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Mostrando postagens com o rótulo Floresta amazônica

Câmeras decifram ritmo sazonal da fotossíntese na floresta amazônica

Uma pesquisa recente explica a sazonalidade na fotossíntese da floresta na Amazônia Central. Liderado por Jin Wu durante seu doutorado na Universidade do Arizona, o estudo usou uma combinação de câmeras e dados de fluxo de gás carbônico entre a atmosfera e a floresta, registrados pelas torres do Programa de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA), coordenado pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI). “Já era conhecido que o gás carbônico da atmosfera é fixado pela floresta com maiores taxas no fim da estação seca e no início da chuvosa, e fixado com taxas menores no final da estação chuvosa e no início da seca”, diz o pesquisador do Inpa e coautor do artigo, Dr. Bruce Nelson. Segundo o pesquisador, a novidade está em demonstrar que esta sazonalidade da fotossíntese não ocorre apenas em função da variação da luz, da temperatura ou da umidade ao longo do ano. “Nos meses mais secos (entre junho e novembro) a floresta exibe uma troca acelerada das folhas

Floresta Amazônica será toda mapeada

A Floresta Amazônica passará por um minucioso mapeamento no segundo semestre deste ano na realização do Inventário Floresta Nacional (IFN). A iniciativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA) pretende reunir, até 2016, informações de cerca de 22 mil pontos amostrais de todos os biomas brasileiros — cerrado, mata atlântica, pantanal e caatinga, além da Amazônia. A intenção é que as áreas sejam revisitadas a cada cinco anos e monitoradas de acordo com a evolução dos recursos florestais existentes, contribuindo assim para elaboração de políticas de uso e conservação das matas. Apesar de ser um país reconhecido e admirado mundialmente pela extensa biodiversidade, um inventário das florestas no Brasil só foi feito uma vez, entre as décadas de 1970 e 1980, ainda assim, mapeando somente os recursos madeireiros disponíveis, seguindo uma tendência mundial que buscava alternativas energéticas para a crise do petróleo. Para o diretor do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Joberto Veloso , no séc

Organização vai monitorar desmatamento da Amazônia

A Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) pretende instalar salas de observação nos oito países da América do Sul que tem parte da floresta amazônica . A medida é para monitorar o desmatamento na região. O governo brasileiro pode ser um dos principais colaboradores da medida, mas cada nação vai adaptar o monitoramento às suas necessidades e a realidade da Amazônia  presente em cada território. Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, países que fazem parte da OTCA, devem apresentar, ainda este ano, uma relação de empresas e instituições locais que podem contribuir com projetos na região. A proposta é tentar atrair recursos domésticos e garantir a soberania do território verde que ainda depende do dinheiro de governos de outros países e de organizações internacionais. Atualmente, a maior parte dos recursos utilizados pela OTCA para desenvolver ações de preservação ambiental, monitoramento de desmatamento e melhoria de serviços públicos bás

Desmatamento na Amazônia aumenta

Foi o que revelaram os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), nesta segunda-feira (31), apontando que a Amazônia perdeu uma área de 253,8 quilômetros quadrados (km²) de floresta no mês de setembro. Comparando com o mesmo período do ano passado, quando foram registrados 448 km² de desmate, houve queda de 43%. Na comparação com o mês de agosto, entretanto, quando foram contabilizados 164 km² de derrubadas, houve aumento da área desmatada. Mato Grosso lidera o ranking de desmatamento, com 110 km². Rondônia, com 49,88 km², é o segundo. Já o Pará figura em terceiro com 46,94 km². Tocantins teve o menor registro de desmatamento foi Tocantins, com 2,24 km². Enquanto que no Amapá não foi detectado desmate.

Floresta Amazônica: Governo quer intensificar ações de preservação

Depois de ficar surpreso com um pico de desmatamento em Mato Grosso, em maio, o governo decidiu intensificar a ofensiva contra crimes ambientais na Amazônia. Ontem, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, esteve em Cuiabá para o lançamento do Fórum de Secretários de Estado do Meio Ambiente da Amazônia. Além do chefe da pasta ambiental mato-grossense, o grupo é formado por representantes de: Acre, Amapá, Amazonas, Roraima, Rondônia, Pará, Maranhão e Tocantins. A iniciativa tem como objetivo promover o desenvolvimento sustentável e preservar a floresta. A ministra destacou que até as terras distribuídas pelo próprio governo federal por meio de programas de assentamentos rurais podem ser desocupadas, caso os atuais donos não estejam utilizando essas propriedades de maneira adequada. Izabella Teixeira avisou, durante o evento, que a fiscalização será intensificada com o apoio das secretarias locais. De acordo com a ministra, a regularização fundiária precisa ocorrer com cautela