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Mostrando postagens com o rótulo fome no mundo

Rebeldes dizem que Kadafi morreu

Comandantes das forças rebeldes da Líbia afirmaram nesta quinta-feira (20), que o ditador  Muammar Kadafi , cuja captura foi reportada mais cedo, não resistiu aos ferimentos e morreu, segundo agências de notícias e emissoras de TV. As forças do CNT (Conselho Nacional de Transição), órgão político dos rebeldes, anunciaram a captura de Gaddafi nesta quinta-feira. Segundo a emissora de TV britânica BBC, Gaddafi foi detido pelos rebeldes enquanto tentava escapar de Sirte, sua cidade natal, em um comboio. Um combatente do CNT declarou que ao ser capturado Gaddafi gritou: "Não atirem, não atirem." O canal de TV "Libya lil Ahrar" também informou a detenção do ditador. Segundo a emissora, ele foi detido com o filho Muatasim; Mansur Dau, chefe dos serviços de segurança interna; e Abdullah Senusi, diretor do serviço de inteligência líbios. De acordo com a France Presse, Aboubakr Younès Jaber, ministro da Defesa do regime, foi morto em Sirte hoje. O médico Abdou Raouf

Uma em cada sete pessoas no mundo não tem o que comer

Thais de Luna * O relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) sobre insegurança alimentar no mundo que será divulgado hoje é alarmante. Uma em cada sete pessoas em todo o planeta passa fome — e cerca de 6 milhões de pessoas morrem por ano sem ter o que comer.  O estudo revela que essa duríssima realidade está presente com maior intensidade nos países menos desenvolvidos, principalmente os localizados na África Subsaariana e no sul da Ásia. E são exatamente essas nações, como Etiópia, Somália, Afeganistão e Uganda, as mais afetadas pelas crises econômicas e de alimentos ocorridas a partir de 2006, de acordo com o relatório “O estado da insegurança alimentar no mundo em 2001”, produzido pela FAO, pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (IFAD) e pelo Programa Alimentar Mundial (WFP) e publicado hoje.  O Brasil foi um dos poucos países onde a segurança alimentar continuou a melhorar, passando praticamente incólume pe