Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Ministério da Saúde

Governo cancela emendas para unidades de saúde

O atraso na análise dos pedidos de certificação de entidades beneficentes no Ministério da Saúde causou o cancelamento de R$ 100,9 milhões em empenhos de recursos voltados para a área, no último dia de 2011. A anulação dos empenhos direcionados para entidades sem fins lucrativos conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS) provocou irritação de parlamentares que tiveram as emendas canceladas.  Santas casas de misericórdia, fundações e institutos que aguardam o Ministério da Saúde analisar processo de emissão da Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social (Cebas) não puderam receber recursos públicos. Gestores da área de saúde reclamam que os processos de certificação estão parados em uma longa fila de análise e que graças à burocracia estão sendo prejudicados.  Só no dia 31 de dezembro, 30 entidades apresentaram mandados judiciais para conseguir manter os empenhos, ao comprovar que a situação cadastral estava irregular pela demora do ministério ao conceder os certi

Quatro municípios paraenses com risco de surto de dengue

Marabá, Tucuruí, Parauapebas e Dom Eliseu são os quatro municípios paraenses que estão entre as 48 cidades brasileiras com risco de sofrerem surto de dengue no verão, segundo informações repassadas pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (20), De acordo com o MS, a principal causa do surgimento de novos casos da doença está relacionada à falta de abastecimento de água e de coleta de lixo. Dos 48 municípios com risco de surto da dengue, 62,5% têm menos da metade das casas com acesso a saneamento adequado. Uma casa tem saneamento adequado, segundo critérios do IBGE, quando dispõe de rede de água, esgoto ou fossa séptica e coleta de lixo direta ou indireta feita por uma empresa. De acordo com o levantamento, em somente 18 cidades com risco de surto, a maioria das casas encontra-se nessa situação. O restante dos municípios enquadra-se em saneamento semiadequado, quando dispõe de pelo menos um dos serviços, ou inadequado, quando não há nenhum dos serviços em pleno funcionamento.

Ministério da Saúde estuda vacinar meninas de 9 a 13 anos contra o HPV

O Ministério da Saúde avalia vacinar meninas de 9 anos a 13 anos contra o HPV, o papilomavírus humano, causador do condiloma acuminado, doença sexualmente transmissível que pode provocar câncer de útero. A informação é do secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa. O HPV pode atingir mulheres de qualquer idade. No entanto, a ideia é imunizar adolescentes que ainda não iniciaram a vida sexual. A vacina não tem eficácia em mulheres adultas, com vida sexual ativa, que já foram expostas à infecção pelo HPV, segundo o secretário. A prevenção, nesse caso, deve ser feita por meio do exame papanicolau, que identifica o câncer no colo do útero. Barbosa estima um custo anual de R$ 600 milhões para incluir a vacina contra HPV no calendário de imunização das adolescentes. O equivalente a um terço do que o governo gasta com todas as vacinas, segundo o ministério. O secretário participou de debate na Comissão de Assuntos Sociais do Senado sobre projeto de lei da senadora Vanessa Grazzio

Brasil gasta 20% do dinheiro do SUS com tratamentos complexos e caros

Em dois anos, os gastos do governo federal com tratamentos de alta complexidade, como procedimentos contra câncer e transplantes de órgãos, aumentaram cerca de 23,5% no Brasil. Dados do Ministério da Saúde mostram ainda que, em 2010, procedimentos desse tipo correspondiam a 19% de tudo o que o país gastou com o SUS (Sistema Único de Saúde), totalizando R$ 8,5 bilhões. Até setembro de 2011, a pasta já havia desembolsado R$ 6,5 bilhões em tratamentos de alta complexidade, o que já é quase o total gasto em 2008 na mesma área (R$ 6,9 bilhões). Ao todo, o Brasil investiu quase R$ 45 bilhões em saúde pública no ano passado e outros R$ 37 bilhões entre janeiro e outubro deste ano. A expectativa, entretanto, é que o governo comece a recuperar parte do que gasta na área a partir de 2012, quando a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) passará a cobrar dos planos de saúde o reembolso pelos tratamentos ambulatoriais de alta complexidade a que seus clientes forem submetidos no SUS.

Padilha espera do Congresso aprovação de mais recursos para a saúde

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que espera do Congresso a aprovação de mais recursos para a saúde. Segundo ele, é preciso debater as necessidades do setor a partir da regulamentação da Emenda 29. “Estou confiante. Vamos ouvir muito o Congresso e garantir a aprovação desses recursos com regras estáveis”, disse ao sair do desfile de 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios. A regulamentação da Emenda 29 deverá ser votada dia 28, na Câmara, sem uma base de cálculo. A ideia é aprovar o texto-base e deixar para o Senado definir a fonte dos recursos. Uma das sugestões é que parte dos recursos arrecadados com a exploração do petróleo do pré-sal seja destinada ao setor. Entretanto, segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, os recursos para a saúde precisam ser garantidos imediatamente. “O pré-sal só vai produzir petróleo daqui a sete ou oito anos. Precisamos de recursos já”, disse hoje. A Câmara deverá se reunir em comissão geral no dia 20 para discutir o as

No primeiro semestre, casos de malária na Amazônia legal caem 31%

Nos primeiros seis meses de 2011, foram registrados 115.708 casos de malária na Amazônia Legal, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (5) pelo Ministério da Saúde. Em comparação ao mesmo período do ano passado, houve redução de 31%. De janeiro a junho de 2010, foram notificados na região 168.397 casos. De acordo com o MS, a região concentra pelo menos 99% dos casos da doença no país. Os dados apresentados pelo órgão indicam ainda que as internações também reduziram, chegando a 20%. Em 2010 foram 2.544 contra  2.030 no mesmo período. A redução da doença foi identificada em todos os estados da Amazônia Legal: 45% no Acre, 19% no Amapá, 41% no Amazonas, 39% no Maranhão, 27% em Mato Grosso, 36% em Rondônia, 29% em Roraima, 30% no Tocantins e 21% no Pará. A infecção pelo Plasmodium falciparum, forma mais grave da malária, caiu quase pela metade, passando de 26.917, no primeiro semestre de 2010, para 13.464, nos primeiros seis meses deste ano. Já as mortes provocadas pela doença

SUS deve ter mil equipes de atendimento domiciliar até 2014

Até 2014, o Ministério da Saúde espera ter, pelo menos, mil equipes médicas do Sistema Único da Saúde (SUS) habilitadas para fazer atendimento em casa, como uma espécie de home care. O foco é oferecer o cuidado domiciliar a pacientes com dificuldade de locomoção ou que não precisam ficar internados em hospitais. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse hoje (25) que a pasta vai começar a selecionar os municípios interessados em ter o serviço. A ideia é ter uma equipe para cada 100 mil habitantes. “Cada pessoa que puder sair mais rápido do hospital vai estar liberando um leito”, destacou Padilha. Com o atendimento domiciliar, o governo federal quer desafogar os hospitais e estimular a recuperação do paciente em casa, que é mais rápida. Em julho, o ministério publicou portaria dando início à estruturação do serviço. Para este ano, o investimento previsto é de R$ 36,5 milhões. (ABr)