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Mostrando postagens com o rótulo Acidentes com motos

Crônicas da Vida Real: Monstros assassinos

Por: David Marinho* Eram quatro horas da manhã, acordei com rugidos assustadores vindos da rua. Pensei! O que seria aquilo? Não consegui mais dormir, fui até a rua pensando ir à feira do Mercadão 2000, foi quando percebi que os ruídos eram de monstros, e um deles saiu do acostamento escuro, e veio rugindo em minha direção com aquele olho grande acesso sem piscar. Dei um pulo para trás só a tempo de escapar do bote fatal, e o monstro passou rugindo bem próximo quase me pegando, ainda senti o vento e o bafo venenoso expelido por ele. Fiquei com os cabelos em pé, desisti de ir à feira, voltei e me tranquei em casa. Olhei pela fresta da janela, apavorado, e percebi que já não era só um monstro na rua, mas vários, todos rugindo, cada um em tom mais alto que o outro, moviam-se em círculos parecendo me provocar para ir até a rua e me trucidarem. Mas desistiram e fugiram todos na mesma direção, dando pinotes e roncos horripilantes. Amanheceu, liguei o rádio e ouvi a notícia de que nessa mes

Mortes de motociclistas crescem 932% em 15 anos

O número de motociclistas mortos em acidentes no Brasil subiu 932,1% no período de 1996 a 2011, o que faz dos usuários de moto as maiores vítimas fatais no trânsito. O retrato dessa epidemia letal por ruas e estradas do país está no Mapa da Violência 2013 — Acidentes de Trânsito e Motocicletas, um levantamento estatístico com base em registros de óbito do Ministério da Saúde, que será lançado hoje (21). Em 2011, os motociclistas e seus passageiros que perderam a vida em acidentes responderam por um terço do total de óbitos no trânsito. De 43 mil vítimas fatais, nada menos do que 14,6 mil estavam sobre motos ou triciclos, sendo que maioria deslocava-se em veículos de duas rodas. O segundo segmento com maior aumento de vítimas foi o dos ciclistas, com acréscimo de 203,9% e 1,8 mil mortos em 2011. Rio e São Paulo estão entre as cinco unidades da Federação cuja taxa de mortos no trânsito caiu na última década, entre 2001 e 2011, passando de 18,7 para 17,2 óbitos por 100 mil habitantes. De