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Bebês siameses continuam em estado grave

A Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará informa o boletim médico da tarde desta terça-feira, 3, sobre o estado de saúde dos gêmeos siameses. Eles continuam em estado grave, respiram com ajuda de aparelhos, recebem antibióticos e drogas vasoativas. Eles estão em pausa da dieta há dois dias e aguardam resultados de exames, inclusive de angioressônancia, que já está sob análise da equipe médica. Em relação à recém-nascida abandonada no município de Cachoeira do Piriá, nordeste do estado, e encaminhada à Santa Casa no último dia 24, o estado clínico é estável. A criança está em berço comum, respirando sem a ajuda de aparelhos. Apresenta melhora das escoriações no rosto, olho e inflamações. A equipe médica acompanha a evolução clínica da menina, que vem sendo alimentada normalmente por via oral com leite do Banco de Leite Humano da Santa Casa. Já ganhou peso, aguarda a reavaliação da equipe de neurocirurgia para ver a possibilidade de alta. (Agência Pará)

Bebês siameses de duas cabeças em estado grave

É considerado grave, o estado de saúde dos bebês siameses de Anajás, internados na Santa Casa de Misericórdia desde o dia 20 de dezembro. Na noite do último dia 31, as crianças voltaram a respirar com ajuda de aparelhos. Segundo os médicos, drogas vasoativas estão sendo usadas para ajudar no desempenho do coração. Além de enfrentarem a incerteza em relação à saúde dos bebês, os pais dos gêmeos também precisam vencer as dificuldades financeiras. “Precisamos de ajuda”, diz o pai dos bebês, Manoel do Socorro. Ele e a mulher Maria de Nazaré estão em Belém há mais de duas semanas. Os gastos são muitos, maiores do que podem pagar. Transporte, alimentação, roupas. “A gente só volta para casa quando eles saírem de lá”, garantiu Maria. O casal está acomodado em uma pequena casa de madeira, da irmã de Manoel, no bairro do Barreiro. São sete pessoas. Para sustentar todos, o trabalho de manicure e de auxiliar de pedreiro dos donos da casa. “Eu tinha parado para ajudar a minha cunhada, mas vou