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MP determina que Prefeitura melhore estrutura da Divisa em Santarém

Em Santarém, o Ministério Público do Estado, por meio do promotor de justiça Tulio Chaves Novaes, realizou reunião de trabalho com representantes do executivo municipal na área da saúde, e da Divisão de Vigilância em Saúde (Divisa), para tratar da continuidade dos serviços de saúde prestados pela embarcação Abaré e sobre as condições de trabalho da Divisa. Os dois temas possuem procedimento administrativo instaurados na promotoria. A secretária municipal de Saúde, Valdenira da Cunha, esclareceu que assumiu da administração passada a administração do Abaré, embarcação adaptada para levar serviços de saúde aos ribeirinhos. Informou que a atual gestão está em processo de acordo com os proprietários do barco, a ONG Tèrre De Hommes (TDH). Comunicou que nestes primeiros meses em que o Abaré está parado para manutenção, o serviço está sendo realizado pela embarcação Abaré II, de propriedade da ONG Saúde e Alegria, com a qual o município possui um comodato de 100 anos. O Abaré II, de acordo

Alimentos vencidos apreendidos pela Vigilância Sanitária são incinerados. Fiscalização vai continuar

Nesta sexta-feira (15), a Divisão de Vigilância Sanitária (Divisa), destruiu 150 quilos de alimentos apreendidos durante fiscalização ocorrida esta semana em Santarém. A apreensão desses produtos com prazo de validade vencido e origem não identificada ocorreu em restaurantes, bares, lanchonetes, pizzarias e outros ambientes que comercializam comida no município. Nos últimos dias em Santarém, a Divisa intensificou as fiscalizações em estabelecimentos comerciais que manipulam alimentos. Nas duas últimas semanas, agentes do órgão apreenderam vários produtos com data de validade vencida, além de produtos sem o selo de qualidade. A ação da Vigilância Sanitária acentua o risco de a população estar consumindo alimentos de origem suspeita. Entre os produtos estão queijo, presunto, calabresa e refrigerantes. Entre os principais problemas constatados durante a inspeção feita nos estabelecimentos pela Divisa estão a falta de acondicionamento dos produtos, além do prazo de validade das mercador

Ação e reação: Prefeitura demite médica que denunciou irregularidades em clínicas particulares

Após denunciar uma série de irregularidades em clínicas particulares de Santarém, durante uma inspeção da Divisão de Vigilância Sanitária, feita nos meses de agosto e setembro, a médica sanitarista Nástia Irina de Sousa Santos foi demitida pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), na manhã desta terça-feira (4). As retaliações contra a Dra. Nástia começaram tão logo ela entregou o relatório de inspeção sanitária feita nas clínicas e hospitais privados do município. A fiscalização da Divisa condenou as clínicas Albany, Santa Rosa de Lima, os hospitais Imaculada Conceição, João XXIII e Sagrada Família, além da Fundação Esperança. No relatório apresentado à Semsa, a médica sanitarista pediu a interdição desses estabelecimentos, pois eles apresentavam situações irregulares de higiene e colocavam em risco a vida de pacientes e funcionários. Desde que esses relatórios foram tornados públicos que a médica sofre retaliações, ameaças de mortes e intimidações. “O diretor de um desses hos

Prefeitura presta esclarecimentos

A próposito das informações divulgadas pelo QP sobre o resultado de uma inspeção da Divisão de Vigilância Sanitária (Divisa), que detetectou uma série de irregularidades em clínicas particulares de Santarém, a assessoria de comunicação da Prefeitura esclarece que o secretário de Saúde do município, Dr. Emanuel Silva recebeu somente dois relatórios da Divisa e que, de acordo com o código de saúde do município e lei federal, os responsáveis pelos estabelecimentos vistoriados já foram devidamente chamados e notificados pela Prefeitura.  A assessoria esclarece ainda que as clínicas têm prazo para apresentar defesa e também para adequação, conforme acompanhamento da Procuradoria Jurídica do Município. Entenda o caso: Exclusivo: clínicas sem condições de funcionamento Vigilância Sanitária detecta irregularidades em clínicas particulares

Exclusivo: clínicas sem condições de funcionamento

É ensurdecedor o silêncio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), diante da denúncia já tornada pública sobre a condição precária de clínicas particulares em Santarém. O Quarto Poder obteve com exclusividade cópias dos relatórios de inspeção sanitária que enumeram as condições impróprias desses estabelecimentos. Os documentos já estão em poder do Ministério Público Estadual (MPE). Conforme a conclusão dos técnicos da Divisão de Vigilância Sanitária (Divisa), os hospitais e clínicas vistoriadas apresentam “irregularidades gravíssimas que comprometem a qualidade do serviço e colocam em situação de risco grave e iminente a saúde dos pacientes e dos trabalhadores de saúde”. A conclusão dos técnicos da Divisa é bem clara quando diz que “com base nos dados técnicos apresentados, concluímos que os estabelecimentos não estão aptos a receber o alvará e a renovação da licença de funcionamento, até que as irregularidades graves apontadas estejam devidamente equacionadas”. As clínicas vis

Vigilância Sanitária detecta irregularidades em clínicas particulares

Já está em poder do Ministério Público Estadual (MPE), o relatório de inspeção sanitária feito pela Divisão de Vigilância Sanitária de Santarém (Divisa) e que apontou uma série de irregularidades em clínicas particulares do município. O trabalho de inspeção foi feito nos meses de agosto e setembro sob a orientação do MP. O objetivo era observar a condição sanitária desses estabelecimentos para possível concessão da licença sanitária. Segundo o laudo da Divisa, nenhuma das cinco clínicas particulares vistoriadas tem condição de continuar o atendimento hospitalar a pacientes, pois cometem falhas gritantes. Por exemplo, foram constatados uso de medicamento vencido, reaproveitamentos de materiais (luvas e seringas), falta de higiene em equipamentos e utensílios cirúrgicos, presença de insetos (baratas e ratos), falta de profissionais e estrutura imprópria para funcionamento de sala cirúrgica (em uma das ‘clínicas’, a Divisa observou que uma casa foi adaptada para funcionar como hospi