Variedades

Em: 05/11/2013

Cale-se!: O espetáculo que emocionou Santarém

Cale-se é um espetáculo criado, montado e produzido pela Companhia de Teatro José Dillon, que retrata o período da Ditadura Militar no Brasil: época em que a censura reprimia os sonhos, os ideais de liberdade, as manifestações artísticas e intelectuais voltadas para o senso crítico. 

O texto aborda questões atuais com o mesmo sentido. O objetivo principal da Cia. de Teatro José Dillon é trazer à tona, através da linguagem Teatral, essa discussão de que a opressão ainda está presente nos dias atuais, seja na política, nas empresas, nas salas de aula, nas famílias, nos relacionamentos e também dentro de cada um de nós.

O objetivo dos artistas, com este trabalho, é contribuir para o “despertar” da criticidade que, em outrora fora “aterrorizada” pelo “monstro” da censura e do poder ditatorial. 

A técnica cênica e dramatúrgica do espetáculo é um jogo fantástico e preciso de movimentos corporais e ações físicas, que se refinam harmoniosamente com aceno-técnica: iluminação, sonoplastia, cenografia, figurino e maquiagem, levando o público a viajar no passado e no presente, no concreto e no abstrato, causando-lhe múltiplas sensações. 

O texto é uma criação da própria companhia e foi inspirado no período da ditadura militar, e suas causas/conseqüências no povo brasileiro. "Acreditamos que estamos vivendo hoje, também um momento significativo, com inversão de valores, falta de perspectivas, violência e abandono social", dizem os atores. 

O grupo convida a platéia a refletir e ao mesmo tempo se perceber como “ator “ de sua própria história, se deliciando com a qualidade técnica, proposta pelos atores em cena. 

A peça tem a direção de Ralieny Pereira, e conta com dez atores e atrizes em cena.

O espetáculo será apresentado nos dias 08 e 09 de novembro, na Casa da Cultura, às 20h. 
Vá ao teatro!

Fonte: Divulgação

Em: 03/11/2013

Prorrogadas as inscrições do prêmio Emir Bemerguy

As inscrições do prêmio Emir Bemerguy de Literatura/Concurso de Poemas 2013, uma inciativa da Secretaria Municipal de Cultura e Biblioteca Municipal Paulo Rodrigues dos Santos, foram prorrogadas. Cada autor poderá participar inscrevendo um poema inédito até o dia 18/11. Segundo a Divisão de Patrimônio Histórico e Cultural da SEMC, o motivo da prorrogação ocorreu por conta das solicitações de participantes locais e de municípios vizinhos: Aveiro, Mojuí dos Campos e Óbidos, principalmente. As inscrições estão sendo feitas na Biblioteca Paulo Rodrigues dos Santos, de 08h30 às 16h.

A avaliação dos textos poéticos inicia no dia 19/11. Os vencedores do concurso serão conhecidos dentro de um Sarau Literário que acontecerá no Theatro Victória, no dia 29, ocasião em que serão anunciados os nomes dos premiados. O primeiro lugar ganha R$ 1 mil, o segundo R$ 700,00 e o terceiro R$ 500,00.


Regulamento

1- Das inscrições

1.1 As inscrições estão abertas para autores residentes na região Oeste do Pará, conforme comprovante de residência.

1.2 Cada autor poderá escrever somente 1 (um) poema inédito.

1.3 A inscrição deverá ser feita na Biblioteca Pública Paulo Rodrigues dos Santos, a partir do dia 06 de outubro de 2013, das 08h30 até 16h. O limite para inscrição e entrega dos poemas será dia 18/11/2013.

1.4 No ato de entrega, o autor deverá preencher a ficha de inscrição.

2 - Comissão Julgadora

2.1 A comissão julgadora será composta por 03 (três) jurados indicados pela SEMC capacitados para tal função.

2.2 A comissão irá se reunir a partir do dia 19/11/201 para decidir os VENCEDORES.

2.3 A decisão da comissão julgadora será soberana e irrevogável, não cabendo recurso de qualquer natureza.

3 – Premiação

1º Lugar: R$ 1.000,00 (Mil Reais), 2º Lugar: R$ 700,00 (Setecentos Reais), 3º Lugar: R$ 500,00 (Quinhentos Reais)

3.1 A premiação acontecerá dentro de um Sarau Literário no Theatro Vitória, no dia 29 de novembro de 2013, ocasião em que serão anunciados os nomes dos premiados.

4- Regras

4.1 Os participantes deverão entregar 03(três) cópias impressas, em folha A4, em arial, fonte 12, preto e branco. O envelope deve conter: título, o poema e PSEUDÔNIMO.

4.2 Os poemas serão numerados no ato da inscrição, na Biblioteca, sendo localizadas pelo número, de acordo com a ficha de inscrição.

4.3 Os textos impressos não serão devolvidos, ficarão disponibilizados em exposição na Biblioteca.

4.4 Endereço para inscrição: Biblioteca Paulo Rodrigues dos Santos, Av. Borges Leal, nº 1558, Bairro Santa Clara, CEP 68005-130 – Santarém-Pará. A inscrição, via Correios, considera a data de postagem de 30/10/2013.

5 - Organização

5.1 O evento está sendo organizado pela Prefeitura Municipal de Santarém, através da SEMC/Biblioteca Pública Paulo Rodrigues dos Santos.

5.2 Cabe à Comissão Organizadora: elaboração deste regulamento; divulgação de inscrições e realização, orientação geral, orientar dúvidas ocasionais, responder pelas questões estruturais do concurso, decidir o que não foi dito ou explicado neste regulamento.

6 - Considerações finais

6.1 Fica vedada a participação de funcionários da SEMC neste concurso, podendo participar funcionários de outras Secretarias da Prefeitura Municipal de Santarém.

