Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Dorothy Stang

Preso fazendeiro que mandou matar missionária Dorothy Stang

A Polícia Civil do Pará prendeu na tarde desta terça-feira (16), na cidade de Altamira, sudoeste paraense, o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, conhecido como Taradão. O homme teve a prisão decretada pela Justiça após ser condenado como mandante do assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang. O crime ocorreu em Anapu, em 2005. Regivaldo foi localizado em sua casa, no bairro Jardim Independente I, área urbana de Altamira. Ele será conduzido ainda nesta tarde, para a sede da Superintendência Regional da Polícia Civil, no município, onde vai permanecer no aguardo de transferência para o Sistema Penitenciário. Regivaldo Galvão foi condenado a 30 anos de reclusão em 30 de abril de 2010, como mandante do assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang. A condenação foi mantida em segunda instância, e a pena chegou a ser reduzida para 25 anos pelo Superior Tribunal de Justiça, que autorizou a prisão em 2017. O mandado de prisão foi encaminhado pelo Tribunal de Justi

Mandante da morte de Dorothy Stang vai para o semiaberto

A Justiça do Pará divulgou nesta terça-feira (7) a prisão de Vitalmiro Bastos de Moura, condenado a 30 anos por ser o mandante da morte da a missionária Dorothy Stang, assassinada com três tiros em fevereiro de 2005, na zona rural do município de Anapu, no sudoeste paraense. Segundo a Justiça, o fazendeiro teria descumprido os requisitos do regime aberto. O advogado de defesa de Vitalmiro recorreu da decisão. Com a decisão da juíza Leslie Anne Maia Campos, da 2ª Vara Criminal de Altamira, expedida no último dia 25 de junho, o condenado passa do regime aberto para o semi aberto e ainda tem suspensos os benefícios do trabalho externo e saídas temporárias. Ele cumpriu 8 anos e seis meses de cadeia, ingressando no regime aberto em 20 de março deste ano, depois de cumprir um terço da pena. O fazendeiro está preso desde a última sexta-feira (3) em uma espécie de alojamento com área livre, separado dos outros detentos no Centro de Recuperação Regional de Altamira (CRRALT). Ele irá aguardar

Caso Dorothy: Ministro do STF concede habeas corpus a Regivaldo

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou hoje (5) decisão individual do ministro Marco Aurélio, que concedeu liberdade provisória ao fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, condenado a 30 anos de prisão pelo assassinato da missionária Dorothy Stang em fevereiro de 2005, no Pará. A missionária norte-americana foi morta com seis tiros em fevereiro de 2005, em uma estrada rural do município de Anapu (PA), local conhecido como Projeto de Desenvolvimento Sustentável Esperança (PDS). De acordo com a denúncia, Dorothy era a maior liderança do projeto, atraindo a inimizade de fazendeiros da região que se diziam proprietários das terras que seriam utilizadas no PDS. A denúncia apontou Rayfran das Neves Sales como executor do crime, com a ajuda de Clodoaldo Carlos Batista. As investigações apontaram que eles agiram a mando de Amair Feijoli da Cunha, Vitalmiro Bastos de Moura e Regivaldo Pereira Galvão, que receberam o pagamento de R$ 50 mil. Todos foram condenados. Fonte: Ag

Justiça nega habeas corpus a fazendeiro condenado pela morte de Dorothy Stang

A Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Pará negou hoje (16), por unanimidade, o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, conhecido com Bida, condenado a 30 anos de prisão como um dos mandantes do assassinato da missionária americana Dorothy Stang, ocorrido em 2005. Bida, que já teve três julgamentos - em dois foi condenado e em um, absolvido - vai a novo júri popular na quinta-feira (19). Ele cumpre pena em regime semiaberto desde a anulação do terceiro julgamento, em maio deste ano, pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Condenado a 30 anos no primeiro julgamento, em 2007, ele teve direito a novo júri em 2008, onde foi absolvido. O segundo julgamento, no entanto, foi anulado por fraude processual. No novo julgamento, que durou mais de 50 dias, Bida voltou a ser condenado, mas a defesa conseguiu a anulação alegando cerceamento de defesa. Os efeitos da primeira condenação perduram até que o novo julgamento conf

