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Pará registra duas mortes por Covid-19 e mais 102 casos confirmados


A cada novo boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), os números mostram da Covid-19 no Pará não param de crescer. Já passou de cem, o total de pessoas infectadas. São 102 paraenses vítimas da doença. Duas mortes foram registradas no estado pelo novo coronavírus, uma em Alter do Chão, em Santarém, no oeste do Pará, e outra em Belém, confirmada na noite do último domingo. Nos dois casos, as vítimas foram mulheres, uma de 50 anos e outra de 87 anos.

A capital do estado concentra a maioria dos registros dessa pandemia que a cada dia segue sua escalada no Pará. São 76 registros. Para conter o avanço da doença, o governo estadual deve anunciar a ampliação das medidas preventivas que estão em vigor há mais de 15 dias.

A orientação da Sespa é para que as pessoas sigam as orientações das autoridades médicas e continuem redobrando os cuidados com a higiene e evitando aglomerações em espaços públicos. Mas apesar dessas determinações, ainda tem muita gente circulando livremente pelas ruas nos diversos municípios paraenses.

Saiba como se proteger
1 - Lavar bem as mãos e pulsos ou usar álcool gel para higienização

2 - Evitar contatos físicos desnecessários, cobrir boca e/ou nariz ao tossir e/ou espirrar

3 - Não compartilhar alimentos e/ou talheres

4 - Higienizar estações de estudo ou trabalho

5 - Ao retornar de viagens onde há casos confirmados, com ou sem contato com casos suspeitos, é importante acionar os órgãos municipais de saúde e se afastar de atividades de estudo ou trabalho por, pelo menos, 14 dias. Os principais sintomas são febre, falta de ar e tosse seca.

Em Santarém, foram registrados cinco casos do novo coronavírus e uma morte. 13 seguem em análise e 27 deram negativo.

No Brasil, até as 10h23 desta segunda-feira (6), foram confirmados 11.298 casos do novo coronavírus (Sars-Cov-2), com 490 mortes pela Covid-19. Apenas dois estados ainda não registraram mortes: Acre e Tocantins.

O Amazonas alcançou 16 mortes na noite de domingo (5).

Distrito Federal, São Paulo, Ceará, Rio de Janeiro e Amazonas podem estar na transição para uma fase de aceleração descontrolada da pandemia.

Da China para o mundo
Com mais de 5.000 mortes registradas no mundo em três meses, a pandemia do novo coronavírus, que teve início na China, teve escalada rápida em quatro continentes e provocou pânico global, com chefes de Estado tomando decisões duras sob receio de perder o controle da propagação do vírus.

Em 31 de dezembro do ano passado, a OMS (Organização Mundial de Saúde) emitiu o primeiro alerta sobre o coronavírus, após autoridades chinesas terem notificado casos de uma misteriosa pneumonia na metrópole de Wuhan, a sétima maior cidade da China, com 11 milhões de habitantes.

A China informou à OMS que o surto inicial atingiu pessoas que estiveram em um mercado de frutos do mar na cidade, o que despertou a suspeita de que a transmissão ocorreu entre animais marinhos e humanos. Ainda não se sabe como se deu a primeira transmissão para humanos, mas também há a suspeita de que pode ter ocorrido por cobras ou morcegos.

Pessoas infectadas na China foram para outros países e o vírus se espalhou. Segundo a OMS, já foram registrados casos em 123 países, sendo que metade deles registrou o primeiro caso nos últimos dez dias. Isso indicaria que as transmissões não estão cessando ao redor do mundo. No entanto, o ápice da China já passou. Agora, o centro principal da pandemia está concentrado na Europa.

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