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Balsa jorra óleo diesel no rio Tapajós

Um caso de vazamento de óleo diesel no rio Tapajós, em frente à Cidade de Santarém, no oeste do Pará, foi registrado na noite de quarta-feira, 12. Centenas de litros do produto químico teria vazado de uma embarcação da empresa Transportes Bertolini Ltda (TBL) e poluído mais uma vez as águas do rio Tapajós. Na manhã desta quinta-feira fiscais da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) se encontram no local, fazendo a inspeção e um levantamento na área atingida pelo vazamento. Segundo o titular da Semma, Podalyro Neto, no primeiro passo deve ser feita a contenção do óleo na água. Depois de estudar a causa do vazamento devem ser aplicadas as sanções à empresa, com multas por crime ambiental. Não foi a primeira vez que aconteceu um vazamento de óleo provocado por balsas da Bertolini. Em outubro do ano passado, cerca de 10 mil litros de óleo foram jorrados no leito do rio Tapajós, após o vazamento em uma balsa da transportadora. Depois de constatar as causas do vazamento, uma multa

Bertolini é multada em R$ 15 milhões por crime ecológico

A Transportes Bertolini Ltda foi multada pelo Ibama em R$15 milhões por poluir com cerca de mil litros de óleo os rios Tapajós e Amazonas, em Santarém. O vazamento do combustível ocorreu em 31 de maio durante uma operação de manutenção no empurrador E/M Bertolini XLII, de propriedade da empresa, e provocou prejuízos ao meio ambiente e à população ribeirinha da região. O óleo derramado, segundo laudo do Ibama, se espalhou por uma área de 378,7 hectares ao longo dos rios. Os danos ambientais atingiram tanto as margens direitas do Tapajós e Amazonas como a várzea e o Lago Maicá, considerado de preservação ambiental pelo Ministério do Meio Ambiente. A pesca e o consumo de água das comunidades ribeirinhas de Bom Jardim e Murumurutuba também foram prejudicadas pela poluição. O Ibama ainda considerou falho o Plano de Contingência e Emergência da empresa. De acordo com o laudo que subsidiou a aplicação da multa, o “Relatório de Ações de Resposta a Vazamento de Óleo”, por exemplo, era p

Entidades ambientais silenciam diante de crime ambiental

A Semana do Meio Ambiente em Santarém foi marcada por um crime ecológico de graves proporções causado pelo vazamento de óleo de uma balsa da empresa Bertolini, na última terça-feira (31). Os danos ao meio ambiente, segundo o Ibama, são irreparáveis. Ainda não há um levantamento detalhado sobre os prejuízos provocados à natureza. A mancha de óleo (MF-180, com grande teor tóxico e nocivo ao meio ambiente) se alastrou por uma extensão de aproximadamente 378 hectares, afetando os rios Tapajós e Amazonas, chegando inclusive ao lago do Maicá, área de preservação ambiental. A empresa Bertolini deverá ser penalizada e receber multa milionária pelo dano causado ao meio ambiente. O silêncio das entidades ligadas ao meio ambiente mostra que seus coordenadores promovem ações meramente promocionais, pois diante de um incidente como esses, não se viu nenhuma manifestação contra a presença desta empresa e de outras que se apossaram daquela parte da orla da cidade e ergueram seus terminais, alte