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Mostrando postagens com o rótulo Greve dos bancários

Bancários podem entrar em greve a partir da próxima terça-feira

Os bancários podem entrar em greve a partir da próxima terça-feira (6). Hoje (1º), eles fazem assembleias em todo o país para decidir se vão cruzar os braços. O Comando Nacional dos Bancários indicou a rejeição da proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial de 14,78%, sendo 5% de aumento real e 9,31% de correção da inflação; participação nos lucros e resultados de três salários mais R$ 8.297,61; piso salarial de R$ 3.940,24; vales-alimentação, refeição, décima-terceira cesta e auxílio-creche/babá no valor do salário-mínimo nacional (R$ 880); 14º salário; fim das metas abusivas e assédio moral; fim das demissões, ampliação das contratações, combate às terceirizações e à precarização das condições de trabalho; mais segurança nas agências bancárias e auxílio-educação. A proposta da Fenaban foi de reajuste de 6,5% mais R$ 3 mil de abono para os trabalhadores. O Comando Nacional dos Bancários diz que essa prop

Greve dos bancários chega ao fim em Santarém

O Sindicato dos Bancários de Santarém decidiu por fim à greve da categoria que durou 23 dias. Durante assembleia realizada na tarde desta segunda-feira (14), os trabalhadores dos bancos privados, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal no Pará aceitaram seguir o comando de greve da capital e voltam ao trabalho nesta terça-feira (15). A proposta de 8,5% de aumento de salário, além do percentual de 8% de benefícios para os trabalhadores foi aceita pela maioria dos sindicatos. No acordo firmado entre banqueiros e bancários ficou definido também que haverá compensação pelos dias parados durante a greve de até uma hora (entre segunda e sexta-feira) até o dia 15 de dezembro. Apenas os funcionários do Banco da Amazônia e Banpará recusaram a proposta e mantêm a paralisação por tempo indeterminado. “A avaliação é positiva. Não atingimos o reajuste de 11,93% que queríamos, mas seguimos a lógica e pelo nono ano consecutivo conseguimos um aumento real. Também conquistamos 1h por dia para a c

Bancários no Pará continuam em greve

A maioria dos bancários decidiu encerrar a greve depois de 23 dias de paralisação em todo o país. O acordo que pôs fim ao movimento grevista foi apresentado na última sexta-feira (11) pelos donos de bancos, porém, em alguns estados, muitas agências permanecem fechadas. É o caso do Pará, onde a greve continua. Na tarde desta segunda-feira (14), o sindicato da categoria em Santarém se reúne em assembleia às 17 horas para anunciar o fim da paralisação. Na madrugada do último dia 11, o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) chegaram a um acordo para encerrar a paralisação.  Os principais pontos do acordo, segundo a Contraf-CUT, são 8% de reajuste (1,82% de aumento real); 8,5% (2,29%) de reajuste para o piso da categoria, e compensação pelos dias parados pela greve de até uma hora por dia (entre segunda e sexta-feira) até o dia 15 de dezembro. De acordo com a Contraf, os bancários em greve farão assembleia e plenárias hoje para saber se encerram o

Bancários podem encerrar greve hoje

Uma nova proposta, que eleva para 8% (aumento real de 1,82%) o índice de reajuste salarial, foi apresentada pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) ao comando nacional dos bancários, coordenado pela Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT), na madrugada de hoje (11). A proposta, apresentada após o 22º dia de greve, será levada agora às assembleias para ser votada. O comando de greve está orientando os sindicatos a promover assembleias até segunda-feira (14) e a aceitar a nova proposta, que inclui ainda reajuste de 8,5% do piso salarial (ganho real de 2,29%) e de 10% sobre o valor fixo da regra básica e sobre o teto da parcela individual da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). A proposta também eleva de 2% para 2,2% o lucro líquido a ser distribuído linearmente na parcela adicional da PLR. As negociações feitas ontem com a Fenaban durararam 16 horas. A compensação dos dias parados será feita de segunda a sexta-feira, até 15 de dezembro

Bancários iniciam greve nacional nesta quinta-feira

A categoria bancária inicia uma greve nacional por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira (19), conforme decisão unânime das assembleias dos trabalhadores do ramo financeiro realizada no último dia 12 em todo país. No Pará, mais de 8 mil bancários e bancárias deverão cruzar os braços e parar as atividades das mais de 550 agências de bancos públicos e privados que atuam no Estado. Em Belém, a concentração do primeiro dia de greve será na Avenida Presidente Vargas. No município de Santarém, os funcionários dos bancos públicos e privados já confirmaram adesão à paralisação nacional. A categoria está desde o mês de agosto em plena Campanha Nacional por melhores salários e melhores condições de trabalho. Porém, nas negociações do Comando Nacional da categoria com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), e também nas mesas específicas com os bancos públicos, nenhum avanço foi alcançado pelos trabalhadores. Na última rodada com a Fenaban realizada no dia 5 de setembro, em

Sem acordo, greve dos Correios vai à dissídio

Representantes dos trabalhadores dos Correios e da direção da empresa tiveram mais uma reunião no TST para tentar acordo sobre a greve que já dura 27 dias. Mas os grevistas continuam não aceitando os termos da proposta costurada pelo tribunal e, agora, a decisão ficará com a Seção Especializada em Dissídios Coletivos. (ABr) Greve dos bancários completa 14 dias Mais de 9 mil agências estão fechadas

Bancários cruzam os braços a partir de hoje, por tempo indeterminado

Os consumidores devem se preparar para enfrentar possíveis dores de cabeça a partir de hoje (27), caso precisem utilizar os serviços bancários. A categoria confirmou, ontem à noite, a decisão de entrar em greve geral por tempo indeterminado, dando prosseguimento à campanha de reajuste salarial deste ano. A paralisação começou a ser desenhada na sexta-feira, quando a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentou uma contraproposta de correção de 8% nos vencimentos. Como a disposição dos patrões está aquém dos 12,8% pleiteados pelos trabalhadores, o comando de greve, orientou os sindicatos a deflagrarem a paralisação. Além do reajuste salarial, os funcionários pedem aumento da participação nos lucros e o fim da abertura de correspondentes bancários, processo que a categoria classifica como uma forma de terceirização “com a finalidade de contratar trabalhadores sem pagar os direitos previstos na convenção coletiva” do setor. A Fenaban considerou a proposta “fora de propósito” e or