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Mostrando postagens com o rótulo Norte Energia

Amanhã será realizada primeira reunião de planejamento do PACM

A Norte Energia promoverá, nesta quinta-feira, 25 de janeiro de 2018, às 8h30, a primeira reunião técnica de planejamento 2018 do Programa de Ação para Controle da Malária (PACM) - executado pela empresa em parceria com Estado e municípios da região de influência da Usina Hidrelétrica Belo Monte. Para celebrar a expressiva redução do número de casos da doença na região, que chegou a zerar o número de casos da doença nos cinco municípios do entorno da Usina, será realizada uma homenagem aos parceiros do Programa. Já está confirmada a participação de representantes da Secretaria de Estado de Saúde do Pará (SESPA) e das secretarias municipais de Saúde de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Senador José Porfírio, Vitória do Xingu e Pacajá, bem como do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) em Altamira.  A coletiva será realizada no hotel Casa Nova, na rua A nchieta, 2296 - Centro - Altamira/PA.  (Ascom/NE)

Saneamento cria novo impasse na construção da usina de Belo Monte

Do Valor Econômico Um verdadeiro jogo de empurra tomou conta das obras compensatórias de Belo Monte, a megausina que está sendo construída no rio Xingu, no Pará. A polêmica envolve a entrega da rede de saneamento básico que tem de ser construída em Altamira e nos demais municípios impactados pela usina. Desta vez, os problemas não se limitam aos atrasos nas obras de saneamento, que já deveriam estar prontas há mais de dois anos. A questão agora é definir quem, afinal de contas, concluirá as instalações da rede de água e esgoto. O desentendimento é total entre o consórcio Norte Energia, responsável pela construção da hidrelétrica, a prefeitura de Altamira e a Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa). O consórcio garante que as obrigações incluídas no processo de licenciamento da obra são claras: até julho, a empresa quer instalar 220 km de rede esgoto e 170 km de tubulações de água potável em Altamira, município mais atingido pela obra, além de outras redes menores em construção em

Obras não param em Belo Monte, diz Norte Energia

Em nota divulgada à imprensa nesta quarta-feira (30), a Norte Energia, responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, informa que as atividades nas obras da Usina estão em pleno funcionamento. A continuidade das obras está de acordo com a decisão proferida pelo presidente do TRF 1ª Região, Mário Cesar Ribeiro. O presidente do TRF 1ª Região afirma que “a decisão proferida, monocraticamente, pelo Desembargador Sousa Prudente, não tem, o condão de, sob pena de usurpação de competência da Corte Especial, afastar os efeitos proferidos nos autos da Suspensão de Liminar ou Antecipação de Tutela, que permanece intangível até que ocorra o trânsito em julgado da Ação Cível Pública, uma vez que o agravo regimental interposto contra a decisão do então presidente Desembargador Federal Olindo Menezes não foi conhecido, porquanto interposto intempestivamente”. Assessoria de Imprensa - Norte Energia

Peixe do Xingu ameaçado de extinção ganha laboratório para reprodução em cativeiro

Começa a funcionar, em outubro, no município paraense de Vitória do Xingu, o laboratório de aquicultura e peixe ornamental do Centro de Estudos Ambientais da Norte Energia, empresa que constrói e opera a Usina Hidrelétrica Belo Monte. O projeto vai estudar e reproduzir em cativeiro o Acari Zebra, peixe ameaçado de extinção típico da região do Xingu e muito procurado especialmente por sua beleza. O laboratório faz parte das ações previstas no Projeto Básico Ambiental, que aliado a outros programas, prezam pela conservação do meio ambiente em toda região. “O Acari Zebra é específico do Rio Xingu e, por ser muito bonito, é capturado com frequência para ser usado como peixe ornamental, inclusive em pesca predatória. Agora a Norte Energia está dando a oportunidade para que esta espécie possa se desenvolver em cativeiro e sair da lista de ameaçados de extinção” explica o gerente de gestão ambiental da Norte Energia, Antônio Neto. Além da preservação, o laboratório tem como objetivo para o

Norte Energia atende condicionantes e entrega ao Ibama estruturas para fiscalização na região do Xingu

Dando continuidade ao atendimento das condicionantes e à transparência da obra da Usina Hidrelétrica Belo Monte, neste mês de setembro a Norte Energia entrega ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) cinco estruturas que irão auxiliar na fiscalização ambiental da região. São duas casas, dois trailers e um galpão de 2 mil m2 instalado numa área de 30 mil m2 que servirão de postos de fiscalização e locais de armazenamento de mercadorias, equipamentos e madeira apreendida em operações ilegais ocorridas na área de influência da UHE Belo Monte. “Estamos garantindo a transparência na obra de Belo Monte, além de assegurar a preservação ambiental da região. É uma garantia de que todo procedimento da Norte Energia é feito dentro da legalidade e da ética e ter o Ibama fiscalizando tudo o que fazemos nos traz tranquilidade”, diz o gerente de gestão ambiental, Antônio Neto. Os postos, dois fixos e dois móveis, fiscalizarão não só a madeira retirada duran

