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Mostrando postagens com o rótulo Henrique Pizzolato

Pizzolato se entrega à Justiça da Itália

O ex-diretor de marketing do BB,Henrique Pizzolato se entregou à Justiça italiana nesta quinta-feira (12), após a Corte de Cassação de Roma ter decidido por extraditá-lo. Pizzolato foi condenado a 12 anos e 7 meses de prisão no julgamento do mensalão do PT. Segundo o Supremo Tribunal Federal (STF), ele cometeu os crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. A decisão sobre a extradição para o Brasil, divulgada pela Corte também nesta quinta, será agora política e irá para o Ministério da Justiça da Itália, que tem até três semanas para decidir. A decisão aceita um recurso feito pelo governo brasileiro contra a negativa de extraditar Pizzolato feita no ano passado pela Corte de Bolonha. Em 2013, quando o STF se encaminhava para rejeitar os últimos recursos da defesa e determinar a execução da sentença, Pizzolato, que tem cidadania italiana, fugiu para a Itália. Ele foi preso na cidade de Maranello em fevereiro de 2014 por portar documento falso. Depois, foi solto em 2

Henrique Pizzolato entra para a lista da Interpol

A Interpol (polícia internacional) incluiu no início da tarde desta segunda-feira (18) o nome e a foto do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato na lista de procurados internacionais, chamada de difusão vermelha. A Polícia Federal considera que ele está foragido e pediu, no sábado (16), para que o nome dele fosse lançado na lista de procurados da Interpol. As informações sobre a fuga dele, que teve a prisão decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (15), foram repassadas em um alerta que vai para 190 países com um mandado de prisão . O advogado Marthius Sávio Cavalcante Lobato, defensor de Henrique Pizzolato, afirmou que o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil está na Itália. Em telefonema para o delegado Marcelo Nogueira , Cavalcante disse que, ao chegar à casa do seu cliente, em Copacapana, no Rio de Janeiro, na sexta-feira (15) foi informado por familiares que ele tinha viajado para o país europeu. Pizzolato enviou uma carta, divulgada pelo entã

STF mantém decisão sobre perda de mandato de João Paulo Cunha

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (4), por unanimidade, manter a decisão tomada no ano passado sobre a perda dos mandatos dos deputados condenados no processo do mensalão, de que cabe à Câmara apenas decretar a perda do cargo. Ao analisar recurso de João Paulo Cunha, único entre os parlamentares que incluiu o tema no recurso, o tribunal manteve o entendimento adotado por maioria (6 a 4) no ano passado porque, para os ministros, os embargos de declaração não servem para mudar o mérito de uma decisão do plenário. Os embargos de declaração servem para contestar omissões, contradições ou obscuridades no acórdão (documento que resumiu as decisões tomadas durante o julgamento). Ao determinar as condenações no ano passado, o STF entendeu que caberá à Câmara apenas decretar a perda do mandato quando o processo terminar, ou seja, não couber mais nenhum recurso. Mas, ao avaliar o processo contra o senador Ivo Cassol (PP-RO) neste ano com dois ministros a ma