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Mostrando postagens de Setembro, 2018

Índice de Progresso Social começa a ser discutido e viabilizado em Juruti

Juruti sediou, na última quinta-feira (26), o Seminário Índice de Progresso Social (IPS). No evento, realizado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) como resultado de projeto apoiado do Instituto Juruti Sustentável (IJUS) e do instituto Alcoa, estiveram presentes representantes do poder público local, da sociedade civil e do empresariado. O IPS é um sistema de medição de indicadores que acompanham o desenvolvimento das cidades brasileiras. Dessa forma, a proposta principal do seminário foi avaliar o potencial de adoção desse sistema e dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), programa da Organização das Nações Unidas (ONU), em Juruti. “O IPS permite você orientar várias ações, de forma mais qualificada. Então, precisamos utilizar muito bem os recursos disponíveis por esse sistema, pois o objetivo é melhorar a qualidade de vida no município” afirmou Beto Veríssimo, diretor do Imazon. “O IPS, juntamente com o ODS, consolidaria o Juruti 2.0, projeto

Fazendeiro que desmatou parte da floresta amazônica no Pará tem condenação mantida pelo TRF1

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) manteve a condenação do fazendeiro Celso Pezzini Rech por desmatar 124 hectares de vegetação na Amazônia Legal, conforme entendimento do Ministério Público Federal (MPF). Ele recorreu contra a decisão da Justiça Federal no Pará que já tinha determinado a recuperação da área degradada e o pagamento de danos materiais e morais coletivos no valor total de R$ 482.784,80, a serem revertidos ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos. O MPF pediu a condenação em virtude de auto de infração do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que verificou o desmatamento na Fazenda Jerusalém, no município de Belterra (PA), área de domínio da União. A Justiça acolheu os pedidos sobre os danos causados e deu prazo de 30 dias para Celso Pezzini Rech apresentar Plano de Recuperação de Áreas Degradadas para aprovação do órgão ambiental competente. Na apelação ao TRF1 a alegação foi de que os fatos teriam acontecido antes