MPF processa Norte Energia, Ibama e BNDES

O Ministério Público Federal iniciou mais uma ação judicial contra irregularidades no projeto da hidrelétrica de Belo Monte no Pará. Dessa vez, os índios Xikrin, moradores do rio Bacajá, teriam seus direitos violados pela Norte Energia, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com o início da obra. O Bacajá deságua no Xingu exatamente no trecho do rio que vai perder 80% da vazão, a Volta Grande do Xingu. Mas até agora, mesmo com previsão no licenciamento da obra, não foram esclarecidos os impactos sobre o ecossistema nem garantidas compensações aos índios. Por causa da ausência de previsão de impactos e compensações aos Xikrin, o MPF pediu à Justiça a suspensão da Licença de Instalação de Belo Monte até que a Norte Energia apresente conclusões sobre os impactos e compensações à população indígena. O MPF ainda pediu que o desvio da água do rio para as turbinas de Belo Monte – com a formação do chamado Trecho

MPF quer que Norte Energia cumpra condicionante

O Ministério Público Federal (MPF) moveu hoje ação judicial contra a Norte Energia S.A para obrigá-la a cumprir uma das condições de viabilidade de Belo Monte. A empresa se recusa a cumprir a obrigação de comprar terras para a comunidade indígena Juruna do Km 17. De acordo com a Licença Prévia (LP) concedida em 2009 para a obra, sem a aquisição de terras a sobrevivência da comunidade, às margens de uma rodovia, ficaria ameçada. “Essa medida, obrigada pela Funai (Fundação Nacional do Índio), em 2009, como necessária para o atestado de viabilidade do empreendimento, não foi cumprida. E o empreendedor – Norte Energia S.A. – nega-se a concluir a obrigação, sob o argumento de que teria se desonerado da condicionante pela mera indicação da área”, aponta a ação do MPF. A Norte Energia argumentou que regularização fundiária de território indígena é competência exclusiva da União. Mas esse entendimento não cabe no caso dos Juruna do Km 17 – o que estava expressamente informado no licenciamento

Escavações de Belo Monte guardam fósseis de 420 milhões de anos

Por:  Karina Pinto* Mais do que energia elétrica, a Usina Hidrelétrica Belo Monte, construída no Pará pela Norte Energia S.A, trabalha para enriquecer, definitivamente, o acervo cultural brasileiro na área da paleontologia - ciência que estuda a vida passada na Terra. O Programa de Salvamento do Patrimônio Paleontológico da UHE Belo Monte já identificou centenas de fosseis, restos de plantas e sinais de vida passada, quando a área onde está sendo construída a Casa de Força Principal nada mais era do que um grande oceano. Os restos de peixes primitivos, corais, plantas, pegadas, túneis de animais que viviam abaixo do solo, conchas de animais marinhos diversificados (Braquiópolis) datam de 420 milhões de anos atrás. Pelo menos duas espécies encontradas até agora não foram identificadas no acervo científico mundial. A iniciativa de criar um programa específico para salvar e preservar o acervo paleontológico na área da UHE Belo Monte foi do governo brasileiro e da Norte Energia S.A., q

Altamira será primeira cidade da região da Transamazônica a contar com aterro sanitário em 2014

Altamira será o primeiro município da Transamazônica e do Xingu a eliminar totalmente o uso de 'lixões a céu aberto'. Em 2014, a cidade entra em total conformidade com a Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS), lançado pelo Governo Federal em 2010. Com a medida, a cidade passa a depositar todo o resíduo sólido domiciliar no aterro sanitário que está sendo construído pela Norte Energia S.A., empresa responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Pará. O novo aterro sanitário é parte do Projeto de Saneamento Básico e está previsto no Projeto Básico Ambiental da obra (PBA). A PNRS prevê coleta, destino final e tratamento de resíduos urbanos com controle rigoroso. Este cuidado pretende minimizar impactos ambientais e riscos à saúde, sobretudo em áreas próximas aos lixões. O projeto irá ainda resguardar profissionais que obtêm sua renda da coleta seletiva. O novo aterro sanitário já conta com uma célula escavada e, até o final de setembro, Alt

Norte Energia vai disponibilizar rede de distribuição de energia para atender comunidades

NOTA À IMPRENSA A Norte Energia, empresa responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, informa que encaminhou na manhã desta terça-feira (20/08) ao Coordenador do Grupo de Trabalho da Rede de Energia Elétrica do entorno da UHE Belo Monte e à Casa do Governo em Altamira, carta em que a empresa se compromete a disponibilizar a rede de distribuição de energia elétrica de 34.5 kV à Centrais Elétrica do Pará (Celpa). A partir dessa disponibilização, cabe à Celpa a instalação de ramais e medidores de consumo. Essa iniciativa atende às reivindicações das comunidades Quatro Bocas e São Francisco das Chagas, em Vitória do Xingu, e é adotada em articulação com o Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM). Será agendada uma reunião com os agentes envolvidos para formalizar e definir os termos da doação. Os agentes são a Celpa, o programa “Luz para Todos” e a Casa de Governo em Altamira. Assessoria de Imprensa – Norte Energia S.A.