6.2 Os autores autorizam os poemas, desde já, cedendo-os à SEMC, para posterior publicação.


O Poder dos Quietos

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SUSAN CAIN
tradução ANA CAROLINA BENTO RIBEIRO

Nossas vidas são moldadas tão profundamente pela personalidade quanto pelo gênero ou código genético. E o aspecto mais importante da personalidade --"o norte e o sul do temperamento", como diz um cientista-- é onde cada um se localiza no espectro introversão-extroversão.
Nosso lugar nesse contínuo influencia como escolhemos amigos e colegas, como levamos uma conversa, resolvemos diferenças e demonstramos amor. Afeta a carreira que escolhemos e se seremos ou não bem-sucedidos nela. Governa o quanto temos tendência a nos exercitar, a cometer adultério, a funcionar bem sem dormir, a aprender com nossos erros, a fazer grandes apostas no mercado de ações, a adiar gratificações, a ser bons líderes e a perguntar: "E se?"
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A escritora Susan Cain, autora do livro "O Poder dos Quietos"
A escritora Susan Cain, autora do livro "O Poder dos Quietos"
Isso se reflete nos caminhos do nosso cérebro, nos neurotransmissores e nos cantos mais remotos do nosso sistema nervoso. Atualmente, introversão e extroversão são dois dos aspectos mais pesquisados na psicologia da personalidade, despertando a curiosidade de centenas de cientistas.
Apesar de descobertas animadoras, esses pesquisadores, auxiliados pela tecnologia mais avançada, fazem parte de uma longa e histórica tradição. Poetas e filósofos têm pensado sobre introvertidos e extrovertidos desde o início dos tempos. Os dois tipos de personalidade aparecem na Bíblia e nos escritos de doutores gregos e romanos, e alguns psicólogos evolucionistas dizem que a história desses comportamentos vai muito além: o reino animal também apresenta "introvertidos" e "extrovertidos", como veremos, de moscas da fruta a peixes e macacos.
Como outros pares complementares --masculinidade e feminilidade, Ocidente e Oriente, liberais e conservadores--, a humanidade seria irreconhecível, e imensamente diminuída, sem os dois estilos de personalidade.
Veja a parceria de Rosa Parks e Martin Luther King Jr.: um formidável orador recusando-se a ceder seu lugar em um ônibus segregado não causaria o mesmo efeito de uma mulher modesta que claramente preferiria manter-se em silêncio, não fosse o que a situação exigia. E Parks não teria o necessário para eletrizar uma multidão se tivesse tentado se levantar e anunciar que tinha um sonho. Mas com a ajuda de Martin Luther King, ela não precisou fazê-lo.

ESTILOS
No entanto, hoje abrimos espaço para um número notavelmente limitado de estilos de personalidade. Dizem que para sermos bem-sucedidos temos que ser ousados, que para sermos felizes temos que ser sociáveis.
Vemo-nos como uma nação de extrovertidos --o que significa que perdemos de vista quem realmente somos. Dependendo de que estudo você consultar, de um terço a metade dos norte-americanos é introvertido-- em outras palavras, uma em cada duas ou três pessoas que você conhece. (Considerando que os EUA estão entre as nações mais extrovertidas, o número deve ser pelo menos tão alto quanto em outras partes do mundo.) Se você não for um introvertido, certamente está criando, gerenciando, namorando ou casado com um.
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A escritora Susan Cain, autora de "O Poder dos Quietos", na conferência TED2012, em Long Beach, nos EUA
A escritora Susan Cain, autora de "O Poder dos Quietos", na conferência TED2012, em Long Beach, nos EUA
Se essas estatísticas o surpreendem, provavelmente é porque muitas pessoas fingem ser extrovertidas. Introvertidos disfarçados passam batido em parquinhos, vestiários de escolas e corredores de empresas. Alguns enganam até a si mesmos, até que algum fato da vida --uma dispensa, a saída dos filhos de casa, uma herança que permite que passem o tempo como quiserem-- os leva a avaliar sua própria natureza.

Você só precisa abordar o tema deste livro com seus amigos e conhecidos para descobrir que mesmo as pessoas mais improváveis consideram-se introvertidas.

Faz sentido que tantos introvertidos escondam-se até de si mesmos. Vivemos em um sistema de valores que chamo de "ideal da extroversão" --a crença onipresente de que o ser ideal é gregário, alfa, sente-se confortável sob a luz dos holofotes. O típico extrovertido prefere a ação à contemplação, a tomada de riscos à cautela, a certeza à dúvida. Ele prefere as decisões rápidas, mesmo correndo o risco de estar errado. Ele trabalha bem em equipes e socializa em grupos.

Gostamos de acreditar que prezamos a individualidade, mas muitas vezes admiramos um determinado tipo de indivíduo --o que fica confortável sendo o centro das atenções. É claro que permitimos que solitários com talento para a tecnologia que criam empresas em garagens tenham a personalidade que quiserem, mas estes são exceções, não a regra, e nossa tolerância estende-se principalmente àqueles que ficaram incrivelmente ricos ou que prometem fazê-lo.

DECEPÇÃO
Introversão --com suas companheiras sensibilidade, seriedade e timidez-- é, hoje, um traço de personalidade de segunda classe, classificada em algum lugar entre uma decepção e uma patologia. Introvertidos vivendo sob o ideal da extroversão são como mulheres vivendo em um mundo de homens, desprezadas por um traço que define o que são. A extroversão é um estilo de personalidade extremamente atraente, mas a transformamos em um padrão opressivo que a maioria de nós acha que deve seguir.

O ideal da extroversão tem sido bem documentado em vários estudos, apesar dessa pesquisa nunca ter sido agrupada sob um único nome. Pessoas loquazes, por exemplo, são avaliadas como mais espertas, mais bonitas, mais interessantes e mais desejáveis como amigas. A velocidade do discurso conta tanto quanto o volume: colocamos aqueles que falam rápido como mais competentes e simpáticas que aqueles que falam devagar.

A mesma dinâmica aplica-se a grupos, em que pesquisas mostram que os eloquentes são considerados mais inteligentes que os reticentes --apesar de não haver nenhuma correlação entre o dom do falatório e boas ideias. Até a palavra "introvertido" ficou estigmatizada --um estudo informal feito pela psicóloga Laurie Helgoe mostrou que os introvertidos descrevem a própria aparência física com uma linguagem vívida ("olhos verde-azulados", "exótico", "maçãs do rosto salientes"), mas quando se pede para descreverem introvertidos em geral eles delineiam uma imagem insossa e desagradável ("desajeitado", "cores neutras", "problemas de pele").

Mas cometemos um erro grave ao abraçar o ideal da extroversão tão inconsequentemente. Algumas das nossas maiores ideias, a arte, as invenções --desde a teoria da evolução até os girassóis de Van Gogh e os computadores pessoais-- vieram de pessoas quietas e cerebrais que sabiam como se comunicar com seu mundo interior e os tesouros que lá seriam encontrados.

