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Parceria com Emater para assistência técnica é estendida no Oeste do Pará


O Incra e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater/PA) prorrogaram o acordo de cooperação técnica para ações conjuntas em assentamentos de 19 municípios no Oeste do Pará. A vigência da parceria, que era de 30 meses, foi estendida por mais 15.

O extrato do termo aditivo foi publicado na última quarta-feira (4) no Diário Oficial da União. O documento foi assinado via Sistema Eletrônico de Informações (SEI) pelo superintendente do Incra no Oeste do Pará, com sede em Santarém, Eugênio Gustavo Guerreiro Hamoy, e pela presidente da Emater/PA, Cleide Maria Amorim de Oliveira Martins.

O superintendente falou da importância da assistência técnica e extensão rural. “A presença de técnicos de assistência técnica, junto aos assentados, além de identificar as demandas e, com isso, contribuir com tecnologias para o desenvolvimento rural proporcionando mais qualidade de vida, é um dos pré-requisitos para as famílias assentadas acessarem outras políticas públicas”, destacou Hamoy.

O termo aditivo vai contribui para a elaboração de um novo plano de trabalho, adequado às necessidades e capacidades dos entes no âmbito de suas competências, nas prestações dos serviços de assistência técnica, por meio de atividades individuais e coletivas, compreendendo o planejamento, execução e avaliação, no contexto da implementação da Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (PNATER), orientada pelo Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Pronater), nos assentamentos criados e reconhecidos pelo Incra no Oeste do Pará.

O acordo de cooperação permite maior colaboração mútua entre Incra e Emater, com a integração das equipes de trabalho e de logística para a execução de atividades nos assentamentos da reforma agrária.

Segundo o extensionista rural responsável por acordos e convênios do escritório regional da Emater/PA em Santarém, engenheiro agrônomo Ubiratan de Pina, o termo aditivo da parceria garante o esforço em otimizar tempo, recursos e mão de obra qualificada dentro de cada competência das entidades envolvidas. “Quem ganha com isso são os agricultores familiares devidamente registrados nos assentamentos que através do esforço dos órgãos competentes, convergem para a solução das demandas no campo, sejam elas documentais, creditícias ou de assistência técnica”, salientou.
Fonte: Ascom I Incra/Santarém

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