Obra de Belo Monte pode atrasar por problemas com Ibama

Desta vez não são os índios mundurucus nem os sindicatos. A mais nova ameaça de atraso na construção da controversa hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, parte do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). Outro lado: Empresa diz que obras estão sendo feitas O risco de paralisação numa fase crucial da obra, iniciada há três anos, é citado em documento publicado silenciosamente pela agência federal na semana passada. Trata-se da análise sobre o terceiro relatório da empresa para acompanhamento do Plano Básico Ambiental (PBA), um rol de 23 exigências sociais e ambientais. Segundo o documento do Ibama, sete dessas "condicionantes" não estão sendo atendidas. Entre elas, obras de saneamento (rede de água e esgoto), equipamentos de saúde e educação e cadastramento da população a ser reassentada na cidade de Altamira (PA) e região. "Como resultado da análise dos relatórios (...), fica claro o descompasso entre as obras de construção d

NOTA À IMPRENSA

A Norte Energia S/A, empresa responsável pela instalação e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, informa que se propõe a participar de reunião com as lideranças das colônias de pescadores da área de influência da usina. A empresa sugere que o encontro aconteça entre 30 de julho e 05 de agosto de 2013, em local apropriado e de conveniência para essa categoria.  A sugestão de reunião foi enviada oficialmente ao presidente da Colônia Z12, Giácomo Schaffer, em documento assinado pelo diretor socioambiental da Norte Energia, João Pimentel. Desta forma, a Norte Energia reitera o conceito democrático de sempre ouvir e se fazer ouvir entre a comunidade e demais instituições da área de influência da usina hidrelétrica Belo Monte. A empresa informa, ainda, que em momento algum as atividades dentro dos canteiros sofreram qualquer tipo de paralisação. Norte Energia S/A Assessoria de Imprensa

Construtora pede mais R$ 1 bi por Belo Monte

As dificuldades diárias enfrentadas na construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, extrapolaram os limites de seus canteiros de obra e chegaram à mesa de negociação de seus empreendedores. Agora, a tensão se instalou entre o Consórcio Construtor de Belo Monte (CCBM), que reúne o grupo de empreiteiras responsáveis por tocar as obras da usina, e o dono do empreendimento, o consórcio Norte Energia. Desde o fim do ano passado, apurou o Valor, o CCBM tenta negociar um termo aditivo ao contrato que assinou com a Norte Energia. Seis meses de discussões se passaram, mas o acordo não avançou. O CCBM cobra uma fatura extra de aproximadamente R$ 1 bilhão da Norte Energia. Esse seria o primeiro aditivo do contrato, que foi fechado em R$ 13,8 bilhões. A reportagem é de André Borges e publicada pelo jornal Valor, 15-05-2013. O CCBM é liderado pela construtora Andrade Gutierrez, seguida pela Odebrecht e Camargo Corrêa, além de outras sete empreiteiras com participações menores. Do outro lado

Justiça determina reintegração de posse em Belo Monte, diz MPF

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) deferiu, na noite de quarta-feira (8) a reintegração de posse do canteiro de obras da usina Hidrelétrica Belo Monte, em  Vitória do Xingu , no Pará, de acordo com informações do Ministério Público Federal (MPF). A decisão foi tomada pela desembargadora Selene Almeida e despachada pelo juiz federal Sérgio Wolney Guedes, de Altamira. Policiais da Ronda Tática Metropolitana (ROTAM) e da Força Nacional já estão no local. Eles aguardam a chegada da procuradora Thais Santi para intermediar a conversa com os índios Munduruku. Devem ser retirados cerca de 160 indígenas de seis etnias que ocupam a barragem desde o último dia 2 de maio. Segundo o presidente da Associação dos Povos Munduruku do Alto Tapajós, o clima dentro do canteiro ainda é tranquilo, eles esperam pacificamente pela chegada da procuradora. Mas, garantem que se foram retirados, devem voltar a ocupar o canteiro de obras até que as reivindicações deles sejam atendidas, entre elas a