Sem introvertidos, o mundo não teria: a teoria da gravidade; a teoria da relatividade; "O Segundo Advento", de W.B. Yeats; Os "Noturnos" de Chopin; "Em Busca do Tempo Perdido", de Proust; Peter Pan; "1984" e "A Revolução dos Bichos, de George Orwell; "O Gato do Chapéu", do Dr. Seuss; Charlie Brown; "A Lista de Schindler", "E.T." e "Contatos Imediatos de Terceiro Grau", de Steven Spielberg; o Google; Harry Potter.

ESTÍMULOS
Como escreveu o jornalista científico Winifred Gallagher: "A glória da disposição que faz com que se pare para considerar estímulos em vez de render-se a eles é sua longa associação com conquistas intelectuais e artísticas. Nem o E=mc² de Einstein nem 'Paraíso Perdido', de John Milton, foram produzidos por festeiros."

Mesmo em ocupações menos óbvias para os introvertidos, como finanças, política e ativismo, alguns dos grandes saltos foram dados por eles. Figuras como Eleanor Roosevelt, Al Gore, Warren Buffett, Gandhi --e Rosa Parks-- conquistaram o que conquistaram não "apesar de", mas por causa de sua introversão.

Mesmo assim, muitas das mais importantes instituições da vida contemporânea são criadas para aqueles que gostam de projetos em grupo e altos níveis de estímulo. Nas turmas infantis, cada vez mais as mesas das salas de aula são arrumadas em forma de concha, a melhor para encorajar o aprendizado em grupo, e pesquisas sugerem que a grande maioria dos professores acha que o aluno ideal é um extrovertido.
As crianças assistem a programas de TV em que os protagonistas não são crianças como qualquer uma, mas estrelas do rock, por exemplo, como Hannah Montana.

Quando adultos, muitos de nós trabalhamos para empresas que insistem em que trabalhemos em grupo, em escritórios sem paredes, para supervisores que valorizam "um bom relacionamento interpessoal" acima de tudo. Para avançarmos em nossas carreiras, espera-se que nos promovamos descaradamente.

Os cientistas cujas pesquisas conseguem financiamento muitas vezes possuem personalidades confiantes, talvez até demais. Os artistas cujos trabalhos adornam as paredes de museus de arte contemporânea posam de forma a impressionar nos vernissages. Os autores que têm seus livros publicados --tidos no passado como uma raça reclusa-- hoje são avaliados pelos editores para assegurar que possam participar de programas de entrevistas. (Você não estaria lendo este livro se eu não tivesse convencido meu editor de que sou suficientemente pseudoextrovertida para promovê-lo.)

DOR
Se você é um introvertido, também sabe que o preconceito contra os quietos pode provocar uma profunda dor psicológica. Quando criança, pode ter ouvido seus pais se desculparem pela sua timidez. ("Por que você não pode ser mais parecido com os meninos Kennedy?", repetiam constantemente os pais de um homem que entrevistei.) Ou na escola você pode ter sido estimulado a "sair da sua concha" --expressão nociva que não valoriza o fato de que alguns animais naturalmente carregam seu abrigo aonde quer que vão, assim como alguns humanos.

"Ainda ouço todos os comentários da minha infância em minha cabeça, dizendo que eu era preguiçoso, burro, lento, chato", escreveu um membro de uma lista de e-mail chamada Refúgio dos Introvertidos. "Quando eu tive idade suficiente para entender que eu simplesmente era introvertido, a suposição de que algo estava inerentemente errado comigo já era parte do meu ser. Queria encontrar esse vestígio de dúvida e tirá-lo de mim."
Agora que você é um adulto, talvez ainda sinta uma ponta de culpa quando recusa um convite para jantar para ler um bom livro. Ou talvez você goste de comer sozinho em restaurantes, podendo passar sem os olhares de pena dos outros clientes. Ou lhe dizem que você "fica muito na sua cabeça", uma frase muitas vezes utilizada contra os quietos e cerebrais.

É claro que há outro nome para pessoas assim: pensadores.
O livro "O Poder dos Quietos" será lançado em maio pela editora Agir


Fotógrafos farão promoção em prol da categoria

A Associação dos Fotógrafos Profissionais de Santarém realiza no próximo dia 15 de novembro, no Iate Clube, uma promoção social voltada para o fortalecimento da classe no município. Haverá torneio de futebol e sorteio de brindes.

O evento será aberto à comunidade santarena. Na próxima segunda-feira, às 19 horas, acontece uma reunião no museu João Fonna entre os associados para definir toda a programação.


Sesc promove concurso Miss Comerciária

O Serviço Social do Comércio (Sesc/Santarém), realiza, no próximo dia 29, a partir das 22 horas, no Iate Clube, o II Concurso Miss Comerciária.

O evento acontecerá em comemoração ao Dia do Comerciário. A programação faz parte do projeto ‘Comemore com o Sesc’, que objetiva promover encontros de confraternização e entretenimento à clientela comerciária por ocasião das principais datas comemorativas em homenagem à classe trabalhadora do município.

As candidatas interessadas em participar do concurso podem se inscrever gratuitamente no período de 7 a 19 de outubro, no horário das 8 às 17 horas, no setor de matrícula do Sesc, na rua Floriano Peixoto, 535, centro.

Para efetivar sua inscrição, a candidata terá que apresentar a carteira de comerciária do Sesc, devidamente atualizada.

O II concurso Miss Comerciária também realizará até o dia 25, uma pré-seleção com as candidatas inscritas, das quais serão selecionadas oito comerciárias para a disputa do título.

A pré-seleção será realizada no dia 21, a partir das 19 horas, no salão de lazer do Sesc.

Os prêmios serão: 1º lugar – R$ 1.300; 2º lugar – R$ 900; 3º lugar- R$ 600.

No último concurso, o título de comerciária mais bela de Santarém ficou com Adriana Cardoso Gama.

Sesc abre inscrição para colônia de férias

O Serviço Social do Comércio (Sesc) está com as inscrições abertas para a colônia de férias, realizada todos os anos pela instituição. Este ano o tema será ‘Brincando com alegria! Reciclando todo dia’.

