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Mostrando postagens com o rótulo Amazonas

Em meio à crise nos presídios, governador do AM vai para Israel

Na noite desta quarta-feira (19) , o canal Globo News levantou um questionamento aos telespectadores de todo o país, em relação a viagem do governador Wilson Lima quatro dias após – um dos grandes escândalos do ano no Brasil, a rebelião nos presídios do Amazonas que resultou no extermínio de 55 detentos – O programa Em Pauta questionou a ausência do governador do Amazonas, neste momento grave (Wilson foi a Israel para verificar como é o sistema de segurança daquele país ) se mesmo sendo um passeio legal não foi em momento totalmente inapropriado. Os jornalistas ainda lembraram dos dados do Portal da Transparência que mostrou nestas viagens a quantidade absurdas de diárias recebidas pelo governador um total de R$ 100 mil, quer dizer praticamente 20 mil por mês, levando em consideração os poucos meses de mandato (5 meses). Em um país que exige a energia política e a presença dos governadores na Reforma da Previdência, Wilson Lima tem deixado a desejar com tantas viagens. Em s

Maior reserva tropical úmida continua irregular na Amazônia

Considerada uma das unidades de conservação (UCs) mais extensas do país, com área de mais de 2 milhões de hectares (ha) ao longo do Rio Jaú, entre os municípios de Novo Airão (AM) e Barcelos (AM), o Parque Nacional (Parna) do Jaú é o retrato da complexa situação fundiária em que se encontra grande parte das áreas brasileiras de proteção e conservação de espécies. Criada há quase 30 anos, a unidade, que tem usos restritos por lei, ainda é moradia para cerca de 100 pessoas de comunidades tradicionais. Os moradores que resistem em deixar a área do Parque Nacional vivem da pesca, do extrativismo e da agricultura de subsistência. Pelas normas ambientais, os parques nacionais podem explorar apenas atividades como o ecoturismo. “Temos ainda pelo menos três comunidades no interior do parque. Assim como outras que já deixaram a unidade, essas comunidades estão no local desde a criação do Jaú”, disse Leslie Tavares, analista ambiental que trabalha na unidade de conservação. A estimativa é que m

Padre é condenado por pedofilia no Amazonas

Por: Joana Queiroz* O italiano Piergiorgio Albertini, o “Padre Jorge”, 72, é o primeiro bispo da Igreja Católica condenado pela justiça Amazonas pelo o crime de estupro de vulnerável contra três crianças, todas de famílias pobres, que frequentavam a casa paroquial de Cristo Rei, no Município de Boba (a 215 quilômetros de Manaus, no rio Madeira), onde o padre exercia o sacerdócio há mais de uma década. Na última terça-feira, ele foi sentenciado pelo juiz Eliézer Fernandes Júnior a cumprir nove anos de prisão em regime fechado. Até a última sexta-feira, Padre Jorge ainda não havia sido encontrado para tomar ciência da sentença. De acordo com o juiz, ainda não é possível dizer se ele está foragido ou não, já que o seu passaporte está em poder do juiz. Nos últimos meses, ele alegou estar doente e chegou a se ausentar da cidade sem autorização judicial. Desde que passou a ser investigado, em 2003, ele foi afastado das funções que exercia na basílica de Santo Antônio, prelazia de Borba. Pad

Amazonas: Jovem morre com suspeita de hantavírus

Um jovem de 25 anos morreu com suspeita de hantavírus, doença transmitida por ratos, informou nesta segunda-feira a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas. O caso aconteceu em julho no município de Manacapuru (80 km de Manaus). Segundo o órgão, foram coletados sangue dos parentes dos jovem e de vizinhos dele para exames. O primeiro diagnóstico de hantavírus no Amazonas foi registrado em 1995. Na ocasião, três oficiais do Exército foram contagiados pelo vírus --que causa febre hemorrágica-- em um treinamento de guerra na selva amazônica, a 60 km de Manaus (AM). Um oficial morreu. (FSP)

Operação resgata 42 em situação análoga à escravidão no Amazonas

Da Folha On Line O Ministério Público do Trabalho no Amazonas informou nesta terça-feira que 42 trabalhadores rurais, incluindo seis adolescentes, foram resgatados em situação análoga a de escravos em duas fazendas de Boca do Acre (1.028 km de Manaus em linha reta). O resgate aconteceu entre os dias 12 e 22 deste mês, durante operação conjunta da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego e a Polícia Rodoviária Federal. Outros 48 empregados das duas fazendas foram encontrados trabalhando de forma irregular, sem carteiras assinadas. Eles, no entanto, permaneceram no local. Segundo a Procuradoria do Trabalho, as condições dos trabalhadores resgatados eram extremamente precárias. Não havia alimentação nem alojamento adequados. "Os trabalhadores usavam um igarapé para se banharem e a mata para fazerem suas necessidades fisiológicas", disse a procuradora do Trabalho, Alzira Melo Costa. Os nomes dos proprietários das duas fazendas não foram divulgados pelo Procuradoria d