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Pesquisa sobre biodiversidade em Alter do Chão indica ameaça às savanas amazônicas

  Mais de vinte anos atrás, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) iniciaram um estudo piloto para integrar os estudos ecológicos de vários organismos monitorando a biodiversidade em áreas da vila balneária de Alter do Chão, no município de Santarém, no Pará.  Os estudos foram padronizados a partir do final da década de 1990 e se tornaram o embrião para a criação do Sistema RAPELD (protocolo de pesquisas para estudos rápidos (RAP) em pesquisas ecológicas de longa duração (PELD)). Esse sistema vem sendo utilizado no sítio de pesquisa ecológica de longa duração do Oeste do Pará (Popa) em um estudo de revisão acerca dessas pesquisas padronizadas e de longa duração sobre a biodiversidade na região.  Ao longo dos anos, os pesquisadores da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e do Inpa instalaram e mantiveram plots de monitoramento de pesquisa permanentes em uma mancha de savana amazônica perto da vila de Alter do Chão. Plots são parcelas permanentes ond

Câmeras decifram ritmo sazonal da fotossíntese na floresta amazônica

Uma pesquisa recente explica a sazonalidade na fotossíntese da floresta na Amazônia Central. Liderado por Jin Wu durante seu doutorado na Universidade do Arizona, o estudo usou uma combinação de câmeras e dados de fluxo de gás carbônico entre a atmosfera e a floresta, registrados pelas torres do Programa de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA), coordenado pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI). “Já era conhecido que o gás carbônico da atmosfera é fixado pela floresta com maiores taxas no fim da estação seca e no início da chuvosa, e fixado com taxas menores no final da estação chuvosa e no início da seca”, diz o pesquisador do Inpa e coautor do artigo, Dr. Bruce Nelson. Segundo o pesquisador, a novidade está em demonstrar que esta sazonalidade da fotossíntese não ocorre apenas em função da variação da luz, da temperatura ou da umidade ao longo do ano. “Nos meses mais secos (entre junho e novembro) a floresta exibe uma troca acelerada das folhas

Projeto ensina comunidades tradicionais a produzir com sustentabilidade

Preservação da copaíba, capacitação profissional e geração de renda. Com esse objetivo é que a Mineração Rio do Norte, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), dá mais um passo no Projeto de Manejo das Copaíbas, que desde o início de 2011 vem atuando na orientação dos produtores locais de óleo de copaíba para o uso sustentável desse recurso natural. Pesquisadores do INPA, juntamente com representantes das comunidades Jamari e Curuçá-Mirim, trabalham agora no inventário das copaibeiras existentes nas bordas, encostas e vales do platô Monte Branco, onde as comunidades exercem suas atividades produtivas. O platô fica localizado em Porto Trombetas, no município de Oriximiná, área de atuação da Mineração Rio do Norte. Após passarem por um treinamento no qual foi explicada a dinâmica do projeto e recolherem amostras das madeiras de copaíba para estudo pelo INPA, os comunitários ingressaram numa nova fase, que compreende o inventário de espécies no platô - um