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Mostrando postagens com o rótulo David Marinho

Crônicas da Vida Real: A selva de pedra

Por: David Marinho* Quando ouvimos falar o termo “selva”, entendemos que seja um ambiente selvagem da natureza composta de florestas e elementos naturais, habitada por animais selvagens ferozes e insetos se devorando vorazmente obedecendo à dinâmica da cadeia alimentar entre presas e predadores. Mas quando esse mesmo termo recebe um complemento “de pedra”, passa a ser interpretado como “selva de pedra”, justificando como sendo um grande ajuntamento humano nas áreas urbanas das grandes metrópoles ou conglomerado de prédios de todos os tipos, formas e cores, construídos em concreto armado como verdadeiros monumentos habitacionais feitos em “rochas artificiais” espalhados em todas as direções. Este meio-ambiente social e artificial, concentra grande aglomerado de pessoas vivendo como verdadeiros animais selvagens disputando diariamente palmo a palmo seus espaços e interesses de todos os tipos, nobres e escusos nas áreas sociais, econômicas e de relacionamento. Nesse ambient

Opinião: Ecoturismo no Bioma Irurá/Mapiri/Papucu

Por: David Marinho* Quando se fala de turismo em Santarém, só se pensa em praias e Alter do Chão, e esquecemos o potencial que existe nas várias formas do turismo, como o ecoturismo: científico, cultural, sazonal (de inverno), lúdico e recreativo, contemplação natural, etc. Visitando os Lagos do Mapirí e Papucu, verifiquei que muito foi degradado desse bioma, quanto à vegetação nativa e aquática que já foi mais rica em espécies e tamanhos, assim como na concentração por área. Mas infelizmente no passado, havia o uso criminoso das “bombas caseiras”, quando, quase todos os pescadores artesanais da época desenvolveram técnicas de fabricação desses artefatos, mesmo com acidentes graves que mataram e mutilaram várias pessoas. Fruto dessa época, grande parte da biodiversidade foi destruída, acredito pela contaminação da água pelos agentes químicos disseminados pelos artefatos explosivos. Mas nem tudo está perdido, os Lagos do Mapirí e Papucu resistem aos impactos ambientais negativos c

Contos Amazônicos: A lenda das crianças-macaco

Por: David Marinho* Os antigos moradores de uma região no Estado do Amazonas, próximo ao Arquipélago das Anavilhanas no rio Negro, contam que há muito tempo, um fato inusitado aconteceu, quando um casal de gringos missionários que viajava num pequeno avião sobre essa área, veio a cair sobre uma das quatrocentas ilhas desse arquipélago desabitado e selvagem. Nesse acidente, o piloto marido da mulher, morreu, e ela ficou muito ferida e desmaiada. Quando voltou a si, estava dentro de uma “toca” feita de arbustos e palhas, com algumas frutas nativas próximas. Ficou sem entender aquilo, e se perguntando sobre o que estava acontecendo. Foi quando viu se aproximar dela um grande e forte “macaco-aranha”, trazendo alguns peixes em suas longas mãos. Só então se deu conta de que poderia estar vivenciando uma estória igual à de King-Kong dos filmes hollywoodianos. Ficou assustada aguardando o desfecho daquilo que pensava ser apenas o início de um grande pesadelo. Tempos depois, sem nenhum socor

Crônicas da Vida Real: Monstros assassinos

Por: David Marinho* Eram quatro horas da manhã, acordei com rugidos assustadores vindos da rua. Pensei! O que seria aquilo? Não consegui mais dormir, fui até a rua pensando ir à feira do Mercadão 2000, foi quando percebi que os ruídos eram de monstros, e um deles saiu do acostamento escuro, e veio rugindo em minha direção com aquele olho grande acesso sem piscar. Dei um pulo para trás só a tempo de escapar do bote fatal, e o monstro passou rugindo bem próximo quase me pegando, ainda senti o vento e o bafo venenoso expelido por ele. Fiquei com os cabelos em pé, desisti de ir à feira, voltei e me tranquei em casa. Olhei pela fresta da janela, apavorado, e percebi que já não era só um monstro na rua, mas vários, todos rugindo, cada um em tom mais alto que o outro, moviam-se em círculos parecendo me provocar para ir até a rua e me trucidarem. Mas desistiram e fugiram todos na mesma direção, dando pinotes e roncos horripilantes. Amanheceu, liguei o rádio e ouvi a notícia de que nessa mes

