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Mostrando postagens com o rótulo hidrelétrica

NOTA À IMPRENSA

A Norte Energia S/A, empresa responsável pela instalação e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, informa que se propõe a participar de reunião com as lideranças das colônias de pescadores da área de influência da usina. A empresa sugere que o encontro aconteça entre 30 de julho e 05 de agosto de 2013, em local apropriado e de conveniência para essa categoria.  A sugestão de reunião foi enviada oficialmente ao presidente da Colônia Z12, Giácomo Schaffer, em documento assinado pelo diretor socioambiental da Norte Energia, João Pimentel. Desta forma, a Norte Energia reitera o conceito democrático de sempre ouvir e se fazer ouvir entre a comunidade e demais instituições da área de influência da usina hidrelétrica Belo Monte. A empresa informa, ainda, que em momento algum as atividades dentro dos canteiros sofreram qualquer tipo de paralisação. Norte Energia S/A Assessoria de Imprensa

Sindicalistas denunciam desaparecimento de trabalhador preso por PM

Dirigentes sindicais ligados à central Conlutas, que acompanham as recentes mobilizações de operários de Belo Monte, denunciaram a prisão arbitrária de um trabalhador na madrugada desta quarta, 10, ao Ministério Público do Trabalho, ao Ministério do Trabalho e Emprego e ao Tribunal Superior do Trabalho. De acordo com a denúncia, o homem, conhecido como “Belém”, foi retirado de um dos alojamentos do canteiro de obras Belo Monte pela Polícia Militar sem qualquer ordem de prisão, e não foi visto desde então. Outros dois trabalhadores também teriam sido detidos, mas não ha confirmação do fato. As mobilizações por melhores condições de trabalho e pagamento de vários direitos trabalhistas começaram no final da ultima semana e atingiram os canteiros de Pimental e Canais e Diques. No sábado, a Força Nacional de Segurança chegou a deter dois sindicalistas com um mandado proibitório inválido, emitido pela Justiça contra o Movimento Xingu Vivo em março. De acordo com denúncia feita posterirorme

Presa em Altamira a proprietária da boate Xingu

Solide Fátima Triques confessou a participação no esquema de prostituição de mulheres e travestis em área próxima ao canteiro de obras de Belo Monte A Polícia Civil de Altamira, município do oeste do Pará, cumpriu nesta quinta-feira (21) mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça contra a catarinense Solide Fátima Triques, 38 anos, proprietária da boate Xingu, localizada na zona rural de Vitória do Xingu, município próximo a Altamira. Na semana passada, quatro pessoas foram resgatadas da boate, vítimas de tráfico de pessoas para exploração sexual. Natural de Campos Novos (SC), Solide é mulher do gaúcho Adão Rodrigues, também proprietário da casa de prostituição, e que continua foragido. A Justiça já expediu mandado de prisão contra ele. A ordem de prisão foi cumprida no momento em que a acusada compareceu à audiência, na sede da Superintendência da Polícia Civil na Região do Xingu. A boate fica a cerca de 10 quilômetros de dois canteiros de obras da Usina Hidrelétri

Prostíbulo estava em área declarada de interesse público para Belo Monte

A Boate Xingu, onde 14 mulheres foram resgatadas na semana passada, está localizada em área declarada de interesse público para a construção da usina de Belo Monte, em Vitória do Xingu (PA). Segundo a polícia civil, as vítimas, entre as quais estão uma adolescente de 16 anos e uma travesti, estavam submetidas a condições análogas à escravidão e foram aliciadas em estados do Sul do país, o que pode configurar tráfico de pessoas. Em 5 de março de 2011, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) publicou a resolução autorizativa número 2.853, “que declara de utilidade pública, para fins de desapropriação, em favor da Norte Energia S.A., as áreas de terra necessárias à implantação da UHE Belo Monte, localizadas no Município de Vitória do Xingu”.  De acordo com a ANEEL, a área perfaz 3.536,2587 hectares de “propriedades particulares localizadas no Município de Vitória do Xingu, Estado do Pará, necessárias à implantação da UHE Belo Monte, representadas nos desenhos intitulados: ‘U

União já executa o plano de construir usinas no Tapajós

Valor Econômico O rio Tapajós, artéria principal de uma Amazônia ainda virgem, está no limiar de ter as suas águas liberadas para a construção de um complexo de hidrelétricas. O antigo plano de erguer cinco usinas ao longo desse rio que nasce no Mato Grosso e avança pelo Pará, até encontrar o Amazonas, começou a sair do papel silenciosamente, processo que foi detonado por uma polêmica Medida Provisória editada no dia 6 de janeiro pela presidente Dilma Rousseff. Com a MP 558/2012, o governo alterou os limites de sete unidades de conservação da Amazônia e retirou delas a área que será alagada pelos reservatórios das usinas. Boa parte da redução dessas florestas protegidas por lei tem o propósito específico de desobstruir o caminho para o licenciamento ambiental das duas primeiras hidrelétricas previstas para a Bacia do Tapajós: São Luiz do Tapajós e Jatobá. Para a primeira delas, o resultado da ação governo foi imediato. O Valor apurou que, de fevereiro para cá, a Eletrobras entregou ao