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Mostrando postagens com o rótulo José de Souza Júnior
A doença do político  José de Souza Júnior*  O ciclo político que vivemos talvez esteja com alguma doença, e doença genética, ou ainda, é completamente maquiavélico em suas ações. Porque vive liberado para temporada de corrupção. Na filosofia política de Maquiavel o que importa é o poder. O político, segundo o filósofo, tem que lutar para chegar ao poder e continuar lutando para permanecer no poder. E na América Latina que possui toda uma peculiaridade política possui uma trajetória bem distinta. Digo ao remeter o pensamento europeu. Aqui temos o nosso populismo. No Brasil, o populismo começou lá no início do século passado, antes mesmo de Getúlio Vargas. E sendo aperfeiçoado com o próprio Getúlio Vargas. O populismo ainda existe dentro da política. Mas por quê? Será que não temos cidadania? A população é acomodada? Os eleitores vêem o tema político com desprezo? Ou temos necessidade de um pai dos pobres? A figura do político brasileiro deixou de ser de um doutor em muitas partes do
Ministro Calúnia José de Souza Júnior* Nunca antes na história deste país um presidente precisou tanto mudar de ministros no primeiro ano de seu governo, como também não encarou tantas greves pelo Brasil a fora. É bom lembrar que o que não foi privatizado está parado ou ficou parado. Esse povo que entra de greve é puramente mesquinho. Reivindica seus direitos pela causa nobre dos trabalhadores e acabam defendendo apenas suas categorias. O simples e humilde trabalhador da construção civil não ganha com as greves públicas. O simples e humilde trabalhador do setor privado também não é beneficiado. Ao contrário, ele é prejudicado com essas paralisa ções . Aos grevistas fica o alerta: A população começa a sofrer desgastes com a vossa greve. Os grevistas sempre caminharam com a parcela oposicionista e que queriam ver um Brasil diferente. Hoje, suas manifestações são meramente paralisatórias. São de partidos inexpressíveis, que querem salvar o mundo. Essa questão de agir na oposição, de q
Aonde Vamos?* José de Souza Júnior Novamente viajo sobre a questão ética de nossa sociedade, ou ao menos nos pontos teóricos. Afinal a ética é sempre uma questão em efervescência no sentido que afetam a vida social, econômica, política... Podemos dizer que o ser humano coloca a palavra ética e moral na tentativa de compreender seus conflitos e até mesmo os conflitos político-sociais. Diante de uma sociedade cercada de violência, criminalidade, injustiça, falta de ética na vida pública, as pessoas se posicionam verbalizando a questão moral. Ou seja, apresentam soluções como: a pena de morte, a prisão, o linchamento, a greve, a cassação do mandato, etc. Enquanto a televisão mostra imagens da primavera árabe, a reflexão permeia diversos caminhos. Contudo, os EUA não possuem grandes méritos nesses momentos. Os estadunidenses sempre levam a democracia deles aos governos tiranos do planeta. E justo na hora em que estavam falidos, ditadores que nem sabíamos que existiam começam a cair. Com

Opinião

A chave ética José de Souza Júnior* Num período de cem anos atrás o pensamento ético desenrolava-se na chamada ética axiológica, onde buscava superar o “relativismo axiológico” de Nietzche. Para Nietzche a imagem do ser humana é deformada a partir do pensamento de Sócrates e da tradição judaico-cristã, tendo em vista, a centralidade da noção de “ressentimento” em relação aos fortes e poderosos. Doravante, os filósofos que se reportam à ética axiológica partem de que os fatos morais nascem da experiência objetiva do valor de coisas ou pessoas e afirmam que a vida moral consiste em perseguir o bem que esses valores contêm. Contudo o século XX pode ser sumariamente dividido em eventos fundamentais ao falar da ética analítica, e o desenvolvimento das aproximações à ética. E dividido o nascimento de novas éticas. O pensamento ético foi perpetuando e gerando teorias também no último século. Veremos alguns nomes. Com Croce, neo-idealismo, o agir prático do ser humano se dá sob aspecto ao p
A Crise Econômica ou A Crise Política? José de Souza Júnior* O que diria os velhos consagrados intelectuais estadistas? Que estamos diante de um apocalipse? Ou no início de uma nova era? Factualmente a bola da vez é o próprio setor público. Não abordamos o setor privado. E quando ainda nos lembramos da crise imobiliária estadunidense não podemos esquecer-nos do que a antecedeu. O Estado gastando e gastando em guerras. Ou seja, a bola de neve gerada vem somatizar numa sonegação de financiamento dos contribuintes e acarretando na funcionabilidade estatal.  O Obama não é o vilão e Bush não deve sobreviver à história como um herói. Já que é fácil lembrar-se do recente histórico da humanidade e condenar os terroristas. Parecendo que a culpa de tudo que hoje existe, foi um dia gerado pelos terroristas. O terrorismo contemporâneo só surge para ser uma resposta de uma conjuntura atual; caso contrário as torres gêmeas seriam derrubadas em outra ocasião – como, por exemplo, Guerra Fria. Ao p