Opinião: Proposta de drenagem pluvial da Av. Dom Frederico Costa

Por: David Marinho* É boa a iniciativa da Prefeitura de Santarém em executar melhorias de terraplenagem e talvez pavimentação, dando continuidade no eixo da Avenida Dom Frederico Costa, atravessando os bairros do Urumari, Jutaí e Jaderlândia. Porém não ouvimos anúncio pelos técnicos e engenheiros sobre um elemento fundamental nos serviços de pavimentação, representado pela drenagem pluvial. Senão tudo que for feito, será levado ladeira abaixo causando erosão, carreando material sólido e arenoso para a parte mais baixa dessa área, que é o Igarapé do Urumarí, que receberá material dos dois trechos dessa avenida, da antiga já asfaltada e dessa nova que estão fazendo, o que pode provocar seu assoreamento, pois o mesmo já vem sendo prejudicado ao longo do tempo com as invasões de suas margens e pela galeria de escoamento a céu aberto da Avenida Moaçara que pelo seu declive contínuo e não estanque, não retém as águas para infiltração, jogando toda no seu final, no cruzamento com a Aven

Crônica: Garota Dez...

Por: David Marinho* A juventude de hoje está diferente de alguns anos atrás, com a quebra de paradigmas, tabus e preconceitos, e tratando-se das meninas ditas “patricinhas” e “periguetes”, elas estão mais soltas e liberais, o que nos levou a caracterização de uma personagem chamada de “Maria Vai com as Outras” a qual passou a confundir “liberdade social” com “libertinagem sexual”. Essas jovens se tornaram “produto” de fácil recrutamento por empresários inescrupulosos que querendo “oxigenar” seus negócios com sacanagem, promovem eventos festivos com entradas e bebidas com teor alcoólicas gratuitas (como as drogas, a primeira dose é grátis) a essas adolescentes freqüentadoras de suas festas populares como funk etc., (desde que não sejam suas filhas), como forma de induzi-las e seduzi-las para se apresentarem em seus eventos em trajes mínimos, e indecorosos; sem soutiens, de mini-saias curtíssimas com fio dental, shorts pequeníssimos, como clara apologia à prostituição infanto-juvenil

Repaginação do Estacionamento da Delegacia de Polícia

Por: David Marinho* Esta postagem dá uma repaginação na proposta em forma digital, na implantação de um “Estacionamento Público” para utilizar racionalmente esse espaço, para atender a demanda da necessidade do público que acessa diariamente esse órgão público. Para melhor aproveitamento da área, será necessária a demarcação das vagas em ângulo de 45º, para comportar o maior número possível de veículos. .

Opinião: Proposta de melhorias no trânsito de Santarém - 1

Por: David Marinho* Dando continuidade a nossa “cruzada” de sugestões para colaborar com nossas autoridades, e tentar melhorar o tráfego de veículos em nossa Santarém, aqui vai mais uma proposta da construção de um “trevo viário” com o título: “Proposta de melhorias no trânsito de Santarém - 1”, para a distribuição racional do tréfego e como redutor de velocidade no cruzamento das avenidas Crisântemo e Bartolomeu de Gusmão, próximo a Drogaria Planalto adjacente ao Parque da Cidade, local crítico na hora do “rush” em nosso trânsito. Esta proposta, terá uma seqüência dentro do mesmo assunto em vários pontos da cidade. * É Projetista e Gestor Ambiental

“Estacionamento Público da Delegacia de Polícia”