Assassino de Dorothy Stang deixa a cadeia no Pará

Rayfran das Neves Sales, condenado a 27 anos de prisão por ser assassino confesso da missionária norte-americana Dorothy Stang, morta em fevereiro de 2005 em uma área do Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Esperança em Anapu (PA), no oeste paraense, deixou na última terça-feira (2) a unidade prisional no Centro de Progressão Penitenciária de Belém (CPPB). Por determinação do juiz Cláudio Henrique Lopes Rendeiro, da 1ª Vara de Execuções Penais, Rayfran, que estava preso há 8 anos, recebeu progressão do regime semi-aberto para prisão domiciliar. Ele foi beneficiado com a medida por apresentar bom comportamento, ter trabalhado e estudado durante o cumprimento da pena. Com a decisão, Rayfran fica proibido de frequentar bares, casas noturnas e estabelecimentos similares, e deve permanecer recolhido à residência no período noturno, além de apresentar às autoridades judiciais mensalmente. Envolvidos O fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, condenado a 30 anos de prisão p

Acusado por morte de Dorothy Stang irá a novo julgamento

Após o Supremo Tribunal Federal (STF) anular a condenação a 30 anos de prisão de Vitalmiro Bastos de Moura por envolvimento na morte de Dorothy Stang, o fazendeiro, c onhecido 'Bida', irá a novo julgamento no próximo dia 19 de setembro. A sessão será presidida pelo juiz Raimundo Moisés Alves Flexa, titular do 2º Tribunal do Júri da Capital, em Belém. O réu é acusado de ser o mandante do assassinato da missionária, de 74 anos, ocorrido em 2005, na região de Anapú, no oeste do Pará. A sessão deverá iniciar a partir de 8h com a leitura do pregão para checagem de testemunhas que prestarão depoimentos, na presença dos representantes da Promotoria de Justiça e defesa do acusado. Vitalmiro Moura está preso cumprindo sentença condenatória em uma penitenciária da Região Metropolitana de Belém. Quarto julgamento Este é o quarto julgamento que o fazendeiro é submetido. O primeiro realizado em 15 de maio de 2007, quando foi Vitalmiro Moura foi condenado a 29 anos de reclusão em

STJ decide que fazendeiro condenado pela morte de Dorothy Stang continua preso

O fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, condenado a 30 anos de reclusão pela morte da missionária Dorothy Stang, continuará preso. A decisão é do desembargador Adilson Macabu, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que negou liminar em habeas corpus pedida pela defesa. O crime aconteceu em Anapu (PA) em 2005. A defesa do fazendeiro alega que, como ele respondeu ao processo em liberdade e compareceu a todos os atos processuais, o Tribunal de Justiça do Pará não poderia ter decretado sua prisão sob os fundamentos da garantia da ordem pública e da aplicação da lei penal. A defesa afirma que a ordem de prisão não está fundamentada e que não haveria “fato novo” para justificá-la.

Justiça rejeita recurso e manda prender fazendeiro condenado pela morte de Dorothy Stang

A 1ª Câmara Criminal Isolada do Tribunal de Justiça do Pará negou nesta terça-feira (6) o recurso apresentado pelo fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, condenado a 30 anos de prisão pelo assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang, morta em 2005, com seis tiros. Considerado mandante do crime, Galvão tentava anular a sentença proferida pela 2ª Vara do Tribunal do Júri de Belém (PA), em abril de 2010. Além de rejeitar o apelo do fazendeiro e manter a condenação, os juízes aprovaram, por unanimidade, o pedido da relatora da apelação, a juíza convocada Nadja Nara Cobra, para a prisão preventiva de Galvão. Condenado a cumprir a pena inicialmente em regime fechado, Galvão obteve um habeas corpus que lhe permitiu recorrer da sentença em liberdade provisória, sendo o único dos cinco acusados pelo assassinato da missionária a continuar solto. O fazendeiro sempre negou qualquer participação no crime. Galvão ainda pode recorrer da decisão no Superior Tribunal de Just