As atividades serão desenvolvidas nas dependências do colégio Dom Amando, no período de 5 a 16 de julho, das 8 às 12 horas.

Para as inscrições das crianças é necessário o comparecimento dos pais o responsável, no setor de matrícula do Sesc.

O custo da taxa de inscrição é de R$ 40,00, para dependentes (filhos de comerciários) e R$ 60,00 para a comunidade em geral.

As crianças inscritas terão direito a camisa da colônia de férias, lanche diário e seguro de vida.

O objetivo do evento é apresentar práticas de sustentabilidade ambiental de forma divertida para crianças e pré-adolescentes, por meio da ludicidade, da cultura e de ações educativas.

Dentre as atividades estão previstos realização de torneios esportivos, gincanas, estação de dança, banhos de piscina, cinema, oficinas de cerâmica e reciclagem, apresentações de música, teatro, dança e orientações de saúde.


Santarém recebe projeto Sesc Amazônia das Artes

 O Sesc Amazônia das Artes é um projeto que viabiliza a circulação e intercambio de espetáculos de teatro, dança, shows musicais, exposições de obras de arte que fazem parte da produção cultural de cada estado da Amazônia Legal, incluindo ainda, o Piauí.

Em sua terceira edição buscou adequar a experiência e a qualidade técnica e artística como fatores essenciais para a participação de grupos, destacando-se como critério os trabalhos que tenham representatividade em seus estados; qualidade artística, domínio da técnica, criatividade, inovação, diferencial, aspecto sócio-educativo, que contemplem as pesquisas dos artistas e dos grupos, com foco no contemporâneo, facilidade de adaptação e adequação aos diferentes espaços.

O Projeto acontecerá em formato de mostra cultural nas seguintes capitais: Belém (Pará), Boa Vista (Roraima), Rio Branco (Acre), Porto Velho (Rondonia), Manaus (Amazonas), Macapá (Amapá), Terezina (Piauí), São Luiz (Maranhão), Cuiabá (Mato Grosso), Palmas (Tocantins).

Santarém será a única cidade do interior a receber uma parte da mostra.

Os dois espetáculos serão realizados no espaço da Orla Fluvial, próximo a Praça do Pescador, a partir das 20h, nos dias 23 e 25 de maio. A classificação é livre, e a entrada é franca. Esta realização conta com o apoio cultural da Secretaria Municipal de Turismo.
Veja a programação:
 23 de maio de 2011 – Espetáculo Catolé e Caraminguás – Grupo de Teatro com Bonecos InBust, de Belém (Pará)

25 de maio de 2011 – Espetáculo Batida Brasileira – Cantora Euterpe e Banda, de Boa Vista (Roraima)

Serviço:
Projeto SESC Amazônia das Artes – Etapa Santarém
Datas: 23 e 25 de maio
Local: Orla Fluvial (próximo a Praça do Pescador)
Horário: 20h
Responsável: Daniele Torres – SESC Santarém

(93) 9189 5947 - (93) 3522 6481
dot_mocoronga@hotmail.com

Fonte: Sesc/Santarém
Logomarca dos 350 anos será apresentada na segunda-feira
Foi escolhida na quinta-feira (12/05) por um grupo de jurados, a arte vencedora do Concurso de Logomarca Comemorativa aos 350 Anos de Santarém, promovido pelo governo Cidade da Gente, sob coordenação da secretaria municipal de Administração (SEMAD).

36 pessoas se inscreveram no concurso e o vencedor do certame foi JORGEAN GOUDINHO XAVIER, do bairro da Nova República, que receberá como premiação, um certificado e um notebook.

A Logomarca vencedora será apresentada pela Prefeita Maria do Carmo na segunda-feira, 16 de maio, às 9h, na sala de reuniões do Palácio Jarbas Passarinho, em uma solenidade à imprensa, que reunirá secretários e coordenadores municipais de governo e integrantes da Comissão Julgadora do Concurso.

A Logomarca dos 350 anos de Santarém será utilizada em todos os materiais publicitários e de divulgação da programação de aniversário de Santarém, que está sendo organizada pela Prefeitura Municipal. (PMS)

Caravana da Diversão

O projeto Caravana da Diversão, desenvolvido pelo Serviço Social do Comércio (Sesc) iniciou nesta sexta-feira (6) suas atividades no mês de maio. Os bairros do Livramento, Maicá, Santo André e São Francisco receberão a caravana, que levará ações recreativas, esportivas, culturais e educativas para essas comunidades.

A programação se estende até o dia 28 de maio. A entrada é franca e pessoas de todas as idades podem participar das atividades.

Confira a programação:
06/05 – 16h às 19h – Centro Comunitário do Livramento
13/05 – 15h às 17h30 – Escola Pérola do Maicá
14/05 – 09h às 12h – Escola Pérola do Maicá
20/05 – 15h às 17h30 – Escola Joaquim Cavalcante Maia (Santo André)
28/05 – 09h às 12h – Sindicato dos Madeireiros do Bairro de São Francisco.


Confira imagens inéditas do filme Faroeste Caboclo 


Figurantes como policiais militares: imagem inédita da gravação da Rockonha, no mesmo sítio onde a festa original foi realizada, há mais de 30 anos


Correio Braziliense

Na madrugada gelada de quarta para quinta-feira, dezenas de tiros são disparados no pinheiral do Paranoá. Mas, desta vez, nada a ver com a atual guerra entre as gangues que atormentam os moradores da cidade e do vizinho Itapoã. Os tiros de festim remetem à outra disputa, eternizada em 159 versos por Renato Russo. No meio da sombria e desabitada reserva ambiental, as turmas de Jeremias e João do Santo Cristo travam mais uma batalha pelo controle do tráfico de drogas na capital federal. As cenas, rodadas por quase 12 horas, estarão no filme Faroeste caboclo, baseado na canção-hino gravada pela Legião Urbana em 1987, no disco Que país é este.

O Correio acompanhou os bastidores e a filmagem da produção prevista para estrear nos cinemas em outubro. A locação daquela noite e madrugada, que renderá cerca de dois minutos nos mais de 90 do longa-metragem, envolveu cerca de 130 pessoas e uma parafernália. Além de atores, diretores e técnicos, havia gente para cuidar de transporte, segurança, comida, higiene e saúde da equipe. Um batalhão que se mantinha calado a cada grito de “silêncio, gravando”.

