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Mostrando postagens com o rótulo Manifestações no Brasil

Catador é o primeiro condenado após onda de manifestações

Da Folha On Line Um morador de rua é o primeiro condenado após participação em manifestação ocorrida no Rio neste ano --provavelmente, também o primeiro no país. Acusado de porte de artefato explosivo, ele terá de cumprir cinco anos e dez meses de prisão em regime fechado, segundo decisão de primeira instância da Justiça estadual. Cabe recurso. Rafael Braga Vieira, 26, foi detido em 20 de junho, dia da maior manifestação ocorrida na cidade, com participação de 300 mil pessoas, segundo especialistas da Coppe/UFRJ. O protesto terminou com um rastro de destruição no centro. Naquele dia, cinco pessoas foram presas e três menores de idade foram apreendidos por policiais. De acordo com a polícia e o Ministério Público, Vieira foi detido com dois coquetéis molotov saindo de uma loja abandonada na avenida Presidente Vargas. 'PINHO SOL' Na delegacia, ele afirmou ser morador de rua e catador de latinhas. A defesa alegou que nas garrafas havia desinfetante da marca "Pinho Sol"

Opinião: Do movimento 'Vem pra rua' para o 'vem pra urna'

Por: Dayan Serique*  É impressionante como a corrupção toma conta do país, todos os dias são noticias em jornais, blogs, revistas, denúncias de superfaturamento, desvios de verbas, licitação viciada e tantas outras formas de má conduta de agentes políticos e gestores públicos por esse país a fora, mas faço aqui uma pergunta, de quem é a culpa dessas pessoas estarem nesta condição? Quem lhes dá poder? De quem é a obrigação de fiscalizar suas ações? No primeiro momento os primeiros nomes que vem a tona são: Câmara de vereadores, Assembleia Legislativa, Ministério Público, imprensa, Tribunais de contas, etc, não necessariamente nesta ordem, mas estes são os nomes a quem imputamos o dever de fiscalizar e acompanhar os agentes políticos e gestores públicos. Porém, não podemos esquecer que o dinheiro é público e isso implica no acompanhamento de todos, até porque, muitos órgãos que deveriam fazer essa fiscalização, estão comprometidos com o famigerado jeitinho brasileiro, o que é extrem

Opinião: A Gerentona ruiu

Por:  Pedro Cardoso da Costa* Dilma Rousseff foi eleita presidenta do Brasil exatamente pelo trabalho à frente do Ministério de Minas e Energias como uma gestora acima de qualquer suspeita e pela eficiência técnica e administrativa. Eleita, a percepção foi além: no primeiro ano de governo, a vassoura comeu solta. Quando surgia uma denúncia, um ministro era fritado devidamente. A imagem de grande gestora se consolidou e a de durona, mais ainda. Os noticiários davam conta de que não era raro ministros varões saírem de suas reuniões aos prantos. Numa alusão a essa postura, ela chegou a ironizar que seria uma mulher viril cercada por homens dóceis. Mas o senhor da razão é o tempo, já dissera o presidente filósofo, atleta, garoto-propaganda de mensagens educativas, Fernando Collor de Mello. Eis que passados dois anos e meio de mandato, a “rapadura” virou “melado”. Em meio à onda de manifestações, toda a austeridade foi para o brejo. Começou antes, ao trazer apadrinhados de alguns ministros

Manifestações de trabalhadores marcam esta quinta-feira em todo o país

O dia de hoje (11) promete ser de intensas manifestações no Brasil . Os protagonistas são os trabalhadores, que fazem marchas, protestos e fecham rodovias em todo o país. As principais reivindicações são pelo fim do fator previdenciário, pela redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salários, pela aceleração da reforma agrária e pela aplicação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação e de 10% do Orçamento da União para a saúde. Organizações sindicais e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) organizam o ato. Metalúrgicos e trabalhadores da construção civil, bem como operários de obras do Programa de Aceleração do Crescimento, devem aderir totalmente ao movimento. Outras categorias devem parar parcialmente, como bancários e funcionários da área de telefonia. Em São Paulo, por exemplo, está previsto o fechamento da Marginal Tietê, das avenidas do Estado, da Jacu-Pêssego e da Radial Leste, e das rodovias Anchieta, Anhanguera, Bandeirante

Presidente da Câmara descarta plebiscito este ano

O presidente da Câmara dos Deputados , Henrique Eduardo Alves, anunciou nesta terça-feira (9), após reunião de líderes partidários, que o plebiscito para a reforma política não terá efeito nas eleições de 2014. Segundo ele, a avaliação dos deputados é de que não há tempo hábil para realizar a consulta popular e aprovar o projeto de reforma até o dia 5 de outubro deste ano- um ano antes do próximo pleito. De acordo com o chamado "princípio da anualidade", previsto na Constituição, as regras de uma eleição só têm validade se aprovadas pelo menos um ano antes do pleito, prazo considerado inviável pela Câmara. saiba mais Plebiscito para este ano é enterrado na casa do presidente da Câmara PMDB diz que plebiscito da reforma política não vai valer para 2014 Ao discutir a realização da consulta com ministros do governo, a presidente Dilma Rousseff afirmou, na semana passada, que "gostaria" que as novas regras eleitorais e políticas entrassem em vigor antes das próximas e

Opinião: Resultados das manifestações

Por:  Pedro Cardoso da Costa* Analistas das manifestações devem estar muito tristes pelos resultados obtidos até aqui. Com críticas genéricas chamavam a todos de vândalos. Os próprios manifestantes mostraram que os baderneiros nada tinham a ver com o Movimento, embora seja simplório achar que todos os participantes das depredações sejam profissionais. A maioria é formada de pessoas comuns atiçadas pela oportunidade de certa vingança aos maus-tratos sofridos pelas autoridades. Mas o questionamento da falta de foco não serve mais. O movimento conseguiu reduzir o preço das passagens, até em cidades que não tinham aumentado. Um deputado condenado há três anos foi para a cadeia, o projeto da “cura-gay” foi arquivado; uma proposta para tornar o voto aberto no Congresso já foi aprovada em Comissões, desistiram de aumentar pedágio em São Paulo e até um helicóptero foi vendido indevidamente, já que deveria ser repassado para a Polícia Militar. Mesmo de forma açodada, a presidenta propôs a