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Comunidades da BR-163 terão apoio do Serviço Florestal para manejo da castanha e açaí

Comunidades quilombolas da Calha Norte, no Pará, e produtores familiares da região de influência da BR-163, no mesmo estado, vão receber apoio do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) para estruturar atividades econômicas tradicionais do extrativismo da castanha e do açaí. As localidades em que vivem esses comunitários ainda detêm baixos indicadores sociais e econômicos, portanto, o objetivo é que a assistência técnica em todas as etapas da produção contribua para a organização da atividade, o acesso a mercados e a conquista de melhor qualidade de vida. Cerca de 250 produtores serão diretamente beneficiados. Também está prevista a capacitação de 100 extensionistas. “A comercialização de produtos não madeireiros tem imensa importância para as comunidades amazônicas. O apoio do Serviço Florestal tem como objetivo fortalecer a cadeia produtiva da castanha e do açaí por meio de práticas sustentáveis para que essa seja uma fonte de renda contínua para essas famílias”, explica a diretora de F

Parceria leva medicina e informação a comunidades quilombolas

A saúde pública ainda é um dos grandes desafios do Brasil e um obstáculo ainda maior na Amazônia. Mas algumas iniciativas vêm transformando essa realidade com uma fórmula que mistura parceria, vontade de fazer e um jeito bem amazônico de levar saúde até as comunidades isoladas. Há onze anos, a Fundação Esperança, a Secretaria Municipal de Saúde de Oriximiná e a Mineração Rio do Norte (MRN) iniciaram uma parceria intitulada Projeto Quilombo, que tem alcançado resultados satisfatórios na melhoria da saúde e qualidade de vida das populações quilombolas que habitam o oeste do Pará. Mensalmente, 23 comunidades das margens do rio Trombetas recebem a visita do barco Barão do Mar, que chega com uma equipe de 12 a 15 profissionais a bordo. São médicos, enfermeiras e técnicos que levam assistência curativa e preventiva. Os atendimentos acontecem nos barracões das comunidades. A ausência de um posto de saúde não é pretexto para deixar homens, mulheres e crianças sem assistência médica. Esse