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Mostrando postagens com o rótulo golpe da pirâmide da Telexfree

Telexfree suspende suas atividades

Em sua página na internet, a Telexfree informou a suspensão de "todas suas atividades de negócios", enquanto cuida de pendências com a Corte de Falências dos Estados Unidos, agências governamentais e a Securities and Exchange Commission (SEC), órgão equivalente à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) brasileira. Em meados de abril, a Justiça dos Estados Unidos determinou o congelamento dos bens do grupo Telexfree, acusado pelas autoridades norte-americanas de promover um esquema de pirâmide financeira. Desde então, quem acessava o site da Telexfree deparava com uma mensagem dizendo que o serviço estava fora do ar "para manutenção". Nesta sexta-feira (16), a página ( www.telexfree.com ) trazia uma mensagem oficial em inglês declarando a suspensão das atividades da empresa. O site brasileiro da empresa (www.telexfree.com.br) também direciona para o site internacional da empresa (www.telexfree.com), onde está a mensagem. O texto destaca que a empresa entrou com pe

Tribunal do Acre volta a rejeitar recurso da empresa TelexFree

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) voltou a rejeitar recurso que pretendia a retomada das atividades da empresa TelexFree. O caso foi analisado na segunda-feira (29) pela 2ª Câmara Cível, mas a decisão foi divulgada apenas ontem (30). O funcionamento da TelexFree foi suspenso em junho após suspeita de prática de pirâmide financeira, proibida pela legislação brasileira. No recurso ao TJAC, a empresa alegava que a decisão tomada pela corte no dia 8 de julho precisava ser reformada por violar questões técnicas. O colegiado entendeu, no entanto, que não havia erros a serem corrigidos, e sim inconformismo com o resultado do julgamento. Saiba mais Telexfree bloqueia acesso de divulgadores a escritório virtual 'Bloqueio a escritórios da Telexfree não é decisão judicial', diz MP-AC Comitê de apoio a divulgadores da Telexfree é criado no Acre Os desembargadores seguiram voto do relator, Samoel Evangelista, que alegou ter encontrado motivação suficiente para formar a sua convic

A cada 3 dias, surge uma nova TelexFREE, diz procuradora

Faz um mês e meio que um bom número de brasileiros está com ressentimento do trabalho do Ministério Público . Por ações de procuradores e promotores, 200 mil vendedores da BBom e estimados 450 mil da TelexFREE estão proibidos de receber o que as empresas lhe devem. As duas tiveram os bens bloqueados na justiça acusadas de praticar pirâmide financeira. “No curto prazo, a pessoa leva um susto e fica com raiva. Mas assim ainda tem chance de receber o dinheiro de volta. Se esperássemos (as empresas quebrarem), não iriam receber nada”, defende a procuradora da República de Goiás, Mariane Mello. Há 20 anos no Ministério Público, Mariane é uma das responsáveis pela ação que paralisou neste mês os serviços da Bbom, empresa de venda de rastreadores veiculares. A procuradora integra uma força tarefa criada há menos de três meses pelo MP, a nível nacional, para dar conta de um crime que, segundo ela, encontra novos representantes a cada três dias: a pirâmide. No momento, 30 investigações estã

Ator de 'Tropa de Elite' abandona Telexfree após bloqueio de dados

O ator Sandro Rocha, que interpretou o personagem 'Rocha' no filme 'Tropa de Elite', anunciou em um vídeo caseiro que vai deixar a Telexfree , empresa investigada por criação de pirâmide financeira. O anúncio se deu após o bloqueio do acesso dos associados da empresa ao escritório virtual da companhia, no qual era possível verificar as informações sobre os lucros. Rocha foi um grande divulgador do negócio por meio de vídeos na internet. Em sua última aparição, após as denúncias de fraude, ele diz ser uma "sacanagem" com os associados, mencionando, inclusive, o caso de pessoas que deixaram os seus antigos empregos para se dedicar integralmente à Telexfree . "Não teve ninguém mais na Telexfree que quisesse que essa situação fosse desenvolvida de forma mais rápida do que eu. O que fizeram contra a empresa foi uma arbitrariedade, uma loucura", disse. O ator ainda afirmou que vai aderir a uma outra empresa, a Multiclick, que também está sendo investig