Opinião: Desorientados

José de Souza Júnior* A palavra da vez poderia ser desorientação, porém, no que remeto meu discurso eles estão bem orientados sim. Até mais do que imaginamos. Os nossos políticos não estão vivendo numa cidade chamada Capital sem nenhum horizonte. Pelo contrário, o que podemos perceber é que existem vários horizontes. Dessa forma retornamos a democracia do beneficio próprio. A onda não é agir visando voto instantâneo e sim lucrar com seus desejos. E fica a pergunta, quem vai perder com tudo isso? Você pode esta se perguntando o porquê de tal reflexão. Escrevo hoje por causa de alguns dias atrás, onde me encontrava tomando café e assistindo um jornal televisivo. A noticia era do judiciário. Portanto, no Brasil, o legislativo anda olhando para seu umbigo e o judiciário começa a intervir em reflexões que deveriam vir de outro lado. O nosso legislativo – da parte governista – só anda sonhando com os cargos e poderes. É o clima em que o defunto foi enterrado e os herdeiros dividem os bens

O poder nos governistas

José de Souza Júnior * Começo a perceber que é mais fácil o Corinthians ganhar uma Libertadores do que um político do governo ser punido. Faço o comentário sem a intenção de análise futebolística. Meu campo é a política. Sendo assim, a política brasileira caiu no marasmo de que tudo acaba em pizza. De que as coisas são assim mesmo. De que políticos são corruptos. O senso comum já nem se preocupa mais com o passado e lado obscuro dos políticos maléficos. O que temos hoje é uma descrença na ética e na moral. Tudo o que vale aqui é o poder. E por falar em política e poder não podemos esquecer-nos de Maquiavel, o republicano não democrático; o que compete ao político, segundo Maquiavel, é conquistar e manter o poder. O nosso jeitinho brasileiro e a nossa cultura latino-americana nos fazem perceber que os amigos do poder são também amigos da lei. Por conseguinte, o caso Palocci já ficou na história. Embora o que realmente houve foram brigas internas entre o Partido dos Trabalhadores e o

E continua da mesma forma

José de Souza Júnior*  Podemos dizer que o ser humano atual possui algumas certezas e incertezas também. E se tratando no quesito de hábitos, seja qual for, por exemplo, dificilmente trocamos o local onde costumamos fazer nossos lanches, ou ainda mudar nosso pedido de costume. Conforme a idade, os hábitos rotineiros vão tomando forças no dia-a-dia. Repito aqui um exemplo já mencionado em outro artigo, do garoto que vem do campo para o meio urbano, que entre o medo e a vergonha seus olhos descobrem um novo mundo. Com o tempo esse garoto morando na cidade irá mudar seus hábitos, como comunicar-se, vestir-se, de pensar e de viver. Doravante, o que coloco é que somos convencionados a pouco mudar. Às vezes mudamos quando forçado, o exemplo do garoto, porém, sem a necessidade vamos caindo no marasmo. Dessa forma, será que falta ao ser humano contemporâneo mais ousadia? Coragem? Ou nossa natureza é mesmo acomodada? Todas essas perguntas têm o objetivo de olharmos para a política. Sendo qu