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Opinião: Doar órgãos faz bem a todos

Por: Pedro Cardoso da Costa* Sem dúvidas, um problema complexo até para o debate. Envolve tudo o que há de mais sagrado nesse “plano” da vida. Quando se trata de doador vivo, este abre mão de parte de seu corpo para integrar o corpo de outra pessoa. Noutra condição, o doador é considerado falecido pela Ciência, mas precisa ter a sua vida prolongada por aparelhos para que a vida de outro siga com mais conforto, ou simplesmente continue. Essa é a parte física inescapável dessa relação entre receptores e doadores de órgãos. Embora de extrema gravidade, essa talvez seja a etapa menos complicada. A partir daqui, envolve valores éticos, morais, religiosos e principalmente de formação pessoal. Existem religiões que não permitem a transfusão de sangue a seus seguidores. Não raro o noticiário divulga um conflito entre um médico com o dever de salvar o paciente e uma família que não permite a realização desse processo. Outros preferem não fazer a doação de órgãos de algum familiar, por entender

Hospital Regional de Santarém realiza captação de órgãos‏

A doação de órgãos e tecidos no Brasil ainda enfrenta diversas barreiras, que vão desde o desconhecimento do público doador até o funcionamento do processo de captação, por parte da família. O Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), em Santarém, está habilitado a realizar captações de órgãos, desde 2012. No entanto, até o momento, ainda é baixo o número de doadores. Até 2015, quase 70 notificações de possíveis doadores foram realizadas, mas apenas oito se concretizaram. No sábado, 27/02, foi realizada a primeira captação do ano. O doador W.P., de 19 anos, teve morte encefálica. Para o pai, a tristeza causada pela perda do filho pode ser amenizada pela alegria proporcionada às pessoas que receberam os órgãos. “Para mim é um gesto de solidariedade, podendo salvar a vida de outras pessoas. Eu decidi, junto com a minha esposa, a doar os órgãos porque é um ato de amor. Espero poder receber um abraço dessas pessoas que foram agraciadas”, conta Paulo Pinto. A diretora técnica do HRBA,