As cenas daquela madrugada eram uma continuação da Rockonha, a festa organizada por Jeremias — “maconheiro, sem-vergonha” — onde muita gente acabou preso em flagrante pela temida polícia nos anos de chumbo da ditadura militar. A Rockonha do filme foi rodada 10 dias atrás, em Sobradinho, no mesmo sítio onde ocorreu a original, descrita por Renato Russo. A produção do longa cedeu ao Correio imagens inéditas da gravação da balada movida a rock e a maconha.

Escrito por Marcos Bernstein e Victor Atherino, com consultoria do escritor Paulo Lins, autor do clássico Cidade de Deus, o roteiro de Faroeste caboclo ambienta a rotina violenta de quadras do Plano Piloto e, principalmente, da periferia de Brasília entre 1979 e 1981, período em que Renato Russo escreveu a música. Nas filmagens acompanhadas pelo Correio, teve perseguição e tiro. Em meio aos pinheiros do Paranoá, que na ficção são os arredores do sítio da Rockonha, Jeremias e sua turma armaram uma emboscada para Santo Cristo.

Jeremias (Felipe Abib) contava com o apoio de policiais corruptos comandados pelo agente Marco Aurélio, personagem de Antonio Calloni. O experiente ator se disse emocionado em integrar o elenco de Faroeste caboclo. “Aceitei o convite desse projeto por se tratar de uma homenagem ao Renato Russo, um poeta, um gênio da nossa música”, comentou Calloni. Além de contracenar com atores profissionais, em suas cenas ele tem a companhia de policiais civis de verdade. Agentes que trocam as noites de folga para fazer figuração como policiais corruptos e trocar tiros com traficantes de mentira.

Pablo e Maria Lúcia

Se Jeremias tem a proteção de policiais, Santo Cristo (Fabrício Oliveira) conta com a amizade de Pablo. Na fita Faroeste caboclo, “o peruano que vivia na Bolívia e muitas coisas trazia de lá” é interpretado pelo uruguaio César Troncoso (o protagonista Beto, de O banheiro do Papa). Ele desembarcou em Brasília há uma semana para gravar as cenas em que ensina os segredos do tráfico e contrabando a Santo Cristo e das mortes em que se envolverão. “Pablo é um típico traficante boliviano do início dos anos 1980”, observou, enquanto colocava algumas das pulseiras de ouro do seu personagem.

Na trama, Santo Cristo e Jeremias travam outra disputa. Ambos lutam pelo amor de Maria Lúcia. A menina linda, para quem o coração o Santo Cristo prometeu, é vivida pela global Ísis Valverde. Moradora do Plano Piloto, ela estuda na Universidade de Brasília (UnB) e tem como pai o senador Ney, interpretado pelo também global Marcos Paulo, que após uma longa temporada volta a trabalhar como ator. Ambos já gravaram cenas juntos na capital do país. Ísis também esteve em cenas rodadas na UnB, onde ocorreu uma animada festa de rock.

O gosto pela maconha leva Maria Lúcia a conhecer os inimigos Jeremias e João de Santo Cristo. No filme, os traficantes se encontraram pela primeira vez em um casarão do Lago Sul. O personagem de Felipe Adib é marcado pelas roupas de couro e um bigodão ao estilo mexicano, típico dos antigos faroestes americanos. Para manter esse clima de bangue-bangue, o diretor René Sampaio escolheu as ruas empoeiradas do Jardim ABC, para rodar as cenas de Ceilândia do fim dos anos 1970. A comunidade localizada no Entorno começa a receber a equipe de Faroeste caboclo daqui a duas semanas.

Faroeste em números

» 30 atores
» 300 figurantes
» 120 técnicos


Belém recebe primeira etapa do Elite Model Look Brasil 2011

Após o sucesso de 2010, quando mais de 8 mil candidatas se inscreveram no concurso, a Elite Model Management inicia no mês de maio o Elite Model Look Brasil 2011, que passará por 15 capitais em busca de uma new face com potencial para brilhar no mundo da moda. A primeira parada do concurso, responsável por revelar nomes como Gisele Bündchen, Isabeli Fontana, Cindy Crawford, Naombi Campbell e Linda Evangelista, será em Belém, no próximo dia 1º.

O Elite Model Look Brasil 2011 conta com patrocínio oficial da Arno e Rede Transamérica como rádio oficial do evento. O concurso será divido em standard casting (etapa em único dia) e special castings (etapa dividida em dois dias). Além de Belém, o concurso passará pelas seguintes capitais: São Luís, Salvador, Vitória, Cuiabá, Campo Grande, Belo Horizonte, Fortaleza, Florianópolis, Rio de Janeiro, Recife, Brasília, Curitiba, Porto Alegre e São Paulo.

Para participar da eliminatória paraense, as garotas interessadas devem comparecer ao Shopping Pátio Belém das 10 às 16 horas e fazer a inscrição. Os pré-requisitos básicos para se inscrever são idade, entre 14 e 22 anos, e altura, no mínimo 1,72 m. Menores de 18 anos precisam apresentar autorização de um responsável legal, que deverá acompanhá-la no dia da seletiva.

As candidatas escolhidas em cada estado se classificam automaticamente para a semi-final nacional, que ocorre em São Paulo nos dias 27 e 28 de agosto. Além disso, haverá uma votação on-line na página do concurso, que levará uma candidata automaticamente para a final nacional, marcada para o dia 6 de setembro, em São Paulo.

Premiação - O prêmio da etapa nacional do concurso garante à vencedora contratos de trabalho que alcançam, em conjunto, o valor total de 150 mil reais, por um período de 48 meses. Na final internacional, as três primeiras colocadas dividirão uma garantia mínima de trabalho equivalente a 325 mil dólares.

SERVIÇO
O quê: Seletiva Elite Model Look Brasil 2011 em Belém
Onde: Shopping Pátio Belém - Travessa Padre Eutíquio, 1078
Quando: dia 1º de maio, das 10h às 18h

Sobre o Elite Model Look

Inicialmente chamado de The Look of the Year, o Elite Model Look é um concurso internacional de modelos realizado desde 1983, pela agência Elite Model Management (www.elitemodel-world.com). Todos os anos, a competição percorre 70 países em busca de novos talentos da moda.

