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Mostrando postagens com o rótulo Anuário Brasileiro de Segurança Pública

70% dos brasileiros não confiam no trabalho da polícia

Sete em cada dez pessoas no Brasil dizem não confiar na polícia. É o que mostra uma pesquisa feita pela Faculdade de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV), apresentado nesta terça-feira (5). O estudo faz parte da sétima edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O levantamento ouviu 1.650 pessoas por trimestre durante um ano, entre 2012 e este ano. O levantamento diz ainda que a confiança do brasileiro com a polícia é próxima da verificada com os partidos políticos, que apresentou a reprovação de 95% dos entrevistados. "Não dá para tapar o sol com a peneira. Esses números mostram uma falência total do modelo de política de segurança pública", disse Renato Sérgio de Lima, coordenador do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. A pesquisa aponta que as Forças Armadas são a instituição de segurança que os brasileiros julgam mais confiável. No total, 34% dos entrevistados não confiam no Exército, na Aeronáutica e na Marinha. A pesquisa tem uma margem de erro de 2,5%

Estudo revela que número de estupro é maior que o de homicídios dolosos no país

O número de estupros registrados no Brasil em 2012 foi maior que o de homicídios dolosos (quando há intenção de matar), segundo dados da 7ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O Anuário é produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que se baseia em informações do IBGE e da Secretaria Nacional de Segurança Pública, ligada ao Ministério da Justiça. De acordo com o Anuário, o país registrou 50.617 casos de estupro em 2012, o que equivale a 26,1 estupros por grupo de 100 mil habitantes. Um avanço de 18,17% em relação a 2011, quando a taxa foi de 22,1 por grupo de 100 mil. O número de homicídios dolosos registrados em 2012 foi de 47.136. Os estados que mais registraram casos de estupro por 100 mil habitantes em 2012 foram Roraima (52,2), Rondônia (49) e Santa Catarina (45,8). No entanto, o Fórum ressalva que esses três estados estão no chamado "grupo 2" de qualidade de informação, o que significa que os índices de fato podem ser ainda piores. Entre os e