Norte Energia divulga nota de esclarecimento

A respeito da matéria publicada neste blog, na segunda-feira (15), sob o título: Azul\Trip acusadas de montar cartel em Altamira , a empresa Norte, responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, faz os seguintes esclarecimentos: A Norte Energia não possui nenhum tipo de ingerência sobre as empresas aéreas, as rotas e autorizações de voos são definidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac); É injusto afirmar que os funcionários da Norte Energia possuem qualquer tipo de privilégio na hora da compra das passagens. Elas são adquiridas por meio de contratos com agências de viagens, como é usual na gestão empresarial; É de total interesse da Norte Energia que tenham um número maior de voos e companhias aéreas para Altamira; Por fim, a Norte Energia não age de forma discriminatória em suas atividades e não possui nenhum tipo de favorecimento em seus deslocamentos aéreos; Norte Energia S.A. Pedro Paulo Blanco Coordenação - Assessoria de Imprens

Sindicalistas denunciam desaparecimento de trabalhador preso por PM

Dirigentes sindicais ligados à central Conlutas, que acompanham as recentes mobilizações de operários de Belo Monte, denunciaram a prisão arbitrária de um trabalhador na madrugada desta quarta, 10, ao Ministério Público do Trabalho, ao Ministério do Trabalho e Emprego e ao Tribunal Superior do Trabalho. De acordo com a denúncia, o homem, conhecido como “Belém”, foi retirado de um dos alojamentos do canteiro de obras Belo Monte pela Polícia Militar sem qualquer ordem de prisão, e não foi visto desde então. Outros dois trabalhadores também teriam sido detidos, mas não ha confirmação do fato. As mobilizações por melhores condições de trabalho e pagamento de vários direitos trabalhistas começaram no final da ultima semana e atingiram os canteiros de Pimental e Canais e Diques. No sábado, a Força Nacional de Segurança chegou a deter dois sindicalistas com um mandado proibitório inválido, emitido pela Justiça contra o Movimento Xingu Vivo em março. De acordo com denúncia feita posterirorme

MPF quer que Justiça multe a Norte Energia por descumprimento de acordo com índios

O Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) pediu à Justiça Federal a aplicação imediata de multa de R$ 500 mil por dia contra a empresa Norte Energia. O órgão alega que a empresa responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, descumpriu acordo assinado com a comunidade indígena, em outubro de 2012, para garantir a desocupação de um, dos três canteiros de obra. O pedido foi feito ontem (21), dia em que um grupo de índios, colonos e ribeirinhos voltou a ocupar o canteiro de obras conhecido como Sítio Pimental, a 70 quilômetros da cidade de Altamira (PA), onde trabalham cerca de 4,5 mil funcionários diretos e terceirizados. A ocupação, que começou por volta das 16h desta quinta-feira, terminou as 20h, após os manifestantes se reunirem com diretores da empresa que prestaram uma série de esclarecimentos. De acordo com o Ministério Público, em 2012 a Norte Energia solicitou a reintegração de posse da área, mas a Justiça Federal optou por media

Altamira: a Prefeitura, a Norte Energia e o iceberg

Se a venda do terreno da praça da Prefeitura para a Norte Energia, para a construção do Hospital Municipal causou revolta, o pior ainda está por vir. A construção no terreno da praça era apenas para encaixar a contratação da Sanividas, empresa de Belém que já estava acertada para outros grandes projetos que envolvem a usina Belo Monte e a Prefeitura. O total da fatura ia dar mais de R$ 70 milhões, bolo que vai ser cobrado da NESA, para acertar os interesses da Prefeitura (Odileida Sampaio) e da turma que ajuda a des-governar o município. Mas a farra não vai dar certo. Todo mundo está atento, e a gente boa, aquela que ama Altamira não vai demorar a dar as caras, e com força! Leia também: Imobiliária Prefeitura de Altamira Ltda

Imobiliária Prefeitura de Altamira Ltda

Aproveitando a onda inflacionária no mercado de imóveis de Altamira, até a Prefeitura local resolveu morder sua parte. Sabendo que a Norte Energia, concessionária da usina de Belo Monte, estaria comprando um terreno para construção do Hospital Municipal, a Prefeitura resolveu entrar no jogo. Propôs a venda de um terreno do próprio município, pelo preço de R$ 2 milhões. E o pior é que a área destinava-se à construção de uma praça, em um loteamento que está recém iniciando. Não resta dúvida que o sacrifício de uma praça não é nada em comparação com R$ 2 milhões em caixa, para uma administração que não tem obras para mostar e está nas portas da campanha pela sucessão. Alguns funcionários da Secretaria Municipal de Obras estão fazendo horas extras para dar jeito em documentos, mapas e registros. O problema é que a hidrelétrica de Belo Monte tem tantos inimigos que se revezam no plantão. Como o negócio já caiu na boca do povo, movimentos sociais e o Ministério Público estão apenas esper