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Oi/Telemar é condenada a pagar R$ 5 milhões por falta de atendimento pessoal no Pará

A Justiça Federal condenou a empresa Oi/Telemar a pagar R$ 5 milhões por danos morais coletivos provocados pela falta de postos de atendimento pessoal aos clientes de telefonia fixa nos municípios do Pará. A Oi/Telemar também terá que comprovar, dentro de 60 dias, o cumprimento de decisão de 2011 que obrigou a empresa a instalar e a manter a opção de atendimento pessoal nesses municípios, por meio de lojas próprias ou terceirizadas. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) foi condenada a tomar todas as medidas necessárias para fazer com que a Oi/Telemar cumpra a sentença. Caso a empresa de telefonia não comprove a instalação dos postos de atendimento, dentro de 120 dias a Anatel deve promover auditoria de qualidade do atendimento prestado pela Oi/Telemar em agências próprias e por meio das agências dos Correios, com quem a concessionária tem parceria. A sentença, da juíza federal Hind Ghassan Kayath, foi publicada nesta quarta-feira, 1º de junho, em processo aberto a partir de

Operadoras de telefonia causam prejuízos de R$ 1,5 bi aos paraenses

As operadoras de telefonia celular estão na mira do Ministério Público Federal (MPF) e do Procon, no Estado do Pará. O péssimo serviço prestado pelas operadoras de telefonia móvel, fixa e banda larga no Estado causou prejuízos astronômicos para os usuários paraenses. A soma é estimada em mais de R$1,5 bilhão. Em todo o território paraense as reclamações contra as empresas se avolumam nos órgãos de defesa do consumidor. Para dar um basta aos abusos das operadoras, órgãos como o MPE e MPE decidiram agir em prol dos usuários e ingressaram com ações judiciais pedindo punições e exigindo o cumprimento dos serviços ofertados pelas operadoras.  Os prejuízos aos consumidores, de acordo com estudo realizado em Santarém, alcançam R$ 93 milhões, resultado de cinco mil horas sem acesso à Internet apenas em seis meses. As reclamações partem de empresários, obrigados a interromper negócios ou perdê-los, trabalhadores que nas empresas públicas ou privadas necessitam de banda larga para estabele