Entre as tops descobertas pelo Elite Model Look estão ainda: Fernanda Tavares, Michelle Alves, Ana Beatriz Barros, Carol Ribeiro, Karen Mulder, Inês Sastre, Stephanie Seymour e Tatjana Patitz.

Mais informações:
Linhas Comunicação
www.linhascomunicacao.com.br
Tel.: (11) 3465-5868
Bárbara Barbosa – (11) 3465-5874 - barbara@linhascomunicacao.com.br
Bianca Azzari – (11) 3465-5862 - bianca@linhascomunicacao.com.br
Tayane Scott – (11) 3465-5865 tayane@linhascomunicacao.com.br
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Avesso mostra os bastidores da campanha de Varejo da Fiat

O novo Programa Avesso traz os bastidores da campanha de Varejo da Fiat e conta com cantores de duas gerações, Fábio Jr e Fiuk. Juntos eles resgatam a canção “Carango” de Wilson Simonal com um novo arranjo. “Essa música é um sucesso dos anos 60 e 70 e trazê-la de volta faz parte da campanha, de aliar o antigo e o novo”, explica João Ciaco, Diretor de Publicidade e Marketing da Fiat.

Gravada em São Paulo, a campanha não só usou a música, que é marca registrada dos garotos-propaganda, mas também o humor e o clima de intimidade familiar. Esse aspecto contribui para a leveza da campanha, “Quando você escolhe os personagens, você começa a criar, os filmes da Fiat não são somente ofertas, mas uma relação entre pai e filho” diz Ruy Lindenberg, Presidente da Leo Burnet.

Durante as gravações os cantores brincam com carinho e “ares” de competição, “Em uma cena meu pai me sacaneia, na outra eu sacaneio meu pai e fica nesse pingue-pongue”, explica Fiuk. O cantor Fábio Jr. se mostra feliz em trabalhar com seu filho, “Já já vai virar hábito querer trabalhar junto, se Deus quiser”.

A campanha foi criada pela agência Leo Burnett e produzida pela Fulano Filmes. O Diretor de Cena, Octavio Scopelliti, conta, “Cada filme tem múltiplas versões, com uma cabeça e um módulo de oferta que pode ir variando dependendo das situações”.

Confira todo clima de descontração e diversão desse programa Avesso em http://www.youtube.com/watch?v=JoJB0w025m4

Sobre o Programa Avesso - O Avesso é um programa de entretenimento com três minutos de duração, que mostra os bastidores da indústria da comunicação para o grande público, responsável pelo desenvolvimento do conceito do Brand Backstage no Brasil. Se destaca, por sua ampla interação entre os meios, com uma linguagem moderna e dinâmica.

Primeira obra de Jorge Amado completa 80 anos

MARCELO BORTOLOTI
DO RIO
Há 80 anos, o escritor Jorge Amado (1912-2001) publicava seu primeiro livro, "O País do Carnaval", relançado neste mês pela Companhia das Letras.

Com 18 anos, produziu um romance com pouco do colorido e da brasilidade que marcariam sua obra futura, mas inaugurou ali uma produção literária que mudaria para sempre o mercado editorial brasileiro.

Ao longo da carreira, com 45 livros publicados, a maioria romances, vendeu 20 milhões de exemplares no Brasil e foi traduzido em 55 países, onde, estima-se, tenha vendido 60 milhões de livros.

Isso fez dele o escritor brasileiro de maior público, só superado por Paulo Coelho.
Apesar do feito, Amado nunca conseguiu romper a resistência da crítica especializada e sobretudo do meio acadêmico.

Dez anos após sua morte, e a um ano do centenário de nascimento, o descompasso entre seu sucesso com o público e a resistência da crítica permanece.

"Em 35 anos de magistério, só conheci um professor que se ocupou dele. Também ignoro a existência de teses ou dissertações sobre sua obra. Caiu sobre ele aquele anátema do 'não li e não gostei'", diz o crítico literário e membro da ABL (Academia Brasileira de Letras) Antônio Carlos Secchin.

Além da desconfiança recorrente no meio acadêmico em relação aos escritores de sucesso, duas críticas grudaram em sua obra.

Uma, de que a primeira fase de sua produção, que vai de "O País do Carnaval" a "Os Subterrâneos da Liberdade" (1954), período de sua militância comunista, seria excessivamente engajada, o que tornava os livros muito esquemáticos, fragilizando a composição.

A outra, de que sua segunda fase, inaugurada com "Gabriela" (1958), acabou derivando para uma literatura simplista, de pouca densidade psicológica.

Divulgação
O escritor Jorge Amado discursa na comemoração dos trinta anos de "O País do Carnaval", na Câmara de Vereadores de Salvador, em 1961
O autor Jorge Amado discursa na comemoração dos trinta anos de "O País do Carnaval", em Salvador, em 1961
FÓRMULA POPULISTA
"A crítica que se faz é que ele adotou uma fórmula populista, criando uma imagem de Brasil mulato onde as relações se resolvem por meio da ginga, mas que no fundo mascara todas as contradições da realidade", diz o crítico Alcir Pécora.

Desde os anos 1940, a obra de Jorge Amado divide os intelectuais. Mário de Andrade o criticava por ser caudaloso, mas pouco esforçado em seu texto. De uma forma geral, os modernistas entendiam sua obra como um retrocesso, já que não promovia inovações de linguagem e não se abria a várias interpretações.

"Ele retomou o folhetim romântico do século 19. Mas conseguiu arrastar multidões com isso e criou público para o romance brasileiro", diz Eduardo de Assis Duarte, professor da Faculdade de Letras da UFMG.

Os intelectuais que vão em sua defesa sustentam que a fluidez, o apelo público e a capacidade de criar personagens --são mais de 3.000, alguns deles incorporados ao imaginário brasileiro-- são qualidades que o habilitam a estar entre os maiores da língua portuguesa.

"O livro pode ter densidade psicológica e ser um péssimo romance. Jorge Amado permitiu que muitos leitores gostassem de literatura e se reconciliassem com os temas nacionais", diz o escritor João Ubaldo Ribeiro.

Para o cineasta Cacá Diegues, que adaptou para o cinema o livro "Tieta do Agreste", o escritor foi quem melhor entendeu a sociedade brasileira. "Ele é o nosso Dickens, o nosso Balzac", diz.

