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Mostrando postagens com o rótulo corrupção brasileira

Senadores ignoram decisão do Supremo

O senador Rena Calheiros (PMDB/AL) continua presidente do Senado. Sua permanência foi definida pela Mesa Diretora da Casa, que informou que aguardará a deliberação do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) para cumprir a decisão liminar do ministro Marco Aurélio Mello de afastar o peemedebista do cargo. A decisão foi tomada durante uma reunião entre os integrantes da Mesa com Renan. Senadores que participaram do encontro disseram que o peemedebista acredita que tem respaldo jurídico para não assinar a notificação sobre a decisão de Marco Aurélio Mello, que ordenou o afastamento do senador do PMDB do comando do Senado. Dez minutos depois de divulgar o documento, a Mesa Diretora divulgou um segundo documento, com uma alteração na decisão. O segundo texto é assinado por todos os integrantes da cúpula do Senado, inclusive pelo senador Jorge Vianna (PT-AC), primeiro-vice-presidente da Casa, e que assumirá o comando do Senado caso Renan venha a ser afastado definitivamente da presi

Descaso do governo municipal com Santarém

O descaso do governo municipal com a cidade de Santarém é notório. Vários setores sofrem por conta do desmazelo da Prefeitura com o bem público. Isso também é notório. A infraestrutura da cidade é sem dúvida o setor mais afetado pela negligência administrativa do PT, que nos últimos sete anos se limitou a fazer serviços paliativos e obras sem qualidade, que hoje se revelam nocivas à população. Os exemplos são tantos que enumerá-los aqui seria cansativos aos leitores, pois todos conhecem muito bem a nossa triste realidade. Com a chegada das chuvas, os problemas com a falta de saneamento básico e drenagem de ruas se acentuam neste período e ressaltam de forma vergonhosa a incompetência dos atuais gestores com o município. No verão, nada foi feito para que as pessoas, sobretudo quem mora na periferia, não sofressem tanto e tivessem tantos prejuízos com a chegada do inverno. No início desta semana, a população dos bairros periféricos sofreu com as enxurradas causadas pelas fortes chuvas

Pará entre os Estados com maior risco de corrupção do Brasil

Minas Gerais, Maranhão e Pará são os líderes do ranking de risco de corrupção, segundo estudo feito pelo Centro de Estudos da Opinião Pública, da Unicamp, a pedido do Instituto Ethos. Os três Estados tiveram registro de 'alto risco' em quatro dos oito indicadores sobre sistemas de controle da corrupção avaliados pelos cientistas políticos Bruno Speck e Valeriano Mendes Ferreira, autores do estudo. Os dados são relativos ao ano de 2009. Das demais unidades da Federação, nenhuma foi aprovada em todos os quesitos. Transparência limitada, falta de competitividade nas compras públicas, submissão de órgãos de controle a grupos políticos e imprensa nem sempre independente foram alguns dos problemas detectados. Uma das áreas avaliadas foi o controle externo exercido pelos Tribunais de Contas dos Estados, cuja composição é marcada pelo alinhamento com os grupos políticos dominantes em cada Estado. 'O processo de nomeação (pelo governador ou pela Assembleia) influencia profunda

Opinião: Por que os brasileiros não reagem?*

Juan Arias ** O fato de que em apenas seis meses de governo a presidente Dilma Rousseff tenha tido que afastar dois ministros importantes, herdados do gabinete de seu antecessor Luiz Inácio Lula da Silva (o da Casa Civil da Presidência, Antonio Palocci – uma espécie de primeiro-ministro – e o dos Transportes, Alfredo Nascimento), ambos caídos sob os escombros da corrupção política, tem feito sociólogos se perguntarem por que neste país, onde a impunidade dos políticos corruptos chegou a criar uma verdadeira cultura de que “todos são ladrões” e que “ninguém vai para a prisão”, não existe o fenômeno, hoje em moda no mundo, do movimento dos indignados. Será que os brasileiros não sabem reagir à hipocrisia e à falta de ética de muitos dos que os governam? Não lhes importa que tantos políticos que os representam no governo, no Congresso, nos estados ou nos municípios sejam descarados salteadores do erário público? É o que se perguntam não poucos analistas e blogueiros políticos. Nem se