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Liminar garante João Salame no cargo em Marabá

Deu na Perereca da Vizinha , blog da jornalista Ana Célia Pinheiro. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), concedeu, nesta terça-feira (12), uma liminar que mantém no cargo o prefeito de Marabá, João Salame.  O prefeito teve o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE/PA), em decisão no último dia 5. Salame foi julgado por supostamente distribuir combustível a seus correligionários durante a campanha eleitoral de 2010, quando ele tentava a reeleição para o cargo de deputado estadual pelo PPS, seu ex-partido. Neste link , a íntegra da decisão do TSE.

Ex-deputado diz que comprou sentença de juíza do TRE

No portal do  Diario do Pará Uma gravação com onze minutos de duração, contendo denúncia de pagamento de propina a membros do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para obtenção de resultados favoráveis em processo de cassação de mandato, provocou a entrada da Polícia Federal no caso. A pedido do TRE, o Ministério Público Federal (MPF), que recebeu uma cópia da gravação, requisitou à PF a abertura de inquérito para apurar conversa na qual o ex-deputado e ex-prefeito de Marituba, Antônio Armando Amaral de Castro, diz ao atual prefeito de Marabá, João Salame, que ele deveria pagar R$ 150 mil à juíza Ezilda Mutran para obter decisão favorável no processo julgado na última terça-feira e que resultou na cassação do mandato do prefeito por 3 votos a 2. Salame foi acusado de compra de votos na eleição de deputado, em 2010.  Em um CD, cuja cópia foi obtida pelo DIÁRIO, o conteúdo da conversa, que além da suposta propina envolve a juíza e o prefeito em um antigo problema familiar, chegou às m

Justiça Eleitoral cassa mandato de prefeito de Marabá

Do blog do Zé Dudu João Salame está com seu mandato de prefeito de Marabá temporariamente cassado. A decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE/PA), saiu nesta terça-feira (5), quando o presidente do Tribunal, Leonardo de Noronha Tavares, votou com a relatora cassando Salame. O prefeito, que ainda não foi notificado da decisão, encontra-se em Brasília, onde dará entrada em um efeito suspensivo. Até lá, assume a vaga o vice-prefeito, o petista, Luiz Carlos Pies. Salame foi julgado por supostamente distribuir combustível a seus correligionários durante a campanha eleitoral de 2010, quando ele tentava a reeleição para o cargo de deputado estadual pelo PPS, seu ex-partido. O julgamento do caso iniciou no último dia 11 de outubro, e o prefeito Salame pegou de cara uma derrota dos dois votos mais importantes: a relatora do processo, desembargadora Ezilda Pastana, e da revisora, desembargadora Eva de Amaral.  Na mesma sessão foi pedido vistas do processo e este se adiou por