STF nega pedido de retomada das atividades da Telexfree

O ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello negou nesta quarta-feira (10) pedido de grupo de divulgadores da empresa Telexfree, no Paraná, pela retomada das atividades da empresa, suspensas desde junho por decisão a juíza Thaís Borges, da 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco. A empresa está sendo investigada pelo Ministério Público em vários estados, por suspeita de operar um esquema de pirâmide financeira, considerado crime contra a economia popular. Segundo o MP, a Telexfree utiliza como “disfarce” um tipo de estratégia empresarial conhecido marketing multinível, quando ocorre a distribuição de bens e serviços e divulgação dos produtos por revendedores independentes que faturam em cima do percentual de vendas. saiba mais Divulgadores da Telexfree recorrem ao Supremo contra suspensão Após ordem de Cardozo, PF investigará atuação da Telexfree Polícia Federal irá investigar a empresa TelexFree Os divulgadores afirmam que a decisão da justiça do Acre fere seu direit

Polícia Federal irá investigar a empresa TelexFree

A Polícia Federal irá investigar a empresa Ympactus Comercial LTDA, nome fantasia da TelexFree . A determinação para a abertura de um inquérito contra a companhia foi dada nesta segunda-feira (8) pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Segundo o governo, há indícios de formação de pirâmide financeira, evasão de divisas e crime contra a economia popular. A Telexfree vem sendo investigada desde o início do ano pelo DPDC (Departamento de Defesa do Consumidor), vinculado ao Ministério da Justiça, que recebeu denúncias de diversos Procons do país e do Ministério Público do Acre. No mês passado, o órgão instaurou um processo administrativo contra companhia, que pode ser multada em até R$ 6 milhões caso a fraude seja comprovada. Com a entrada da Polícia Federal no caso, haverá agora também uma investigação criminal. A Telexfree tem sede no Espírito Santo, mas atua pela internet. A companhia apresenta-se em seu site como fornecedora de serviços de voz e faz propaganda de enriquecimen

MP do Acre divulga nota sobre caso Telexfree

O Ministério Público do Estado do Acre , por meio dos Promotores de Justiça de Defesa do Consumidor, dos Direitos Humanos e da 15ª Promotoria de Justiça Criminal, com atribuição para o combate à lavagem de dinheiro, vem informar que, no último dia 03 de julho de 2013, recebeu no auditório da sede central da instituição ministerial, divulgadores da empresa Telexfree e parlamentares, que explanaram acerca da atividade da indicada empresa, oportunidade em que o Ministério Público esclareceu aos presentes os motivos legais pelos quais propôs as ações civis públicas, bem como os fundamentos para a instauração do Inquérito Policial n.º 13/2013, a cargo da Delegacia de Combate ao Crime Organizado. Cumpre salientar que o Ministério Público reafirmou seu posicionamento jurídico quanto às atividades da empresa em questão, frisando que a preocupação primordial da instituição é com o ressarcimento dos consumidores e a prevenção de danos em relação aos consumidores que ainda não investiram na ativ

MP pede fim da Telexfree; sócios tentam desviar R$ 101 milhões

Assim que os pagamentos aos divulgadores da Telexfree foram bloqueados pela Justiça do Acre , os responsáveis pela empresa tentaram desviar R$101 milhões. Caso isso tivesse acontecido, esse dinheiro provavelmente não estaria disponível para ressarcir quem entrou no negócio até hoje – entre 450 mil e 600 mil pessoas, estima-se. A devolução é um dos objetivos da ação civil pública apresentada pelo MP-AC ao Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC). O bloqueio temporário, obtido por liminar, também havia sido pedido pelo órgão como forma de evitar os vazamentos. “Quando a juíza determinou o bloqueio dos recursos, 24 horas depois eles [ responsáveis pela empresa ] conseguiram entrar numa conta e desviar R$ 40 milhões para uma outra conta que não era da Telexfree. Outros R$ 48 milhões foram para outra conta”, diz ao iG a promotora Alessandra Marques, uma das responsáveis pelo inquérito em que a empresa é acusada de ser uma das maiores pirâmides financeiras do País. As verbas foram recuperadas.