INTÉRPRETE
Lilia Schwarcz, coordenadora editorial da Companhia das Letras, ressalta seu lado como pensador e intérprete do Brasil.

"É uma leitura do país que continua viva porque continua a incomodar", diz.
Seu público também não arrefeceu. Em três anos na Companhia das Letras, Amado vendeu 800 mil exemplares, mais que qualquer outro autor da editora.

Sua filha, Paloma Amado, diz que, nos últimos dois anos, assinou contratos para reedições de livros em russo, chinês, coreano e turco.

"Durante muito tempo ele fez sucesso nos países ligados ao bloco comunista porque, como membro do Partido Comunista, seus livros não tinham tanto problema com a censura. Mas sua projeção deve-se, em primeiro lugar, ao fato de ser muito bom, e depois por ter conseguido que seu regionalismo se tornasse universal", diz.

Arte em cuias: artesãs são mais valorizadas hoje

Carlos  Bandeira Jr. (Free Lancer)
A comunidade de Carapanatuba, na região do Aritapera, distante 4 horas de barco de Santarém, é conhecida pelo trabalho de artesanato em cuias (fruto típico da região amazônica) arte desenvolvida pelas mulheres ribeirinhas da localidade. A atividade é bastante tradicional no lugar e os saberes e técnicas para confecção das cuias é transmitida de geração para geração, já fazendo parte da cultura dos moradores.

A arte de confeccionar cuias foi herdada dos povos indígenas, que as utilizavam como recipientes domésticos. Na comunidade, a arte ainda segue os moldes dos antepassados e é realizada de maneira totalmente artesanal e todos os materiais são extraídos diretamente na natureza.

O fruto é selecionado de acordo com seu formato e maturidade, depois cortado ao meio e deixado de molho para ser retirado o miolo. Após essa etapa é raspado com a escama do pirarucu e lixado com a folha da Umbaubeira para então receber a pigmentação, que é feita com cumatê, um líquido retirado da casca do Axuazeiro.

Em 2003 foi criada, com o apoio do Sebrae, a Associação das Artesãs Ribeirinhas de Santarém (ASARISAN) com o intuito de organizar a atividade, pois antes cada um produzia suas cuias e não conseguia valorização para o produto e o mercado era restrito.

“Após a fundação da associação, o artesanato em cuia d­as ribeirinhas do Aritapera saiu do anonimato e começou a se tornar conhecido no Brasil e no exterior” conta Lélia Almeida, vice-presidente da ASARISAN e artesã. As ribeirinhas artesãs produzem peças principalmente para as regiões sul, sudeste e também já receberam encomendas da Inglaterra e França.

As cuias do Aritapera estão ultrapassando as fronteiras, levando esse símbolo da cultura paraense para outros lugares, valorizando uma arte secular da Amazônia que é tão presente no cotidiano desse povo que começa a sair do anonimato através do artesanato.

Pé de Pincha solta 35 mil filhotes de quelônios na natureza

Os meses de fevereiro e março renderam bons frutos ao Projeto Pé de Pincha, que trabalha a preservação de quelônios da Amazônia (tartarugas, tracajás e pitiús), com mais de 35 mil filhotes soltos na natureza. O projeto é um esforço conjunto da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), do IBAMA Amazonas e de agentes ambientais das 106 comunidades envolvidas na iniciativa. A Mineração Rio do Norte é uma das empresas parceiras do Pé de Pincha dentro de sua Política de Responsabilidade Social.

A fase de soltura dos quelônios é uma das mais esperadas pelos participantes. Isso porque o momento representa o resultado de um trabalho que inclui a coleta de ovos e os cuidados com os ninhos até que os animais estejam prontos para serem soltos. Os comunitários se emocionam durante a soltura, como é o caso de Pedro de Souza, morador da comunidade do Desengano, em Terra Santa: “Comecei no projeto em 2004, com uma chocadeira. Não sei se esse é meu último ano no Pé de Pincha, mas espero que não. Quem trabalha pelo projeto sabe que ele é de grande importância para todos nós, quem não trabalha não consegue entender isso”, avaliou.

Do ponto de vista ambiental, a realização do Projeto durante mais de dez anos vem garantindo o aumento da população de quelônios nos rios da região. É o que afirma o professor Paulo Andrade, coordenador do Pé de Pincha pela UFAM: “O ganho ambiental que temos com o Pé de Pincha é termos um número maior de quelônios na natureza, tendo em vista as solturas que já realizamos ao longo dos últimos anos. Indiretamente, esse trabalho traz ainda a conscientização ambiental por parte dos moradores. No início, convencer os comunitários a participar foi difícil, mas hoje, eles já têm esse compromisso enraizado.

Ao todo, foram 10 mil filhotes de quelônios soltos em duas comunidades de Terra Santa e mais de 25 mil filhotes soltos em 13 comunidades de Oriximiná. Entre os próximos passos do Projeto está a utilização de rádios transmissores que possibilitarão o acompanhamento via satélite desses animais na natureza.
sis Valverde estará no filme inspirado em ‘Legião Urbana’

Isis Valverde e Fabrício Boliveira Brasil - Os atores Fabrício Boliveira e Isis Valverde serão os protagonistas do filme "Faroeste caboclo", inspirado na canção homônima da banda Legião Urbana. A produção começará a ser filmada em março e terá direção de René Sampaio.

Segundo Bianca De Felippes, da produtora Gávea Filmes, a preparação dos atores começará na próxima semana e as primeiras cenas serão filmadas em Brasília. Boliveira (de "400 contra 1") será João de Santo Cristo - o rapaz que na música de Renato Russo deixa "o marasmo da fazenda" na Bahia para virar traficante em Brasília. Isis, que faz sua estreia no cinema, será Maria Lúcia, a "mocinha" da história.

Outro nome confirmado no elenco é Felipe Abib (de "180º" ), que interpretará o maior inimigo de João de Santo Cristo, Jeremias.

A música virou roteiro de cinema a partir da adaptação de Paulo Lins, autor do livro "Cidade de Deus". A produção deve estrear ainda em 2011.

A canção "Faroeste caboclo" foi composta em 1979, na fase da carreira de Renato Russo conhecida como "trovador solitário", mas acabou fazendo sucesso ao ser incluída no disco "Que país é este", lançado pelo Legião Urbana de 1987.