Por: David Marinho* Observando alguns espaços públicos e algumas vias do sistema viário da cidade de Santarém, que a cada dia demonstra saturação de mobilidade pelo aumento de veículos nas ruas. Por esse fenômeno urbano, vemos a necessidade urgente da administração pública municipal, elaborar um planejamento pelo menos para os próximos dez anos. Como exemplo dos riscos no trânsito, temos as travessias das avenidas Marechal Rondon e Presidente Vargas com a atual via dupla da Avenida Barão do Rio Branco, que segundo minha humilde observação, a Av. Barão do Rio Branco deveria ter apenas uma mão de descida a partir da Av. Borges Leal e para auxiliar nessa mudança, a Travessa Silvino Pinto deveria ser somente subida em mão única também, da Av. Rui Barbosa até a Av. Marechal Rondon, tendo mão dupla apenas no último trecho da Travessa Silvino Pinto entre as Av. Marechal Rondon e Av. Borges Leal. Complementando esse remanejamento, vejo também o canteiro central em frente à Delegacia de Po

Melhorias na praia da Orla de Santarém

Por: David Marinho* Em matéria publicada em jornais anteriormente, chamava a atenção das autoridades municipais para nosso “cartão postal por natureza”, que estava abandonado e sem o devido tratamento que esse ambiente natural requer. Estou falando de nossa inigualável e invejável Orla ripária na frente da nossa querida Santarém, que vejo na geografia de sua forma praiana como os “dentes de um sorriso natural” do belo e majestoso rio Tapajós, principalmente quando se tem uma visão panorâmica aérea. Sugeri na época, que fosse feito uma limpeza completa da praia, desde o Museu João Fona até o Parque da Vera Paz, utilizando-se equipamentos mecanizados de porte leve, para uma raspagem geral, onde além de se fazer uma limpeza da grande sugeira de rotina que se acumula, e o nivelamento das irregularidades existentes na praia oriundas das hélices dos barcos em tempos de cheias, mas também a remoção de entulhos como pedras e enormes vigas de concreto armado que emporcalham esse ambiente, d

Lendas Amazônicas: Como surgiram as Cobra-Norato e Cobra-Caninana

Por: David Marinho* Conta-se uma lenda que há muito tempo, na região do município de Óbidos (PA), cidade situada às margens do grande rio Amazonas, próxima a sua parte mais estreita, porém a mais profunda em toda a extensão de sua calha de escoamento; que um casal de nativos formado por um caboclo pescador de nome Amadeu e uma índia da tribo Xirixana chamada Mapirí, casaram-se num ritual da tribo indígena da qual ela fazia parte e foram morar numa comunidade ribeirinha às margens do Lago, hoje denominado Pauxis, próximo a cidade de Óbidos; ele pescava nesse lago para tirar o sustento do casal e ela produzia mandioca numa pequena roça próxima a sua choupana para fazer farinha puba e cuidava de alguns animais selvagens domesticados e plantas frutíferas que completavam a alimentação do pobre casal. Essa índia tinha o hábito de tomar banho nua, no aningal de água barrenta, cheio de vegetação aquática e animais anfíbios e répteis, uma verdadeira “sopa biótica” a beira desse lago. Cer

Crônicas da Vida Real: As aventuras da vovó periguete

Por: David Marinho* Depois de um casamento de quarenta anos, um casal de idosos enfrentou a crise conjugal que geralmente acontece no início do matrimônio com três ou sete anos. Mas esse foi um caso atípico, pelo fato dos dois cônjuges estarem beirando os sessenta anos. O marido depois de velho caiu na “sem-vergonhice” e resolveu abandonar sua cara-metade se transformando no ativo “vovô de programa”. A idosa depois da separação e de curtir a solidão e o abandono do velhinho por algum tempo, resolveu também cair na gandaia, não se deixando abater pela depressão pós-divórcio, decidindo apimentar sua nova vida de solteira com liberdade e libertinagem, encarnando a personagem “vovó periguete 6.0”. Botou em dias suas finanças geradas pela aposentadoria e pensões, largou o terço e as amigas beatas, partindo novamente para as aventuras de conquistas e curtições. Mas primeiro foi consultar um médico geriatra para fazer um check-up em sua saúde para saber do seu potencial físico e psicológi

Relembrando o passado: O Regatão vem aí!

