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Mostrando postagens com o rótulo movimento estudantil

Os estudantes e o Estado do Tapajós

A posição da UES sobre o estado do Tapajós Em reunião realizada no último Sábado (13-08-2011), a diretoria da União dos Estudantes de Ensino Superior de Santarém (UES) decidiu pela realização de uma Plenária Municipal para discutir com a categoria estudantil a proposta de redivisão territorial do estado do Pará, principalmente em relação à criação do estado do Tapajós. A diretoria apontou como indicativo de data o dia 10/09 [data a ser confirmada]. Na ocasião, além de debater a temática posta, os estudantes universitários de Santarém terão a oportunidade de decidir qual a posição que a sua entidade representativa assumirá sobre o projeto de criação do estado do Tapajós. A realização dessa Plenária municipal da UES está em consonância com a tradição democrática da entidade, cujas principais deliberações são tomadas diretamente pela base estudantil, e não apenas pela diretoria. O espaço deliberativo fundamental da UES são os Congressos Universitários de Santarém, realizados de dois

Estudantes querem o impeachment de Maria do Carmo

‘Fora, Maria!’, ‘Fora, Maria!’. Essas duas palavrinhas estão sendo ecoadas por toda cidade por um grupo de estudantes secundaristas que decidiu liderar um movimento contra a administração pública do município, denunciando, sobretudo, possíveis irregularidades cometidas pela prefeita Maria do Carmo Martins e seu séquito na gestão dos recursos públicos. O grito rouco dos jovens manifestantes soa dissonante nos ouvidos da cúpula do governo petista desde o último dia 22, data de aniversário de Santarém, quando o protesto juvenil ganhou às ruas pela primeira vez. O silêncio de boa parte da população que se coloca passiva diante do caos administrativo em Santarém foi um dos motivos que impulsionou o movimento estudantil a bradar contra a forma vilipendiosa com que a gestora municipal trata a coisa pública. Os ‘caras-pintadas’ santarenos já mandaram o recado e, seguindo o exemplo dado pela juventude estudantil em 1992, querem se fazer ouvir por toda sociedade. Ressalte-se que os estudantes