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Mostrando postagens com o rótulo Dom Flávio Giovenale

Dom Flávio Giovenale é transferido para Cruzeiro do Sul, no Acre

A comunidade católica de Santarém recebeu com surpresa a notícia da transferência do Bispo Dom Flávio Giovenale para a cidade de Cruzeiro do Sul, no Estado do Acre. O anúncio ocorre após seis anos da nomeação de Dom Flávio para a Diocese de Santarém, ocorrida em 19 de setembro de 2012. Dom Flavio chegou ao município no dia 15 de dezembro de 2012 e tomou posse no dia 16 de dezembro do mesmo ano na Igreja São Francisco de Assis, bairro Caranazal. Papa Francisco anuncia a nova missão de Dom Flavio após acolher o pedido de renúncia apresentado por dom Mosé João Pontelo, por motivo de idade. A posse de Dom Flavio na Diocese de Cruzeiro do Sul está prevista para o mês de dezembro deste ano. O bispo Dom Flavio concederá uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira (19), às 10h, na sede do Sistema Diocesano de Comunicação. Informações sobre a Diocese de Cruzeiro do Sul A Diocese Católica de Cruzeiro do Sul foi fundada em 22 de maio de 1931 (como Prelazia do Alto Juruá), pelo Papa Pio XI, a

Dom Flávio Giovenale fala sobre turismo e exploração sexual

Fonte: Instituto Humanitas Unisinos A situação da miséria é tão intensa, que o fato de alguém da família se prostituir por um determinado período é uma situação considerada normal”, declara Dom Giovenale, bispo de Abaetetuba, que há anos denuncia crimes de turismo e exploração sexual na Amazônia. Segundo ele, a miséria é a principal causa que leva as pessoas a se prostituírem. “Aqueles que moram no interior dos estados da Amazônia não têm perspectiva de vida. As capitais dos estados concentram a força econômica, enquanto os municípios do interior vivem do funcionalismo público, das aposentadorias e do Bolsa Família”, relata em entrevista concedida à IHU On-Line por telefone. Além da prostituição local, D. Giovenale diz que cresce o índice de vítimas do turismo sexual organizado por agências da região. Segundo ele, os jovens são levados à Guiana Francesa e ao Suriname, onde vivem como escravos em garimpos e bordéis. “Depois de migrarem para esses países, é difícil retornar por