Por: David Marinho * O termo “regatão” vem da palavra “regatear”, ou seja, comercializar produtos e gêneros diversos de porta em porta, ou devido às distâncias geográficas; de porto em porto, e nos faz lembrar junto à geração dos mais antigos com saudosismo da prática desse comércio itinerante pelos rios, paranás, lagos e furos da nossa imensa Amazônia, muito usada nas décadas de 50 a 70. Comércio este feito por meio de embarcações de médio e grande porte, que eram verdadeiros “supermercados flutuantes” que navegavam rio abaixo rio acima, sortidos de todos os tipos de mercadorias de primeira necessidade entre secos e molhados como; açúcar, sal, bolachas, querosene, remédios, confecções, perfumes, bugigangas, cachaças de várias marcas, inclusive a famosa “Correinha” fabricada em Igarapé Mirim (Pará), e as “drogas dos sertões” que eram negociadas no varejo ou no atacado. Os barcos eram chamados de “regatão” e via-se em quantidades singrando os rios como se fossem estradas naturais, so

Crônicas da Vida Real: Vovô de programa

Por: David Marinho* Duas garotas amigas, uma periguete e a outra patricinha, leram num jornal algo que lhes chamou a atenção, onde dizia: “Vovô de Programa”, e propunha encontros amorosos, com as seguintes características pessoais: um metro e noventa, atlético, sarado, malhado, discreto, praticante de esporte do parque, sexy e olhos claros. Em seguida um telefone. As garotas (sabem como é mulher...), são curiosas ao extremo, resolveram ligar ao anunciante para tirar suas próprias conclusões. Combinaram então que iriam ao encontro, fizeram um sorteio para saber qual das duas iria primeiro matar a curiosidade que estava atormentando-as. Feito o sorteio, a sortuda fez o contato por telefone e marcou o encontro, que se realizaria em um motel da cidade, combinaram e o “coroa” a pegou naqueles bordéis perto da Rodoviária e rumaram para o destino. Chegando lá, a garota viu logo que a propaganda era enganosa, mas mesmo assim, para não perder a viagem, entrou, e como diz o ditado: “para

Lendas Urbanas: A maldição do Pojó

Por: David Marinho* Todas as cidades brasileiras têm seus personagens pitorescos composto de pessoas que fazem parte da dinâmica no convívio social urbano entre ricos e pobres. Em Santarém também não é diferente, pois possuiu no passado e ainda possui hoje pessoas “favorecidas pela morte social”, esquecidas e ignoradas pela sociedade “favorecida pela sorte do capital”, que formam um grupo de seres humanos que se transformaram em abandonados andarilhos e moradores de ruas, onde sai prefeito e entra prefeito, e não vemos a preocupação desses políticos com esses irmãos e irmãs desprezados, na ausência de políticas para se construir uma casa de apoio para essas pessoas. E quando cruzam com eles, os ignoram olhando para outro lado, pois eles não “votam” por lhes faltar cidadania... Escrevo este fato em forma de lenda, pois me lembro da Santarém dos anos 60, quando cruzávamos com essas pessoas que eram usadas até para amedrontar as crianças desobedientes, pois as mães ameaçavam: - Se tu

Lendas Amazônicas: A vingança do Tincuã

Por: David Marinho Na vasta região amazônica, existem muitas lendas e mitos, herdados das tradições indígenas e costumes introduzidos pelos colonizadores portugueses quando por aqui aportaram e conviveram com as populações nativas que resultaram no povo amazônida, caracterizado pelos caboclos e caboclas cheios de superstições, respeito e até mesmo, medo dos segredos da natureza ainda inexplicáveis. E uma das várias lendas caboclas respeitadas por aqui, trata-se de um pássaro exclusivamente da região amazônica semelhante a um jacu, de cauda alongada e de cor num tom de marrom escuro, conhecido como “tincuã”, tido como ave encantada do espírito de um índio justiceiro, e agourenta que prevê desgraças além de ser muito vingativa, contra aqueles que os maltratam e destroem a natureza.  Conta-se que em uma comunidade do interior de Óbidos na estrada que liga à Oriximiná, certo dia um caboclo desejoso de caçar um animal silvestre, muito farto naquela região, saiu da clareira de seu roçado

Crônicas da Vida Real: Abram alas à Sua excelência: a bunda!

