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Mostrando postagens com o rótulo Indicadores de Juruti

Moradores relatam em livro transformações do desenvolvimento econômico em comunidades Amazônicas

Meggy Araújo*/Especial para o Quarto Poder O desenvolvimento social e econômico de regiões longínquas do Brasil e as mudanças no cotidiano provocadas pela instalação de novas atividades econômicas são o mote do livro “Transformações Amazônicas”, que o Instituto Camargo Corrêa e o Museu da Pessoa lançam nesta sexta-feira, em Juruti (PA). O livro traz os relatos de moradores de duas regiões que passam por profundas transformações por receberem a instalação de grandes atividades econômicas nos últimos anos. Em Jaci-Paraná (RO), Mutum-Paraná (RO) e arredores, as pessoas falaram sobre suas percepções a partir da convivência com a construção da Usina Hidrelétrica Jirau. Em Juruti, no Pará, a instalação de empresas exploradoras de bauxita na cidade de Juruti alterou a vida da comunidade. O evento de lançamento do livro “Transformações Amazônicas” nesta sexta-feira (30) reunirá em Juruti (PA) todos os participantes e entrevistados. “O livro permite uma viagem na história de vida das pes

Juruti recebe oficinas para uso dos indicadores de desenvolvimento do município

A Fundação Getulio Vargas conclui, no mês de outubro, as oficinas de uso dos indicadores de desenvolvimento de Juruti, oeste do Pará. As atividades são voltadas aos munícipes e tem foco na discussão da evolução dos dados econômicos, ambientais e sociais do município e na identificação de formas de uso desses dados de modo a promover a melhoria da qualidade de vida da população. As oficinas, iniciadas em julho, estão sendo realizadas com diversos grupos e lideranças na cidade e nas comunidades rurais. Os Indicadores de Juruti nasceram no contexto do primeiro desafio proposto à Fundação Getulio Vargas pela empresa Alcoa. Na época, 2005, a empresa estava para iniciar sua operação de extração de bauxita no município e solicitou à FGV e ao Fundo Nacional para a Biodiversidade (Funbio) a construção de um modelo de desenvolvimento local de longo prazo.  Conhecido como Juruti Sustentável, o modelo está sendo implantado e contempla a criação e articulação de um espaço de mobilização social,