Renato Russo, o filme

Além do filme inspirado em um dos personagens de suas canções, o próprio Renato Russo também será tema de um longa-metragem. Dirigido Antonio Carlos da Fontoura, "Somos tão jovens" abordará a adolescência do roqueiro.

O filme abordará o período no qual o compositor criou hits como “Geração Coca-Cola”e “Que país é este?”.

No roteiro, ainda em tratamento, o diretor pretende documentar a cena roqueira de Brasília nos anos 80, falando não apenas sobre a Legião Urbana e o Aborto Elétrico, as bandas de Russo.

Com filmagens marcadas para abril e maio deste ano, a produção terá como protagonista o ator Thiago Mendonça, que interpretou o sertanejo Luciano em “Dois filhos de Francisco”(2004).

A trilha sonora de “Somos tão jovens” será assinada por Carlos Trilha. Profundo conhecedor da obra de Russo, o produtor foi parceiro do cantor em dois de seus trabalhos-solo, “The stonewall celebration concert” (1994) e “Equilíbrio distante” (1995).

Na lista das “participações afetivas” estão ainda os filhos do guitarrista Dado Villa-Lobos e do baterista Marcelo Bonfá, que interpretarão os pais na adolescência, quando conheceram o líder da Legião Urbana.

Fonte: G1
Sesc apresenta exposição fotográfica 'Olhares Cruzados'
 
Será aberta nesta terça-feira (8), no Salão de Lazer do Serviço Social do Comércio (Sesc), em Santarém, a exposição fotográfica 'Olhares Cruzados', da fotógrafa Lila Bemerguy. A mostra reúne imagens em preto e branco produzidas com câmera analógica e copiadas em laboratório.

O trabalho é resultado da Bolsa de Pesquisa, Criação e Experimentação Artística concedida pelo Instituto de Artes do Pará (IAP) no ano de 2010. A fotógrafa pesquisou a história e a obra fotográfica de seu avô paterno, Vidal Bemerguy, e novamente fotografou os lugares registrados por ele. A mostra foi inaugurada em Santarém em dezembro de 2010, no casarão do Barão de São Nicolau, e agora será montada no SESC e aberta à visitação até o dia 25 de fevereiro.

“Não quis fazer digital, pra homenagear a forma como os fotógrafos trabalhavam”, explica. Além das imagens, a mostra traz fotos originais de Vidal Bemerguy , feitas entre 1950 e 1970. No noite da abertura haverá projeção de imagens antigas da cidade.

No decorrer da pesquisa, Vidal Bemerguy, que atuou como fotógrafo em Santarém entre os anos 50 e 70, acabou se tornando um símbolo de todos os fotógrafos anônimos, ou que não deixaram assinatura nas suas imagens, mas que fizeram com que a história de uma cidade não fosse sepultada em escombros e ruínas, mas permanecesse viva no tempo suspenso da fotografia. “É como se revivesse os lugares escolhidos pelo olhar do meu avô”, diz Lila.

O trabalho produzido pela fotógrafa, dessa forma se funde, se cruza com aqueles olhares do passado. As imagens do passado e do presente de uma cidade no mesmo espaço como também da transformação de um lugar em espaço de tempo de cerca de 50 anos.

Serviço: Mostra Fotográfica “Olhares Cruzados”
Abertura: 08 de fevereiro de 2011.
Período: 8 a 25 de fevereiro.
Início: 19h30
Local: Salão de Lazer do SESC Santarém.
Horário de Visitação: das 8h às 21 horas – Entrada Franca.
Responsável: Daniele Torres – Coordenadora e Elizângila Dezincourt
Contato: 3522 – 5126 (SESC)
Local: SESC Santarém- Rua Floriano Peixoto, entre 15 de agosto e Tv. dos Mártires.


'Contos, cantos e encantos Tapajônicos' em Santarém

Nos próximos dias 10 e 11 de fevereiro, no salão de lazer do Serviço Social do Comércio (Sesc), em Santarém, o imaginário Amazônico será apresentado pela primeira vez em um espetáculo de contação de histórias de 60 minutos intitulado: “Contos, Cantos e Encantos Tapajônicos”, que já percorreu as cidades de Óbidos, Oriximiná, Juruti e Alenquer.

A turnê, contemplada com prêmio Myriam Muniz 2009 da FUNARTE, encerra a temporada em Santarém.

O Grupo de Teatro Olho D'água também leva na bagagem uma oficina intitulada "Não se Conta Causo Por Acaso".

Serviço:Dias: 10 e 11 de Fevereiro de 2011
Início: 20h
Local: Salão de Lazer do SESC – Santarém
Ingresso: 01 livro usado (A ser doado a Biblioteca Pública das cidades contempladas no Projeto)

Patrocínio: Mineração Rio do Norte
Ministério da Cultura - Lei Rouanet

Apoio Cultural:Secretarias Municipais das Cidades de Óbidos, Oriximiná, Juruti e Alenquer,
SESC – Pará.

FUNARTE - Prêmio Myriam Muniz de Teatro.

Realização: Grupo de Teatro Olho D’água
Produção Executiva: Elder Aguiar - (93) 9182-9549



MTV confirma retorno da animação 'Beavis & Butt-head'




Após meses de rumores, a MTV confirmou na noite desta quarta-feira (2) o retorno de "Beavis & Butt-head", famoso desenho que marcou época no canal entre 1993 e 1997. A novidade foi anunciada pelo elenco da série "Skins", durante um painel realizado pela emissora em Nova York.

A animação irá ganhar novos episódios, programados para estrear no verão americano (começo do segundo semestre). "Beavis & Butt-head" teve 200 episódios produzidos quando era exibido.

Criada por Mike Judge, a série se tornou um ícone da chamada "Geração X" de duas décadas atrás. Adolescentes sem muito o que fazer nas horas vagas, Beavis e Butthead passavam os dias ouvindo metal, assistindo a viodeclipes e reclamando da vida.

Depois do fim da série - que gerou até um longa, "Beavis & Butthead conquistam a América" - Judge dirigiu filmes como "Como enlouquecer seu chefe" e "Idiocracy" e a animação "King of the hill". Em 2009 ele ressuscitou a dupla para o trailer de seu novo filme, "Extract".

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