Por: David Marinho* Ao procurarmos nos dicionários o que significa; “bunda”. Acharemos o seguinte: anatomicamente; nádegas. Ou pejorativamente falando; coisa sem valor; de má qualidade; reles ou ordinária. Há ocasiões até que se aumenta o sentido pejorativo de esculacho, chamando alguém de “bundão” para depreciá-lo, classificando-o de inoperante, chefe sem moral, político fuleiro ou marido canoa, que a mulher rema como quer. Outros nomes também se dão às “bundas” das mulheres, como: trazeiro; bumbum; monumento; rabo; pandeiro; pneu-estepe; porta-malas; bundona; talento; poupança; parque de diversão; montanha russa; porta-jóias; oitava maravilha do mundo moderno; obra do PAC (Provoca Aceleração do Crescimento...). Aos fanáticos por bundas, taxamos de “celulite”, pois estão sempre ”presentes” num bundão... Mas na concepção “sacanarquista” do brasileiro, “bunda de mulher” é coisa bem diferente, pois se tornou preferência nacional, e até “marketing sensual-erótico” como produ

Opinião: A pescaria

Por: David Marinho* “Quem nunca ‘pescou’ na vida, que atire o primeiro anzol, ou melhor, atire a primeira pedra”! Acho que essa era a frase que Jesus Cristo quiz dizer principalmente aos homens, numa de suas pregações em sua missão de salvação aqui na Terra, quando teve de defender uma prostituta que estava prestes a ser apedrejada pelos justiceiros hipócritas, pelo fato de ter como todo humano, escorregado em pecado... Mas realmente, esta necessidade de se praticar uma pescaria é própria de todo ser humano, principalmente os do sexo masculino, pela prática remota do próprio homem pré-histórico para sua sobrevivência, herança deixada de seu período sedentário quando tinha de caçar, ou mesmo pescar abatendo outros animais em lugares distantes, para prover de alimentos seus grupos e familiares no início de sua socialização. Portanto, até hoje essa prática desperta desejo e interesse em nós “natos pescadores”, talvez pelo clima de aventura em contato com a naturez

Opinião: Melhorias nas Comunidades Rurais do Eixo Forte

Por: David Marinho* As comunidades rurais próximas à Santarém conhecidas como; Cucurunã, São Braz, Irurama, São Pedro e Caranazal, anexas e encravadas na Rodovia Dr. Everaldo Martins que fazem parte da Região do Eixo Forte, apresentam características semelhantes quanto a riscos de acidentes e aspecto antiestético com suas margens e acostamentos em seus trechos urbanizados cortados pela referida rodovia. Os riscos de acidentes por atropelamento de seus moradores são grandes, quando se deslocam dentro da pista asfaltada por falta de acostamentos e passeios trafegáveis e seguros, ficando a mercê do intenso tráfego de veículos nos finais de semana e feriados, que se dirigem de ida e volta, para os balneários da região, como: Alter do Chão, Ponta de Pedras, igarapés, e outros. Vejo uma grande necessidade de se planejar e executar melhorias urbanísticas e de segurança nessa via, levando segurança para os moradores dessas comunidades e visitantes, com a construção de passeio

Mistérios da Amazônia: “A hipnose dos redemoinhos”

Por: David Marinho* Um acontecimento de suicídio nas águas, ocorrido próximo à cidade de Óbidos no Pará, faz referência à magia e ao enigma dos grandes e misteriosos rios da Amazônia. Este fato aconteceu há alguns anos atrás e foi noticiado por jornais da região, quando pessoas testemunharam um passageiro que viajava sem acompanhante em um barco que fazia linha fluvial interestadual entre Belém e Manaus, quando o mesmo olhava insistentemente e absorto em seus secretos pensamentos, como que num transe sonolento, hipnotizou-se, se sentindo seduzido pelos movimentos frenéticos dos gigantescos redemoinhos mágicos que pareciam verdadeiras “gargantas famintas” do rio Amazonas querendo devorar seus admiradores incautos e que pareciam seguir lado a lado ao barco. Leia também do autor: Lendas Urbanas: “O lobisomem mocorongo” Folclore, lendas e tradições regionais Crônicas da vida real: “O monstro do lago Maicá” Não sabemos se na sua solidão interior, remoia em seu íntimo alguma desilusão,