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Eleições presidenciais na Venezuela vão ser realizadas no dia 14 de abril

As eleições presidenciais na Venezuela serão realizadas no dia 14 de abril, decidiu neste sábado (9) o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela. Após uma extensa reunião, o conselho aprovou o cronograma que regirá a campanha eleitoral após a morte do chefe de Estado, Hugo Chávez, na passada terça-feira (5). A inscrição das candidaturas para as eleições presidenciais começa neste domingo e se encerra na segunda-feira (11). Pelo cronograma eleitoral aprovado, a campanha eleitoral começará no dia 2 de abril e será permitida até o dia 12. A presidente do CNE, Tibisay Lucena, informou que os prazos foram reduzidos, mas que todos os passos para garantir um processo transparente foram tomados em conta. Tibisay pediu às Forças Armadas lembrar da sua responsabilidade no processo e obrigação de fazer cumprir a constituição nacional. O vice-presidente venezuelano, Nicolás Maduro, que deverá ser o candidato do governo,  assumiu a presidência interina da Venezuela na noite desta sexta-feir

Morre Hugo Chávez

O presidente Hugo Chávez morreu nesta terça-feira, em Caracas, aos 58 anos, vítima de complicações de um câncer na região pélvica. O venezuelano ocupava o cargo desde 1999 e era o líder democrático mais longevo da história recente da América Latina, tendo sido reeleito para o quarto mandato consecutivo no último mês de outubro. O período terminaria em 2019. Foi a terceira vez em que ele foi eleito para um mandato com duração de seis anos, regra criada pela nova Constituição, aprovada em 1999, um ano após a chegada ao poder. Na última votação, o venezuelano teve 55% dos votos, com comparecimento de 81% do eleitorado. Ele venceu em 22 dos 24 Estados. Em 2009, o presidente promoveu um referendo sobre o fim da limitação ao número de mandatos políticos, e chegou a falar sobre se manter no governo até 2021, ou mesmo 2030. Sob Chávez, a Venezuela teve uma redução da pobreza de 49,4% para 27,8%. A redução da desigualdade foi maior que a dos anos Lula no Brasil. Mas o mandatário também sofreu