CONOSCO:


Quarto Poder

Marcadores

Blog Archive