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No Pará, Museu Goeldi lança Censo da Biodiversidade da Amazônia

Informações sobre as milhares de espécies de animais e plantas da Amazônia começaram a ser organizadas em um levantamento que pode ajudar pesquisadores e gestores ambientais a acompanhar os avanços da biodiversidade e definir estratégias de conservação para a região. O Censo da Biodiversidade, lançado em Belém pelo Museu Goeldi, já relaciona todas as 3,8 mil espécies pesquisadas pela instituição. A lista inclui dados como nome científico, família e, em alguns casos, a categoria de ameaça de extinção de cada espécie. “Queremos atualizar o conhecimento para poder, por meio dos dados, planejar a conservação biológica e o uso da biodiversidade. A intenção é seguir no mesmo sentido do censo [demográfico] do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], que levanta informações sobre a sociedade, usadas pelos governos para planejar políticas públicas de saúde, educação e transporte, por exemplo”, explicou Ulisses Galatti, pesquisador e coordenador de Pesquisa e Pós- Graduação do Mus

Os barbeiros e as lâmpadas

Lucila Vilar/Agência Museu Goeldi  Parentes das baratas d'água e dos percevejos, os barbeiros são hemípteros da subfamília Triatominae (Reduviidae) que se alimentam de sangue e são conhecidos popularmente como chupanças, chupão ou bicho de parede. Os barbeiros são vetores naturais do protozoário Tripanossoma cruzi, causador da doença de Chagas, pois transmitem de forma ativa ou passiva um agente infeccioso, dependendo de sua adaptação ao ambiente doméstico. No entanto, algumas espécies são vetores efetivos da doença e, dentre essas, destacam-se: Rhodnius prolixus, Triatoma infestans, Triatoma dimidiata, Triatoma brasiliensis e Panstrongylus megistus como os principais vetores de Trypanosoma cruzi na América Latina. A proliferação da doença de chagas está diretamente ligada à falta de saneamento básico, desflorestamento, infra-estrutura e urbanização desordenada, entre outros fatores. Mas a Amazônia não segue o mesmo padrão de outras regiões brasileiras em relação à proliferação